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	<title>designices &#187; design brasileiro</title>
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	<description>design, livros, tipografia e referências</description>
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		<title>O Amigo da Onça (1943-1961), por Péricles</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQs]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1940]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1950]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos primeiros contatos que tive com a linguagem de HQs foi com certeza O Amigo da Onça (o outro foi nas revistas do Fantasma), num livro que meu pai comprou nos anos 1970 e que me explicava as piadas &#8230; <a href="http://designices.com/o-amigo-da-onca-1943-1961-por-pericles/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2995" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-01.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="810" /></p>
<p>Um dos primeiros contatos que tive com a linguagem de HQs foi com certeza <strong>O Amigo da Onça</strong> (o outro foi nas revistas do <a title="O Fantasma [em uma nova aba]" href="http://designices.com/o-fantasma/" target="_blank">Fantasma</a>), num livro que meu pai comprou nos anos 1970 e que me explicava as piadas sarcásticas, desnecessariamente sacanas e politicamente incorretas do personagem do cartunista Péricles, que saíam na revista O Cruzeiro e faziam o maior sucesso. Mais algumas das charges do malandro carioca:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2996" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-02.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="834" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2997" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-03.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="792" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2998" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-04.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="770" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2999" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-05.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="785" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3000" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-06.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="776" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3001" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-07.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="819" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3002" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-08.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="807" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3003" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-09.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="808" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3004" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-10.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="807" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3005" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-11.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="794" /></p>
<p>Todas as imagens das charges foram fotografadas da edição especial Nostálgica do Cruzeiro de <strong>O Amigo da Onça</strong>:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2994" title="O Amigo da Onça, de Péricles" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2012/04/o-amigo-da-onca-00.jpg" alt="O Amigo da Onça, de Péricles" width="600" height="764" /></p>
<h3>Pra quem quer saber um pouquinho mais&#8230;</h3>
<p>Péricles (<strong>Péricles de Andrade Maranhão</strong>) nasceu em Recife em 1924 e muito novo, aos 17, foi tentar se aventurar desenhando profissionalmente. Deixou sua cidade e foi para o Rio de Janeiro. Participou das revistas <strong>O Guri</strong> com seu personagem &#8220;<strong>Oliveira, o Trapalhão</strong>&#8220;. Na revista <strong>A Cigarra</strong> desenhava os quadros &#8220;<strong>Cenas Cariocas</strong>&#8220;, &#8220;<strong>Miriato, o Gostosão</strong>&#8221; e o próprio &#8220;<strong>Oliveira</strong>&#8220;. Mas nenhum desses chegou próximo do sucesso que fez <strong>O Amigo Da Onça</strong>, que foram desenhados (pelo seu criador) de 1943 até 1961 na revista <strong>O Cruzeiro</strong> e eram, segundo as pesquisas, a seção mais lida e adorada de todas. Crianças, adultos e idosos se divertiam com o personagem que foi encomendado para expressar na época a essência cotidiana do Rio de Janeiro para todo mundo, inclusive que não morasse lá. Péricles se suicidou em 1961, no último dia do ano, se trancou em casa e deixou o gás ligado. Infelizmente não tem quase nada publicado sobre o ilustrador. <strong>Editoras, cadê vocês nessa hora?</strong></p>
<p>E você, lia algo diferente do convencional quando era criança?</p>
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		<title>Gustavo Piqueira</title>
		<link>http://designices.com/gustavo-piqueira/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[designers]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo piqueira]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum saber o nome de bons profissionais da área de branding, outros bons escritores, outros bons ilustradores, bons tipógrafos, designers que trabalham com embalagem&#8230; Difícil é encontrar caras como Gustavo Piqueira, que faz tudo isso com qualidade invejável. Hoje &#8230; <a href="http://designices.com/gustavo-piqueira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum saber o nome de bons profissionais da área de branding, outros bons escritores, outros bons ilustradores, bons tipógrafos, designers que trabalham com embalagem&#8230; Difícil é encontrar caras como Gustavo Piqueira, que faz tudo isso com qualidade invejável.</p>
