Pensar com Tipos – Ellen Lupton [GG Brasil]

Pensar com Tipos, da conhecida e didática autora Ellen Lupton, é provavelmente o livro mais indicado para os primeiros contatos com estudos tipográficos, mas quem precisa dar uma boa relembrada na história, nos conceitos, pegar dicas e fugir dos “crimes” tipográficos, também é uma ótima opção.

Ellen traz muito exemplos de aplicações dos mais diversos estilos de tipos e das famílias tipográficas, assim como define cada parte dos caracteres,  a relação com os grids (grelhas), a forma que podem ser vistos e interpretados como linguagem em muitos, muitos suportes diferentes.

Embora a própria autora defina o seu livro como “Este não é um livro sobre tipos. É um livro sobre como usá-los”, eu acredito possa ser ambos, sim.

O sumário de Pensar com Tipos

Apresentação

Letra  
O humanismo e o corpo
Iluminismo e abstração
Fontes monstruosas
Reforma e revolução
Tipografia como programa
Tipografia como narrativa
De volta ao trabalho
Anatomia
Tamanho
Escala
Classificação
Famílias tipográficas
Grandes famílias
Versais e versaletes
Misturando tipos
Numerais
Pontuação
Ornamentos
Lettering
Logotipos e branding
Fontes na tela
Tipos bitmap
Design de tipos
Exercício: letras modulares
Formatos de fontes
Licenciamento de fontes

Texto
Erros e propriedade
Espaços
Linearidade
O nascimento do usuário
Kerning
Espacejamento
Exercício: espaço e significado
Entrelinhamento
Alinhamento
Exercício: alinhamento
Texto vertical
Maiúsculas ampliadas
Marcando parágrafos
Legendas
Hierarquia
Exercício: hierarquia
Exercício: listas extensas

Grid
O grid como estrutura
Dividindo o espaço
O grid como programa
O grid como tabela
Retorno aos universais
Seção áurea
Grid de uma coluna
Grid de múltiplas colunas
Grid modular
Exercício: grid modular
Tabelas de dados
Exercício: tabelas

APÊNDICE
Espaços e pontuação
Edição
Editando originais no papel
Editando originais no computador
Revisão de provas
Bons conselhos

Bibliografia
Índice remissivo
Agradecimentos

A obra, que tinha saído de circulação por conta do fechamento da Cosac Naify, ganha nova edição pela GG Brasil (Editora G.Gili) e usa a tradução do André Stolarski.

 

LetterScapes: Instalações tipográficas nas cidades

Letterscapes

Essa linda publicação importada reúne referências muito legais de aplicações de tipografia no cenário urbano de algumas cidades. Diferente do que o título diz (global survey), não existem projetos dos quatro cantos do mundo. O foco está nos Estados Unidos e Europa, um pouquinhozinho da Ásia e o restante do planeta fica fora da pesquisa. Claro, as referências são muito interessantes e passeiam por prédios, parques, ruas, lojas. Grandes projetos indoor e outdoor. Alguns exemplos:

Letterscapes
Letterscapes
Letterscapes
Letterscapes
Letterscapes
Letterscapes
Letterscapes

Para ter ideia do calhamaço de páginas (352) que o livro tem, olha a comparação com a altura de um iPhone:
Letterscapes
Letterscapes

Infelizmente não documentaram o belo trabalho que a Aflalo & Gasperini Arquitetos fizeram para o Parque da Juventude, em São Paulo, nem as quase vernaculares expressões do fileteado (ou pintura de filete) de Buenos Aires.

Depois de todas as belas imagens do livro ainda tem algumas interessantes entrevistas com os arquitetos e designers que criaram as instalações, falando sobre o processo, os materiais, as ideias.

