design, livros, tipografia e referências

Cartazes vintage de filmes B de “o retorno”

E pra firmar ainda mais o retorno do DESIGNICES (não sabia que tinha parado? voltei com esse post) eu resolvi juntar essa volta com os famigerados cartazes de filmes B que vira-e-mexe eles pintam aqui no DESIGNICES. De Dracula ao Ultraman, de Michael Myers ao Homem-Macaco. Só coisa linda nessa mistura que, como se não bastasse, também tiveram seu retorno:

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, numa busca por “return”

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Postado por Rogério Fratin em Ilustração,Inspiração e tem Sem comentários

O ensino de design e os “professores-vintage”

Me interesso bastante pelo meio acadêmico. Vira-e-mexe eu dou uma palestrinha aqui, faço banca de TCC (trabalho de conclusão de curso) ali, leio trabalhos de estudantes acolá. É uma boa maneira de me manter atualizado e não deixar a “pegada acadêmica” se perder no tempo. E me lembro da época que estudava a faculdade de Design Digital. E me lembro dos professores que tive, diversos deles muito bons, não somente que me ensinavam fundamentos do design, mas como aqueles que me encorajaram a ler filosofia, conhecer a cultura e a socidade, ver um filme europeu. Decerto que esse período foi um dos mais transformadores da minha vida.

Mas no meio de tanta boa vontade e dedicação de vários lá estava ele: o “professor-vintage”. Ok, “professor-vintage” é um apelido meigo e irônico pra um tipo específico de profissional que, pelo que tenho acompanhado, cresce assustadoramente em quantidade nas instituições de ensino. E não tem um único foco de atuação, eles atacam todas: as mais tradicionais, as moderninhas-inovadoras e as uni-bocas-de-porco. Mas o que seria, de fato, o “professor-vintage”?

Professor-vintage é aquele sujeito que até pode parecer que conhece algo no começo, só que logo é desmascarado. Pode ou não ser showman. No caso de ser, alguns alunos o idolatrarão para sempre, sem se dar conta. É aquele que não atuou no mercado, não pode falar a respeito. Mas fala. É aquele que não tem conhecimento acadêmico pra nos transmitir e proporcionar experimentos livres de influências mercadológicas. Mas transmite e proporciona. É aquele infeliz que te passa livros pra ler da época que foi aluno sem nunca tê-los questionado. Sorte a sua se o professor dele não for um professor-vintage também, senão tu tá lascado, meu amigo: leu coisas que não fazem sentido há anos. Penso nas indicações de livros de design que tive na faculdade, logo no início do curso, em 2002. Acho que não aproveitaria nada ou quase nada. E nem é tão difícil ter essa noção: basta entrar numa boa livraria e futricar umas prateleiras. Dezenas de livros de cada assunto, coisa que 10 anos atrás era muito mais difícil. Fundamentos do design? Muitos de qualidade, de diversas editoras. Traduções minunciosas e cuidado com o papel, encadernação, tudo nos mínimos detalhes. Eu acho atualmente um tremendo absurdo recomendar o livro “Design para que não é designer” (da Robbin Williams) para iniciantes da área, já que temos “Novos fundamentos do design” (da Ellen Lupton), “Ensopado de design gráfico” (de Timothy Samara) ou “Layout” (de Allen Hurlburt) fáceis de serem encontrados em qualquer livraria física e online. Tipografia? Temos de dúzias. Mas ler seria uma tarefa muito chata para nosso astro enganador. É aquele que se contenta com seu conhecimento antigo e só se vale disso, nunca se atualiza. É do tipo que vangloria desse fato com o valor de um artefato vintage (aliás, sabe qual a diferença entre vintage e rétro?). É um charlatão que gosta de ser bajulado pelos alunos, de ser chamado de professor, de falar que é professor da instituição tal. Muitas vezes os professores-vintage falam com tanta convicção que só damos conta da falta de conhecimento do sujeito anos depois, quando estamos no mercado de trabalho [ou em meio acadêmico, dependendo do caso]. É aquele que deixa alunos com falhas de aprendizado por conta de sua incompetência e falta de respeito pelo tempo e grana dos alunos, pela instituição e pelo seu cargo.