<p>Hoje Gustavo Piqueira é o líder da <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.casarex.com.br/" target="_blank">Casa Rex</a>, uma &#8220;casa de design&#8221; como eles gostam de chamar com bases em São Paulo e Londres. Ele é designer gráfico e possui o maior número de premiações em toda a história das Bienais da ADG de design gráfico: 48 prêmios. Além desses todos, Gustavo Piqueira tem prêmios internacionais, como o Communication Arts Design Awards, AIGA 50/50, How Design Awards, Pentawards e Rebrand100. Mas dá uma conferida antes de contar &#8220;só com esses&#8221;, é provável que ele tenha ganhado algum outro <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Gustavo Piqueira também desenvolve alfabetos, inclusive alguns distribuídos pela T26 (<a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.t26.com/search?q=piqueira" target="_blank">ver as fontes de Gustavo Piqueira no T26</a>) e algumas grauitas no próprio site da <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.casarex.com.br" target="_blank">Casa Rex</a>, categoria &#8220;Design Experimental&#8221;. E não acaba aí: Gustavo também ilustra livros infantis e é autor de dez livros, de diversos assuntos. Um deles  já foi citado aqui, é o <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/morte-aos-papagaios-gustavo-piqueira/" target="_blank">Morte aos Papagaios</a>, que só pela ousadia do nome desse pra um livro de design gráfico (e ele explica o porquê disso), merece ser lido.</p>
<p>Atualmente Gustavo Piqueira (além de tudo isso) coordena uma coleção de filosofia clássica que vai ser lançada pela WMF Martins Fontes.</p>
<p>A seguir alguns trabalhos desse grande (e bastante híbrido!) designer brasileiro:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1120" title="Meu Pai Não Mora Mais Aqui - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/mau-pai-nao-mora-mais-aqui-capa-600x808.jpg" alt="" width="600" height="808" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1122" title="Meu Pai Não Mora Mais Aqui - Interna" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/mau-pai-nao-mora-mais-aqui-internas01.jpg" alt="" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1122" title="Meu Pai Não Mora Mais Aqui - Interna" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/mau-pai-nao-mora-mais-aqui-internas02.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1125" title="Outras capas de Gustavo Piqueira" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/livros-gustavo-piqueira-descoladas.jpg" alt="" width="590" height="815" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1127" title="Cartaz para a Feira de Livros da USP" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa-Rex_poster-FLUSP1.jpg" alt="Cartaz para a Feira de Livros da USP" width="590" height="826" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1127" title="Cartaz para a Feira de Livros da USP" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa-Rex_poster-FLUSP2.jpg" alt="Cartaz para a Feira de Livros da USP" /></td>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1127" title="Cartaz para a Feira de Livros da USP" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa-Rex_poster-FLUSP3.jpg" alt="Cartaz para a Feira de Livros da USP" /></td>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1127" title="Cartaz para a Feira de Livros da USP" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa-Rex_poster-FLUSP4.jpg" alt="Cartaz para a Feira de Livros da USP" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1137" title="Livro Nosso Filme - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa_Rex_Nosso-filme1.jpg" alt="Livro Nosso Filme - Capa" width="590" height="810" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1137" title="Livro Nosso Filme - Interna" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa_Rex_Nosso-filme2.jpg" alt="Livro Nosso Filme - Interna" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-1137" title="Livro Nosso Filme - Interna" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa_Rex_Nosso-filme3.jpg" alt="Livro Nosso Filme - Interna" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-1137" title="Livro Nosso Filme - Interna" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/Casa_Rex_Nosso-filme4.jpg" alt="Livro Nosso Filme - Interna" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="Morte aos Papagaios [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/morte-aos-papagaios-capa.jpg" alt="Morte aos Papagaios [Gustavo Piqueira] - Capa" width="590" height="928" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="Marlon Brando [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/marlon-brando-capa.jpg" alt="Marlon Brando [Gustavo Piqueira] - Capa" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="Coadjuvantes [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/coadjuvantes-capa.jpg" alt="Coadjuvantes [Gustavo Piqueira] - Capa" /></td>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="São Paulo Cidade Limpa [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/sao-paulo-cidade-limpa-capa.jpg" alt="São Paulo Cidade Limpa [Gustavo Piqueira] - Capa" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="A Vida Sem Graça de Charllynho Peruca [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/charllynho-capa.jpg" alt="A Vida Sem Graça de Charllynho Peruca [Gustavo Piqueira] - Capa" /></td>