A versão disponível é de capa dura e custa em torno de U$ 50 na Amazon

 

Clichês Brasileiros [Gustavo Piqueira]

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Mais uma publicação, desculpe o clichê (ups!), imperdível do Gustavo Piqueira. Dessa vez a ideia foi compor uma narrativa visual, usando “apenas” clichês tipográficos, para contar a história do Brasil. E tem as caravelas, os portugueses chegando, o escambo com a população nativa, a catequização católica, a Bolsa do Café e outras muitas passagens nas 112 páginas.

A publicação é da Ateliê Editorial, que havia publicado em 2003 um fac-símile da coleção de clichês de D. Salles Monteiro, utilizada para a confecção desse livro. São mil exemplares (apenas) em tiragem única e as cópias são numeradas.

Algumas páginas para degustação:

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

A capa do livro tem uma lâmina de madeira impressa em serigrafia, adesivos e costura aparente.

Clichês Brasileiros, Gustavo Piqueira

 

No meio do caminho tinha uma letra, tinha uma letra no meio do caminho 2 – Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Não seria minha intenção agrupar num post da série “No meio do caminho tinha uma letra” alguma categoria dos textos curiosos que encontrava por aí. Acontece que esses tempos encontrei tanta coisa com esse visual grunge e feito pela ação do tempo que vi muita beleza junta e, finalmente, reuni 10 exemplos dessa estética visual bem típica dos anos 1980 e 90, a sujeira, a corrosão e mais um monte de coisas que os modistas do design ficam se matando pra fazer no Photoshop, sem ter especificamente uma função no contexto da peça. Aqui a coisa simplesmente aconteceu – e continua acontecendo. Se passear atento na região central da cidade de São Paulo pode se deparar com algum desses.

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Tinha uma letra no meio do caminho 2 - Naturalmente grunge

Veja também o No meio do caminho tinha uma letra 1

Fotografias vintage de operadores de Linotype

Operador de Linotype, 1943, Texas

Sou completamente louco por essas máquinas. Nunca canso de assisti-las funcionando e de pegar rapidinho as linhas de texto ainda quentes que saem enquanto são operadas. É o barulho, o caminho das letras voltando, o chumbo quente… Bom, é tanta coisa que me atrai nessa geringonça que nem sei mais. Só sei que é apaixonante e cada fase do processo é essencial. Nas minhas incansáveis buscas sobre material a respeito, dessa vez ao acaso, encontrei fotos bacanas de operadores de Linotype nos Estados Unidos e fiz uma seleção delas das décadas de 1900 e 1940.

Operador de Linotype, abril de 1941, Illinois Operadores de Linotype, abril de 1942, Illinois Operador de Linotype, abril de 1941, Illinois Operadores de Linotype, 1902, Nova York Operadores de Linotype, 1909, Nova York Operadores de Linotype, 1909, Nova York Operador de Linotype, 1942, Nova York Operador de Linotype, 1943, Texas

Essas fotografias vieram do Library of Congress

Pra que curte Linotype, também pode ver um catálogo gigante e incrível dos anos 1930 e o manual de operação brasileiro dos anos 1940

No meio do caminho tinha uma letra, tinha uma letra no meio do caminho

Escrita ou não numa pedra
tinha uma letra no meio do caminho (…)

E me desculpem, não escrevia poesia nem na quinta série do ensino fundamental, quando valia nota.

Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra
Tinha uma letra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma letra

A ideia aqui foi documentar as letras com as quais me deparo no meu cotidiano. A maior parte das fotos foram tiradas despretenciosamente com a câmera do iPhone 4S. Letras bem desenhadas ou não, formas boas, ruins, estranhas, clássicas, não importa. Em algum momento elas me tocaram, noutro eu as toquei, as avistei num canto quase perdido no meio das cidades. E aos poucos essa lista de imagens cresce.

Já temos o No meio do caminho tinha uma letra 2 – Naturalmente grunge

Eu o convido a fazer fotos das letras que se depara durante uns dias, publicar em algum serviço de foto e dividir com todos nos comentários. Topa?
😉

Design + ice = DESIGNICE!