Só na minha época (e na minha profissão) tinham professores assim? Você tem (ou teve) algum professor-vintage? Os casos serão bem-vindos (sem citar nomes nem as instituições, por favor) nos comentários.

 

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (14) Comentários

Cartazes vintage de filmes de bangue-bangue à italiana

Algumas [ou muitas?] das tardes da minha infãncia eu passei vendo filmes de diversos gêneros e épocas. Os bangue-bangues à italiana tinham seu lugar garantido na minha TV Sharp, comprada usada pra assistir a Copa do Mundo de 1978. Fiz uma seleção de cartazes desses filmes que achei mais interessantes, com ângulos e composições bacanas das ilustrações. Sinceramente não lembro de quais desses eu já assisti, mas gostava dos do Franco Nero, Bud Spencer e Terence Hill.

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

 

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

 

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

 

Cartaz vintage de filme de bangue-bangue à italiana

Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, na categoria Western Spaghetti

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Postado por Rogério Fratin em Ilustração,Inspiração e tem (4) Comentários

O Mecanismo da LINOTYPE [1940]

O Mecanismo da Linotype [1940]
O Mecanismo da Linotype - Folha de rosto
O Mecanismo da Linotype Me surpreendi tanto com o gigante e imponente catálogo LINOTYPE Faces, dos anos 1930, que resolvi investigar mais documentações dessa incrível máquina. Foram nessas investigações que encontrei esse manual, originalmente lançado em 1936 e essa tradução, em 1940, pela LINOTYPO do Brasil S.A.

É muito interessante ver a máquina funcionar, diria que apaixonante e dá vontade de ter uma em casa – no meu caso no apartamento [???]. Mas quantidade de detalhes que ela tem, o número de peças, encaixes, parafusinhos é de se espantar. É como o mecanismo de um relógio, só que com mais de uma tonelada e pra lá de dois metros de altura. Esse guia de como operar a LINOTYPE em formato de bolso, pelas marcas de manuseio, deve ter sido bem usado para resolver os problemas que com certeza ocorreram. Triste imaginar essas máquinas sendo transformadas em sucata quando as gráficas foram trocando as LINOTYPES por outros recursos. E muitas foram. Dá pra imaginar a complexidade que é para operar e arrumar só de olhar o sumário:
O Mecanismo da Linotype - índice

O Mecanismo da Linotype - índice

É interessante lembrar que a composição tipográfica manual é uma fonte de medidas, todas misturadas e coitado de quem tem que fazer os cálculos. O Alexandre Wollner, inclusive, fala disso no livro Textos recentes e escritos históricos. O caracter propriamente dito é medido em pontos, os espaçamentos podem ser medidos em cíceros, as folhas de papel em milímetros, por isso que o manual Mecanismo da LINOTYPE inclui essas tabelas, para consulta e valores prontos convertidos:

O Mecanismo da Linotype - Medidas
O Mecanismo da Linotype - Medidas

E detalhes, muitos deles, nomes e especificações em diversas peças da LINOTYPE:

O Mecanismo da Linotype - Detalhes

Com tamanha complexidade, também vale ter um guia para descobrir qual o motivo da matriz ter ficado defeituso:

O Mecanismo da Linotype - Defeitos nas matrizes

E um exemplo de linha gerada pela LINOTYPE, com a url do blog:

Linha de LINOTYPE: www.designices.com

Quem quiser ver uma LINOTYPE funcionando e ter uma linha dessas pode procurar a Oficina Tipográfica São Paulo [OTSP] ou ver o post com fotos de quando fizemos o curso do módulo 1 [cartão de visita] e módulo 2 [cartaz tipográfico].

 

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (6) Comentários

Rótulos vintage de whiskey

Eu não bebo álcool, mas confesso que gostaria de ter os originais nas garrafas desses rótulos vintage de whyskey que encontrei, entre os anos de 1857 e 1870:

Rótulo vintage de whiskey, de 1857

Rótulo vintage de whiskey, de 1859

Rótulo vintage de whiskey, de 1859

Rótulo vintage de whiskey, de 1859

Rótulo vintage de whiskey, de 1859

Rótulo vintage de whiskey, de 1860

Rótulo vintage de whiskey, de 1861

Rótulo vintage de whiskey, de 1863

Rótulo vintage de whiskey, de 1870

Para aqueles que bebem, que tal trabalhar vendo esses rótulos vintage e degustando whiskeys envelhecidos 150 anos? :)

