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	<title>designices &#187; maizena</title>
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	<description>design, livros, tipografia e referências</description>
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		<title>Do maíz à MAIZENA &#8211; Tadeu Costa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 23:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Coleção textosdesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Agradável foi a minha surpresa quando, no Lançamento da Revista TIPOITALIA, encontrei tanto meu ex-professor Tadeu Costa quanto o seu livro, Do Maíz à MAIZENA®, da Editora Rosari. E lá mesmo resolvi comprá-lo. O Tadeu fez essa pesquisa por muito tempo, 15 anos, e a utilizou em 2001, na sua pós-graduação na Cásper Líbero, [...]]]></description>
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<p>Agradável foi a minha surpresa quando, no <a title="Leia o post [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/revista-tipoitalia/" target="_blank">Lançamento da Revista TIPOITALIA</a>, encontrei tanto meu ex-professor Tadeu Costa quanto o seu livro, Do Maíz à MAIZENA®, da Editora Rosari. E lá mesmo resolvi comprá-lo. O Tadeu fez essa pesquisa por muito tempo, 15 anos, e a utilizou em 2001, na sua pós-graduação na Cásper Líbero, em 2001. Em 2005 saiu o livro.</p>
<p>A leitura é rápida (em torno de 4 ou horas) e gostosa. A ideia principal do livro é mostrar o layout que se mantém o mesmo há mais de 140 anos e mostrar o pouco que mudou, seja uma tipografia aqui, seja um detalhe na ilustração dos índios ali. O autor detalha e explica tudinho, desde a história do início do amido de milho, passa pelas referências das plantações brasileiras como o Visconde de Sabugosa de Monteiro Lobato e em O Cortiço, de Aluísio Azevedo. Dezenove comerciais de TV são analisados e relacionados com a marca MAIZENA, além dos cartazes, anúncios de revistas, calendários de receitas e embalagens. É um trabalho bem completo, cheio de curiosidades e características do forte projeto de identidade da MAIZENA.</p>
<p>As únicas coisas que achei chato é que diversas imagens a editora não deve ter conseguido os direitos de mostrar (eu que imagino isso, não penso em outra explicação), então tem uma ilustra meio rafeada da embalagem, cartaz, comercial de tv. Fora que as imagens poderiam ser maiores para facilitar a análise visual de cada uma. Uma pena, mas não tira os méritos do conteúdo.</p>
<p>Ok, ok&#8230; Eu confesso: Depois de ler o livro a primeira coisa que fiz foi tomar um mingau de MAIZENA ®&#8230; É claro que eu teria que comprar a embalagem vigente pra comparar com a última do livro, que é de 2005:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-637" title="Embalagem de Maizena em 2010" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/embalagem-de-maizena.jpg" alt="Embalagem de Maizena em 2010" width="590" height="800" /></p>
<p>É engraçado como a gente as vezes &#8220;não nota&#8221; a mudança das embalagens ou então não sabe falar o que mudou. Também é curioso analisar como algumas marcas ficam com a mesma base da embalagem, como a MAIZENA®. Quem sabe até valeria a pena uma pesquisa, um estudo mais aprofundado em cada uma delas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-638" title="Embalagens do Chocolate &quot;do Padre&quot;, do Antisséptico Granado, sopa Campbell's e Creme Nívea" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/chocolate-do-padre-campbells-granado-nivea.jpg" alt="Embalagens do Chocolate &quot;do Padre&quot;, do Antisséptico Granado, sopa Campbell's e Creme Nívea" width="590" height="886" /></p>
<p>Aliás, agradecimentos para Luciene Antunes (<a title="Abre o Twitter [em uma nova janela]" href="http://twitter.com/luci_n" target="_blank">@luci_n</a>) pela embalagem do Creme Nívea e para a Carol Hungria  pela embalagem do antisséptico Granado.</p>
<p>E aí, alguém lembra de mais embalagens que seguem essa linha de &#8220;identidade imortal&#8221;? Pode deixar nos comentários, eu não ligo! <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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