<td align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="Diários Descobertos [Gustavo Piqueira] - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/diarios-descobertos-capa.jpg" alt="Diários Descobertos [Gustavo Piqueira] - Capa" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1150" title="Alfabeto Cabourg, de Gustavo Piqueira" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cabourg-gustavo-piqueira.jpg" alt="Alfabeto Cabourg, de Gustavo Piqueira" width="590" height="590" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-1151" title="Capas dos livros da Coleção Clássicos Saraiva, criadas por Gustavo Piqueira" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/colecao-classicos-saraiva-489x1024.jpg" alt="Capas dos livros da Coleção Clássicos Saraiva, criadas por Gustavo Piqueira" width="489" height="1024" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1152" title="Box do livro &quot;Escrito sobre Jade&quot;, projeto gráfico de Gustavo Piqueira" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/escrito-sobre-jade-box-capa.jpg" alt="Box do livro &quot;Escrito sobre Jade&quot;, projeto gráfico de Gustavo Piqueira" width="590" height="679" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1153" title="Capas de livros da Coleção Linguagem, projeto de Gustavo Piqueira" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/colecao-linguagem-capas.jpg" alt="Capas de livros da Coleção Linguagem, projeto de Gustavo Piqueira" width="590" height="409" /></p>
<p>Essa pequena biografia junto das lindas imagens dos trabalhos só foi possível por causa da boa vontade do próprio Gustavo Piqueira, que me atendeu com muita prestatividade e rapidez. Obrigado!</p>
<p>Links:<br />
<a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.casarex.com.br" target="_blank">www.casarex.com.br</a><br />
<a title="Abre o blog [em uma nova janela]" href="http://blog.casarex.com.br" target="_blank">http://blog.casarex.com.br</a><br />
<a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://twitter.com/casarex" target="_blank">http://twitter.com/casarex</a><br />
Livros/Textos: <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://gustavopiqueira.wordpress.com" target="_blank">http://gustavopiqueira.wordpress.com</a></p>
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		<title>Mônica: A criação do personagem brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 00:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[HQs]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[mauricio de souza]]></category>

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		<description><![CDATA[O Maurício de Souza, sem dúvida, tem uma carreira brilhante: Soube dar identidade e personalidade às suas criações, foi e é admirado por diversos nomes dos mais importantes das histórias em quadrinhos mundiais, soube fazer seu trabalho principal e empreendedor &#8230; <a href="http://designices.com/monica-a-criacao-do-personagem-brasileiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Maurício de Souza, sem dúvida, tem uma carreira brilhante: Soube dar identidade e personalidade às suas criações, foi e é admirado por diversos nomes dos mais importantes das histórias em quadrinhos mundiais, soube fazer seu trabalho principal e empreendedor muito bem, tem fama internacional (talvez até muito mais do que imaginamos&#8230;) e tudo começou, no caso da Turma da Mônica, com inspiração na sua filha.  E é essa força, a carreira e as mudanças da Mônica e sua turma que <span style="color: #000000;"><del>estão</del></span> estiveram na exposição &#8220;Mônica: A criação do personagem brasileiro&#8221; (QUE ACABOU), assim como as versões ao redor do mundo e as interpretações das personagens por outros grandes e renomados ilustradores.</p>
<p>Tem a capa da primeira revista da Mônica e a sua turma, do comecinho da década de 1970:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica00.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Entre outras esculturas, a que mais me chamou a atenção foi a do &#8220;Cebolinha, o Pensador&#8221;, logo na entrada:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica01.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Essa é a Mônica original, filha do Maurício de Souza, segurando o coelho de pelúcia:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica02.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>O processo criativo do Maurício de Souza, nos traços simplificados e peculiares de sua personagem mais famosa:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica03.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>E Turma da Mônica em vários idiomas:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica04.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica05.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica06.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica07.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica08.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica09.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>O &#8220;encontro&#8221; da Mõnica real e a Mônica dos quadrinhos, na Folhinha de São Paulo de 1964:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica10.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Mônica pelo mestre Will Eisner, encontrando Spirit:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica11.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Maurício de Souza com ilustradores estrangeiros, como os criadores da Hello Kitty e do Garfield:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica12.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Mõnica no Rio, por Milo Manara:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica13.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica14.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" title="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/expo-monica15.jpg" alt="Foto da Exposição &quot;Mõnica: a Criação do personagem brasileiro&quot;. Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)" /></p>