Todas as imagens são “public domain” e foram baixadas do site Library of Congress

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Postado por Rogério Fratin em Inspiração e tem (3) Comentários

Cartazes vintage de “Visite o zoológico”

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Illinois, 1936

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Illinois, 1937

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Illinois, entre 1936 e 1938

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Illinois, entre 1936 e 1938

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", NYC, entre 1936 e 1937

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Pennsylvania, entre 1936 e 1937

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Pennsylvania, entre 1936 e 1937

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Pennsylvania, entre 1936 e 1937

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Pennsylvania, entre 1936 e 1941

Cartaz vintage de "Visite o Zoológico", Pennsylvania, entre 1936 e 1941

Todas as imagens são “public domain” e foram baixadas do site Library of Congress

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Postado por Rogério Fratin em Inspiração e tem 1 comentário

Cartazes vintage de “Thurston – The Great Magician”

Howard Thurston (1869-1936 | veja o site oficial) foi um grande mágico e há quem diga que mais famoso até que seu contemporâneo (Harry) Houdini. Na minha eterna busca de referências, encontrei e fiz uma seleção dos cartazes de suas apresentações, entre os anos de 1898 e 1935. Dá pra notar que as estruturas dos cartazes, o tipo da ilustração, quantidade de elementos e textos foram mudando conforme passavam as décadas:

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1898

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1910

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1910

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1914

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1914

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1914

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1915

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", da década de 1920

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1925

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1925

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1925

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1927

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1934

Cartaz de "Trurston - The Great Magician", de 1935

Todas as imagens são “public domain” e foram baixadas do site Library of Congress

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Postado por Rogério Fratin em Ilustração,Inspiração e tem (2) Comentários

Comerciais vintage de TV da Coca-Cola (anos 1950 e 1960)

O mais engraçado é que eu vejo o vermelho Coca-Cola cada vez que ele não aparece… Aconteceu também contigo?
Os vídeos são public domain e foram baixados do site Internet Archive

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (2) Comentários

Ex-Libris

Capa do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Infelizmente, ao que me parece, os ex-libris foram uma linda tradição e agora estão quase esquecidos por completo (e nem tenho esperanças que retornem).

Mas o que é ex-libris?

Em suma, ex-libris é uma expressão em latim que significa “da biblioteca de”. Geralmente eram coladas nas primeiras páginas do livro ou na quarta capa e indicavam o dono do volume. Se um livro fosse meu, eu poderia personalizar uma etiqueta com Ex-Libris Rogério Fratin junto de uma ilustração (comumente gravura) ou de adornos ou de outro texto ou de tudo isso junto. Cada um cria o seu. Essa “moda” se espalhou pelo mundo e de uns tempos pra cá sumiu. Nesse belo livro da Ateliê Editorial o organizador Plínio Martins Filho reúne a coleção de ex-libris da Livraria Sereia, de José Luís Garaldi. Além de breves definições e história dos ex-libris, o organizador os separou por temas: Marcas, Etiquetas e Monogramas / Heráldicos / Paisagísticos / Livrescos / Faunísticos / Femininos / Humorísticos / Infantis / Profissionais. Alguns exemplos fotografados do livro:

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Entre a coleção pode-se encontrar ex-libris de personalidades da História do Brasil, como o ex-presidente Jucelino Kubitschek:

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Exemplo de página do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Quarta capa do livro Ex-Libris, da Ateliê Editorial

Ex-Libris é mais um livro da Coleção Artes do Livro, a mesma do título A Arte Invisível

No Google Images tem diversas imagens de ex-libris, inclusive em diversos idiomas, vale dar uma espiada.

Confesso que me deu uma vontade grande de fazer ex-libris pra mim, talvez com tipografia manual… E você, se fosse fazer um, como seria?

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Cartazes da Primeira Guerra Mundial #1

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1910 e 1915

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1914 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado em 1917

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1917 e 1918

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, publicado entre 1917 e 1919

Todas as imagens são “public domain” e foram baixadas do site Library of Congress

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20 cartazes de filmes B dos anos 1940
Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Postado por Rogério Fratin em Ilustração,Inspiração e tem 1 comentário