Design + ice = Designice!

Quando eu criei o blog em setembro de 2009 muita gente me perguntava o que significava DESIGNICES. Alguns achavam que era uma mistura de design com nice, outros que era alguma coisa qualquer sem significado. Na real, como explico no sobre, DESIGNICES seria algo como “coisas de design”. Mas a mais legal dessas percepções foi quando alguém – e eu não lembro mesmo quem – me perguntou se meu blog era sobre “design de gelo”. Não, não é… MAS já que sugeriu, aí vai: Design + ice!

Design + ice = DESIGNICE

Design + ice = DESIGNICE

Design + ice = Designice!

Design + ice = Designice!

Como fazer design+ice?

Antes de DESIGN+ICE eu escrevi apenas DESIGN para ver como ia ficar e tirei foto com a câmera do iPhone 4s:

Design + ice = Designice!

Achei bem interessante o resultado mas queria modificar um pouco a iluminação. Não queria usar cores nem nada pra destacar as letras, apenas o gelo. O visual que queria era como escrito num iceberg à noite. E que tivesse um casal chamado Rose e Jack num navio próximo e OPS! Desculpe, me empolguei. Conforme eu fazia os testes, o gelo dava uma leve derretida e as letras perdiam os floquinhos e ficava mais liso e com brilho. A palavra foi montada dentro de um prato com gelo. Para tais fotos eu coloquei a câmera dentro do freezer e fechava, fotografei com o temporizador. As letras passaram a ficar como eu queria com a iluminação improvisada de uma lanterna de led com a tampa de um pote por cima, pra não estourar a luz no gelo. Pra não molhar a lanterna tinha um pratinho plástico de bolo por baixo. E viva as gambiarras:

Design + ice = Designice!

Que tal?

Da série de trocadilhos tipográficos ainda tem a FUTURA FERRUGEM e a TRIPOGRAFIA 🙂

Hyper-activi-typo-graphy – From A to Z

Hyperactivitypography - capa

Quando me deparei com o Hyperactivitypography – From A to Z a primeira vez eu achei que era apenas uma brincadeirinha inocente num livro totalmente despretensioso sobre tipografia. E foi começar folheá-lo para encontrar diversos valores bem interessantes e propostas de breves exercícios que não tem em (quase) nenhum dos renomados e tradicionais livros de tipografia. Considero o Hyperactivitypography – From A to Z uma feliz tacada da editora Gestalten: ao passo que a história da tipografia, anatomia do tipo, variações de corpo e afins a apresentação de seu conteúdo é extremamente divertida e inusitada. É exatamente como uma “cartilha de tipografia”, tem piadinhas, curiosidades, detalhes minunciosos sobre as letras. Como todo o conteúdo é ilustrado e em formato de pequenos desafios e passatempos, não existe um aprofundamento textual maior sobre o assunto mas vale muito a pena pela diferente forma de encarar um conteúdo legal e bem selecionado. Alguns exemplos do que se tem no livro, que tematiza a tipografia com capítulos de “A a Z”:

Hyperactivitypography

Hyperactivitypography

Hyperactivitypography

Hyperactivitypography

Hyperactivitypography

Hyperactivitypography

Em toda abertura de capítulo o leitor é convidado a preencher os campos “termo tipográfico” e “typeface” que comecem com a determinada letra.

Hyperactivitypography - verso

O que achou desse projeto? É favorável à exploração de outras maneiras de transmitir o conteúdo? Eu sou 😉

Guia de Tipografia [Timothy Samara]

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Acredito que a principal vantagem que os novos livros de design têm é a inclusão de velhas e vitais técnicas como os tradicionais só que elas são sinergicamente sintonizadas com o que acontece no momento atual do cenário do design. Um bom livro sobre fundamentos de tipografia não abordar tipografia em meios digitais por exemplo, com todas essas mudanças tecnológicas e suportes diferentes, me parece que falta alguma coisa. Faltas assim eu não senti no ótimo livro do Timothy Samara que tem como subtítulo Manual prático para o uso de tipos no design gráfico, lançado pela Editora Bookman.