<p>Vimos (eu, <a title="Abre em uma nova janela" href="http://twitter.com/mari_nobre" target="_blank">@mari_nobre</a> e <a title="Abre em uma nova janela" href="http://twitter.com/ximarquinho" target="_blank">@ximarquinho</a> do blog <a title="Abre o blog [em uma nova janela]" href="http://magelstudio.com.br/" target="_blank">Magel Studio</a>) essa exposição no Sabadão Cultural que fizemos e o Marco documentou em seu blog (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://magelstudio.com.br/2010/08/23/sabadao-cultural/" target="_blank">leia o post</a>) e me cedeu uso de todas as fotos que tirou (veja seu <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.flickr.com/photos/marcomoreira" target="_blank">Flickr</a>, vale a pena!)</p>
<p><del>A exposição fica até o dia 27 de setembro no <strong>Espaço Cultural Citi</strong>:</del><br />
<del> Av. Paulista, 1111, térreo, (11) 4009-3000 (<a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=Av.+Paulista,+1111,+sao+paulo&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=51.355924,79.013672&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=Av.+Paulista,+1111+-+Bela+Vista,+S%C3%A3o+Paulo,+01311-200,+Brazil&amp;z=17&amp;iwloc=r2" target="_blank">ver mapa do local</a>)</del><br />
<del> Segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas</del><br />
<del> Entrada <strong>GRATUITA</strong></del></p>
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		<title>Design não tem regulamentação. Ainda bem!</title>
		<link>http://designices.com/design-nao-tem-regulamentacao-ainda-bem/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias li a indignação de alguns designers por conta da regulamentação da profissão de astrólogo ou algo assim. Será que eles consultavam os seus mapas astrais pra fazer as cores do layout? Bah&#8230; E entramos de novo em discussões &#8230; <a href="http://designices.com/design-nao-tem-regulamentacao-ainda-bem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias li a indignação de alguns designers por conta da regulamentação da profissão de astrólogo ou algo assim. Será que eles consultavam os seus mapas astrais pra fazer as cores do layout? Bah&#8230; E entramos de novo em discussões sem fim, como a dos <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/infografico-como-os-micreiros-prejudicam-os-designers/" target="_blank">designers e micreiros</a>.</p>
<p>Sério, eu sou extremamente feliz do jeito que está e farei tudo possível pra profissão de designer NÃO ser regulamentada. Antes de colocar meu nome na boca do sapo, deixe-me explicar direitinho.</p>
<p>A ideia é obrigar o sujeito ser formado pra exercer a profissão? Então ferrou. Formação superior atualmente não significa nada. Quantos formados péssimos você conhece? Qual a garantia que temos da formação? O melhor e o pior aluno de cada curso tem o diploma. Fora o fato de que não falta são cursos porcos de terrível qualidade em instituições com professores de conhecimento questionável (pra não falar sem conhecimento algum). E eu asseguro que conheço tantos designers formados que não têm qualidade quanto designers não formados com qualidade bem interessante. Que tal se a gente continuar se apoiando em portfolios pra contratar os serviços de um designer? Quase nunca falha. E a formação que se lasque.</p>
<p>Vamos pensar na sequência de fatos:<br />
<strong>1. Design passa a ser profissão regulamentada</strong><br />
<strong> 2. Passa a ser OBRIGAÇÃO ser formado</strong><br />
Nesse momento, além de dezenas de faculdades porcas aparecerem e &#8220;prepararem&#8221; o profissional para exercer a profissão (sem ajudar em nada pela causa da regulamentação), todo mundo vai TER que fazer design. Diploma passa a ser importante. O legal de um curso é ter pessoas interessadas em aprender, não em se formar e &#8220;se livrar logo&#8221;. Se hoje temos um bando de vagabundo entrando nos cursos porque acham que vão ficar sem fazer nada e terem uma megaideia que revoluciona o mundo, achando que design vai formá-lo como artista, que design é uma profissão que não precisa ler, nem nada, tentem pensar como seria se além disso o design fosse obrigatório pra exercer? Pensem no número de pessoas que fariam por obrigação.<br />
<strong> 3. Mais desvalorização do profissional</strong><br />
Estaremos cercados de designers apoiados em diploma, formados, que poderão trabalhar como os nossos micreiros o fazem agora. Mas está regulamentado. Grande coisa.</p>
<p>Ainda acha que regulamentar resolve? Nem a ADG briga por isso. Sei que isso dá &#8220;pano pra manga&#8221;.  Comenta aí, vai? <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>História da Tipografia no Brasil</title>
		<link>http://designices.com/historia-da-tipografia-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 11:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre ouvimos falar da história da Garamond, Times, Helvetica, dos cartazes construtivistas russos, das belas composições da Bauhaus, entre muitos outros. A maior parte dos livros que temos acesso trata de designers gringos e de ótimos trabalhos projetuais pelo mundo. &#8230; <a href="http://designices.com/historia-da-tipografia-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-651" title="Capa do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-capa.jpg" alt="Capa do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="590" /></p>
<p>Sempre ouvimos falar da história da Garamond, Times, Helvetica, dos cartazes construtivistas russos, das belas composições da Bauhaus, entre muitos outros. A maior parte dos livros que temos acesso trata de designers gringos e de ótimos trabalhos projetuais pelo mundo. Mas e aqui na terra Tupiniquim, como essa &#8216;coisa toda&#8217; aconteceu?</p>
<p>Infelizmente nas livrarias temos poucas coisas que falam diretamente das origens do design brasileiro. O &#8220;Design brasileiro antes do design&#8221;, de Rafael Cardoso, é um deles. Mas é fora das lojas de livros (novos) que podemos encontrar essa maravilha de publicação do MASP, no final dos anos 1970: A História da Tipografia no Brasil trata em 18 páginas (de texto) um pouco dos primórdios do uso de tipos móveis em território nacional brasileiro contextualizado pelo que acontecia no exterior, fala da repressão que era evidente na época (afinal, o meio mais forte da difusão de ideias eram os impressos). As outras mais de 240 páginas são de referências das publicações da época. E haja referência! São anúncios reais, decretos, certificados, capas de livro, receitas e uma infinidade de outros. A base das imagens é a partir de 1808, quando chegou no Brasil a família real e &#8220;trouxe&#8221; a Imprensa Régia.<br />
Alguns exemplos das páginas e das imagens:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-655" title="Folha de rosto do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-rosto.jpg" alt="Folha de rosto do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="590" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-653" title="Exemplo de página interna do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-interna.jpg" alt="Exemplo de página interna do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="590" /></p>
<p><img title="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-tiradentes-e-lg-junior.jpg" alt="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="438" /></p>
<p><img title="Ilustração do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-cidade-do-tiradentes.jpg" alt="Ilustração do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="444" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-658" title="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-vinho-dananaz.jpg" alt="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="415" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-656" title="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-sabao-almanach-bristol-cousas-577x1024.jpg" alt="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" width="577" height="1024" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-654" title="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/historia-da-tipografia-no-brasil-romance.jpg" alt="Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil" width="590" height="722" /></p>
<p>Atualmente é difícil encontrar esse belo livro por menos de R$ 80,00 nos sebos, mas vale uma boa vasculhada. Dá pra tentar também online, no site <a title="Abre os resultados de busca do livro no site Estante Virtual [em uma nova janela]" href="http://www.estantevirtual.com.br/Masp+Historia+da+Tipografia+no+Brasil" target="_blank">Estante Virtual</a> e também no <a title="Abre os resultados de busca do livro no site Mercado Livre [em uma nova janela]" href="http://lista.mercadolivre.com.br/%22hist%C3%B3ria-da-tipografia-no-brasil%22" target="_blank">Mercado Livre</a>.</p>
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		<title>Design brasileiro e identidade nacional</title>
		<link>http://designices.com/design-brasileiro-e-identidade-nacional/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Junto com a longa discussão de designers versus micreiros, a procura da identidade nacional ou o design autêntico brasileiro foram temas que tomaram muitas e muitas aulas durante minha graduação, entre 2002 e 2005. Ok, aceito que é a partir &#8230; <a href="http://designices.com/design-brasileiro-e-identidade-nacional/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Junto com a longa discussão de <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/infografico-como-os-micreiros-prejudicam-os-designers/" target="_blank">designers versus micreiros</a>, a procura da identidade nacional ou o design autêntico brasileiro foram temas que tomaram muitas e muitas aulas durante minha graduação, entre 2002 e 2005.<br />
Ok, aceito que é a partir de discussões que a gente resolve (quase) tudo. Só que mais uma vez (a outra era com os micreiros) encontrávamos &#8220;<a title="Abre o post Morte aos Papagaios [em uma nova janela]" href="http://designices.com/morte-aos-papagaios-gustavo-piqueira/" target="_blank">papagaios</a>&#8221; que sempre repetiam as mesmas coisas. E todos resolviam cobrar a &#8220;cara do design brasileiro&#8221;. Acho que chegou a hora de perceber que nem todo palheiro vai ter uma agulha pra você procurar.</p>
<p>Qual cara tem nosso design? Aliás, que cara tem o design contemporâneo da Alemanha? E da Itália? E da Suíça? Se fôssemos falar de Bossa Nova, Carnaval, samba, Timbalada e futebol, tudo bem, entendo e concordo que sim, temos algo que é só nosso, único, quase inimitável. Mas e no design? Dá?</p>