A abordagem da publicação e a divisão dos capítulos me agradou bastante: você pode partir da base, dos fundamentos e seguir para o foco que lhe agrada, sejam cartazes, design de embalagem, livros, digital, tudo bem. De qualquer modo eu gosto de passear por todas essas áreas, devorar o livro todo, como fiz. Ah, a parte básica também dá uma boa carga de informações num panorama geral interessante. Tudo devidamente ilustrado e bem impresso.

Pra se ter uma ideia melhor do conteúdo:

Sumário

Iniciais
A tipografia está em todos os lugares
Tipos falantes

Fundamentos da Tipografia
Parte A. Mecânica do tipo
Princípios do desenho de letras
Variações do alfabeto
A óptica do espacejamento
A mecânica espacial dos parágrafos
Parágrafos em sequência

Parte B. Forma e função
Espaço: a fronteira tipográfica
Cor tipográfica
Ponto, linha e plano
Desenvolvendo hierarquias
O grid tipográfico
Quebrando o grid
Sistemas tipográficos

Parte C. Expressando o que não foi dito
Integrando tipo e imagem
A tipografia enquanto imagem
Cor na expressão tipográfica

Práticas Tipográficas
Design de tipos
Design de livros
Textos colaterais
Design de sites
Impressos efêmeros
Cartazes
Tipografia em movimento
Identidade visual
Tipografia ambiental
Publicações
Embalagem

E alguns exemplos de como o conteúdo é visualmente explorado:

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Guia de Tipografia - Timothy Samara

Guia de Tipografia - Timothy Samara
Guia de Tipografia - Timothy Samara

Alguém aí já viu o livro? Leu? Tem? Gostaria de ter? Comenta aí, então! 🙂

Futura

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Mais um experimento da série Trocadilhos Tipográficos. Dessa vez fiz tipos Futura com ferrugem, em negativo e em positivo, com o verso de uma lata de tinta de 18 litros.

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Como foi feito

1 – Bons estiletes, uma base de corte, um grid áureo e a palavra FUTURA, com a fonte Futura, impresso em A3:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

2 – Fiz uma máscara com o texto:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

3 – Apliquei spray para demarcar a palavra FUTURA em duas chapas de metal, uma para fazer em positivo e outra em negativo:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

4 – Chapa com a tinta aplicada na máscara:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

5 – Com uma chave de fenda usada como lápis, fui contornando cada letra e raspando os locais desejados em cada chapa. Ao fundo, minha tia Eliana perguntava:
– O que tá fazendo, meu sobrinho?
– Tô fazendo letras com ferrugem, tia…
– Ah, bom…

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

6 – Com a raspagem, a película que protege a chapa de enferrujar sai. Essa, no caso, era a FUTURA com a ferrugem em negativo:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

7 – Desenvolvimento da FUTURA em positivo:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

8 – Exemplo das chapas finalizadas e detalhes:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

9 – Com água e sal, agilizei o processo da ferrugem. Essa sequência é foto pela manhã e outra pela noite da versão em negativo:

Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo Futura Ferrugem - Processo

10 – Por fim as chapas finalizadas:

Tipografia experimental FUTURA, feita em ferrugem

Agradecimentos especiais para o meu irmão e fotógrafo Marco Moreira (@ximarquinho), do Magelstudio, pelas fotos bacanas que ele gentilmente tirou pra mim das chapas e ao Seu Rodolfo, também conhecido como meu pai, que cortou na tesoura cada uma dessas chapas, depois de conseguir uma lata de tinta e limpá-la toda pra mim.

6 meses depois…

Seis meses depois fui pegar as chapas novamente. Quero ver fazer esses ruídos no Photoshop!

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois

Futura Ferrugem - 6 meses depois