<p>Eu duvido. Duvido mesmo. Qual é o Brasil visto de fora? Pelé, Ronaldo Gordo e Tom Jobim? Carnaval do Rio? Baianas? Bem, na porta da minha casa na Zona Leste de São Paulo, onde fui criado, nunca vi nada disso. Nem na pracinha que eu jogava bola. Nem no colégio e nem em lugar nenhum. Você já viu? Você foi criado com todas essas referências sempre presentes?</p>
<p>Como nos últimos dois parágrafos eu terminei com pontos de interrogação, vou parar de criar dúvidas e começar a dar meu ponto de vista. Desde 2002 eu busco saber o que é a tal da identidade do design nacional e nunca achei. Olhava as grandes revistas, não encontrava o poder do design brasileiro, visto que a maior parte delas se inspira (até mais do que deveriam) nas suas &#8220;originais&#8221; gringas. Olhava os cartazes e não os encontrava. Os websites? Não. Esses sempre são &#8220;bem fiéis&#8221; aos seus benchmarks. Nem as embalagens, nem os livros. Nem nas aberturas das novelas da Rede Globo (isso foi uma piada!). Pensei que poderiam ser as capas de LPs da Gravadora Elenco, nos anos 1950 e 60. Quem sabe então é a coleção das Revistas Senhor. Pode ser que estejam nas ilustrações de J. Carlos. Não. Nada disso.</p>
<p>Talvez nesse momento você esteja pensando que existe SIM identidades bem definidas em diversos países. E vai deixar nos comentários dicas da facilidade de identificar os projetos alemães da Bauhaus ou então as tipografias suíças. Mas isso não trata da identidade alemã nem suíça e sim de escolas desses países. Elas que tiveram uma identidade. Inclusive, falando de Bauhaus, muitos dos professores foram para os Estados Unidos quando o nazismo acabou com a escola, incorporando suas experiências nos projetos que fizeram por lá. Eram projetos americanos com cara de alemães? Não. Eram com cara da Escola Bauhaus. Da mesma forma temos a &#8220;cara&#8221; da Pop Art, do Expressionismo, do anti-design do Memphis Studio.</p>
<p>Na editora que trabalho tenho contato com gente de todo o Brasil. De cidades próximas a São Paulo e outras muito distantes. E cada pessoa, seja da mesma cidade que eu ou não, teve suas referências e vivências. O Brasil é um país enorme, que abrange todas as classes sociais e econômicas. Tem lugar com seca e tem lugar com enchentes. Você pode num canto se incomodar com uma geada e noutro com calor 40 graus. E cada lugar tem seus valores, suas tradições e a vista das &#8220;portas de cada casa&#8221;. E nenhuma porta de casa tem as baianas, o Pelé,  o Ronaldo Gordo e nem o Tom Jobim juntos. Seria possível amarrar todas essas pontas com uma só cara? Repito: Duvido. Afinal de contas, não podemos usar  sempre e somente a paleta da bandeira pra justificar nossa identidade.Nem acho que exista um &#8220;design paulista&#8221;, um &#8220;design carioca&#8221; e nem gaúcho.</p>
<p>Acredito que precisamos parar logo com essa necessidade louca de ter identidade nacional e aceitar logo que somos um grande mix de coisas e, dentro dessa mistura, tem um monte de gente que tem seus próprios mixes de conteúdo. Assim como muitos outros lugares do mundo. Eu cresci ouvindo músicas que eu gostava, que minha mãe gostava, que meu pai gostava. Isso me deu vontade de vasculhar antiguidades atrás de outros sucessos e assim aprendi a reconhecer as capas dos discos desses segmentos. E eram bem diferentes das de heavy metal que alguns amigos gostavam. E diferentes por sua vez de um ou outro que curtiam o psicodelismo do Caetano. Ganhei muitas referências visuais com os filmes que assistia, bem diferente por exemplo das que minha namorada tem. E assim vai.</p>
<p>Acho estranho isso não ser escancaradamente assumido. Ou então quem sabe eu esteja errado. Enfim, de posts cheio de imagens os blogs de design estão cheios. Aproveita e coloca tua opinião aí nos comments, concordando ou não.</p>
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		<title>8 livros de design por menos de R$ 50 cada</title>
		<link>http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/</link>
		<comments>http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[calvin]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Lupton]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>
		<category><![CDATA[John Maeda]]></category>
		<category><![CDATA[rosari]]></category>
		<category><![CDATA[Will Eisner]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (leia!) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí &#8230; <a href="http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/10-livros-essenciais-por-menos-de-r-5000-cada/" target="_blank">leia!</a>) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí vai uma lista atualizadíssima e claro, preços valendo apenas na data do post!</p>
<h3>ABC da Bauhaus &#8211; Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller</h3>
<p>Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/abc-da-bauhaus-a-bauhaus-e-a-teoria-do-design-FNAC,,livro-520453-1.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 44,00</p>
<h3>Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski</h3>
<p>Livro +  DVD de uma entrevistona com o <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/275703" target="_blank">Americanas</a>, R$ 44,90<br />
Leia o post <a title="Post a respeito do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]</a></p>
<h3>As Leis da Simplicidade, de John Maeda</h3>
<p>O designer-artista-e-professor-do-<a title="Página do MIT [abre em uma nova janela]" href="http://web.mit.edu/" target="_blank">MIT</a> John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o <a title="Home do blog, em inglês [abre em uma nova janela]" href="http://lawsofsimplicity.com/" target="_blank">The Laws of Simplicity</a>.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/574033" target="_blank">Americanas</a>, R$ 27,90</p>
<h3>Do Maíz à Maizena &#8211; Um Layout de 140 Anos, de Tadeu Costa</h3>
<p>A embalagem de Maizena sempre pareceu &#8220;igual&#8221; pra todos. E num mundo de propagandas e logos que não duram muito, como permanecer sem modificações por muito tempo (afinal, 140 anos é muita coisa, né?)? É o que Tadeu Costa explica nesse livro, rápido e gostoso de ler, além de mostrar todas as mudanças da embalagem, comerciais de TV, anúncios e calendários de receitas.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.fnac.com.br/do-maiz-a-maizena-um-layout-de-140-anos-9788588343412-FNAC,,livro-445566-2049.html" target="_blank">Fnac</a> R$ 25,50</p>
<h3>Linguagens do Design &#8211; Compreendendo o Design Gráfico, de Steven Heller</h3>
<p>A possibilidade da leitura não-linear e o ótimo conteúdo me agradaram bastante. O autor mostra diversos &#8220;ícones&#8221; do design e conta sua história e curiosidades, como a Suástica, o símbolo da paz, cartazes, caixas de fósforos japonesas, embalagens de aparelhos de barbear&#8230;</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/linguagens-do-design-compreendendo-o-design-grafico-9788588343474-FNAC,,livro-445568-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 38,25</p>
<h3>Nova York &#8211; A vida na cidade grande, de Will Eisner</h3>
<p>Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/nova-york-a-vida-na-cidade-grande-FNAC,,livro-522507-2160.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 39,90</p>
<h3>O Mundo é Mágico &#8211; As Aventuras de Calvin e Haroldo, de Bill Watterson</h3>
<p>A simplicidade e inocência do Calvin nessa coletânea de suas tirinhas. Ideal pra dar aquela &#8220;quebrada&#8221; entre um livro de design e outro.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1871191/mundo+e+magico+:+as+aventuras+de+calvin+e+haroldo,+o" target="_blank">Submarino</a>, R$ 19,90</p>
<h3>Projeto Tipográfico, de Cláudio Rocha</h3>
<p>Cláudio Rocha é tipógrafo brasileiro, trabalha com isso desde 1975, é diretor da Oficina Tipográfica São Paulo (leia o post &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-i-cartao-de-visita/" target="_blank">Curso de composição tipográfica manual Módulo I &#8211; Cartão de visita</a>&#8221; e também o &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-ii-cartaz/" target="_blank">Módulo II &#8211; Cartaz</a>&#8221; e editor da <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/revista-tipoitalia/" target="_blank">Revista TIPOITALIA</a>, idealizador e editor da Revista Tupigrafia, entre muitas outras atribuições. Nessa publicação ele conta de características da tipografia digital e analógica, a trajetória das fontes tanto técnica quanto estética, além de comentar tipos serifados, sem serifa e manuscritos. Essa é uma reedição revisada e ampliada do primeiro livro de tipografia que li na vida <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.2ab.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=101" target="_blank">2AB Editora</a>, R$ 33,48</p>
<p>Alguém tem mais sugestões nessa faixa de preço? Pode deixar nos comments <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Arquivo Público do Estado de SP</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 23:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1910]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1920]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[vintage]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei muito feliz quando vi essas e muitas outras imagens em tamanho grande pra ser ver na tela (eles, infelizmente, não deixam baixar&#8230;), baixar em PDF e consultar referências visuais do começo dos anos 1900. O Governo abriu esse acervo, &#8230; <a href="http://designices.com/arquivo-publico-do-estado-de-sp/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-607" title="Revista &quot;O Echo&quot;, de 1906" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/1906-o-echo.jpg" alt="Revista &quot;O Echo&quot;, de 1906" width="590" height="854" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-608" title="Revista &quot;O Malho&quot;, de 1906" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/1906-o-malho.jpg" alt="Revista &quot;O Malho&quot;, de 1906" width="590" height="836" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-609" title="Revista &quot;O Pharol&quot;, de 1908" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/1908-o-pharol.jpg" alt="Revista &quot;O Pharol&quot;, de 1908" width="590" height="869" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-610" title="Revista &quot;A Cigarra&quot;, de 1914" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/1914-a-cigarra.jpg" alt="Revista &quot;A Cigarra&quot;, de 1914" width="590" height="838" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-611" title="Revista &quot;O Fazendeiro&quot;, de 1920" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/03/1920-o-fazendeiro-capa.jpg" alt="Revista &quot;O Fazendeiro&quot;, de 1920" width="590" height="872" /></p>
<p>Fiquei muito feliz quando vi essas e muitas outras imagens em tamanho grande pra ser ver na tela <span style="color: #000000;"><del>(eles, infelizmente, não deixam baixar&#8230;)</del></span>, <strong>baixar em PDF</strong> e consultar referências visuais do começo dos anos 1900.</p>
<p>O Governo abriu esse acervo, segundo eles com mais de 250.000 imagens. As revistas podem ser folheadas e dá pra ler tudo (ou quase tudo), além de diversos jornais da época, anuários, fotos bem legais&#8230; Tá tudo aqui:<a title="Abre em uma nova janela" rel="nofollow" href="http://www.arquivoestado.sp.gov.br/a_acervo.php" target="_blank"> Arquivo Público do Estado de São Paulo</a></p>
<p>Pra quem gosta do design de coisas antigas, veja a tag <a title="Abre os posts com a tag vintage [em uma nova janela]" href="../tag/vintage/" target="_blank">vintage</a> do blog. Mas você também pode dar uma espiada nos meus posts com itens <a title="Abre os posts com a tag &quot;retrô&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/retro/" target="_blank">estilo rétro</a></p>
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		<title>Leite Moça Retro</title>
		<link>http://designices.com/leite-moca-retro/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1930]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1940]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1950]]></category>
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		<category><![CDATA[anos 1980]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[rétro]]></category>
		<category><![CDATA[segunda guerra mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nestlé aproveitou a &#8220;onda&#8221; vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 &#8230; <a href="http://designices.com/leite-moca-retro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Nestlé aproveitou a &#8220;onda&#8221; vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983. Ótima sacada da Nestlé, não?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-448" title="Latas retro de Leite Moça" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro.jpg" alt="" width="590" height="787" /></p>
<p>Embora o formato da lata, arredondada, não seja o da época, as adaptações ficaram bem interessantes. Ora contorno na tipografia, ora não. Ora adornos demais, ora não. Ora sem adorno algum&#8230;  Enfim, é bem interessante como referência visual dessas décadas poder compará-las e encontrar as características de cada movimento ou pensar na &#8220;época&#8221; de cada latinha. Aliás, o que aconteceu em cada uma dessas décadas?</p>
<h3>Leite Moça retro 1937</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-438" title="Lata retro de Leite Moça, de 1937" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1937.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A embalagem mantinha a cor original do produto &#8211; e não branca como as atuais (aliás, prefiro essa amareladinha). Reparem nos adornos dos ícones do Rio 1922 e na tipografia clássica utilizada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-439" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1937" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1937-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>A década de 1930 começou sofrendo pela crise econômica de 1929 dos Estados Unidos. Logo que começaram as invasões nazistas, a escola Bauhaus é fechada e os profissionais que lá trabalhavam vão para os Estados Unidos e Reino Unido. O design modernista norte-americano começou com o lançamento da revista &#8220;Advertising Arts&#8221;. Em 1932, Stanley Morisson prejetou a família Times New Roman pro jornal The Times, de Londres. O movimento Art Déco entra em ascensão. Surgiu o futurismo na Itália. No Brasil, J. Carlos prossegue com suas belas ilustrações (muitas delas bem patriotas) para as capas das revistas Fon-Fon, Rio Ilustrado e O Cruzeiro.</p>
<h3>Leite Moça retro 1946</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-440" title="Lata retro de Leite Moça, de 1946" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1946.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A Moça perde a cor vermelha e os ícones Rio 1922 ficam mais rebuscados com a cor de fundo. A tipografia &#8220;LEITE CONDENSADO&#8221; fica mais pesada e o MOÇA ganha contorno amarelo. O nome do produto começa a crescer na embalagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-441" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1946" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1946-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>Um fato muito importante para o design nessa década foi quando o presidente norte-americano Roosevelt fundou, em 1942, o Office of War Information (OWI), para informar sobre a Segunda Guerra Mundial em diversas mídias. Para isso foram contratados muitos designers e ilustradores. Começou a &#8220;Era de Ouro&#8221; das revistas quando elas começaram a destacar o pós-guerra. O designer modernista Paul Rand publicou sua monografia/manifesto chamada &#8220;Thoughts of design&#8221;.</p>
<h3>Leite Moça retro 1957</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-442" title="Lata retro de Leite Moça, de 1957" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1957.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>Os ícones Rio 1922 são simplificados, menos linhas e sem cor de fundo. O texto &#8220;LEITE CONDENSADO&#8221; ganha uma tipografia com mais curvas que dá mais contraste nas &#8220;relações grosso-fino&#8221; dos tipos, mais parecida com a da década de 1930. A palavra &#8220;MOÇA&#8221; cresce mais ainda e ganha contorno mais agressivo do que a dos anos 1940. A cor da lata passa a ser branca.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-457" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1957" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1957-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>O movimento pós-guerra fica ainda mais forte na intenção de aliviar as dores das perdas causadas esse período e divulgar a comunicação visual. O primeiro satélite, o Sputinik, foi lançado em 1954, mesmo ano que Alfred Hitchcock estreiou seu filme &#8220;Disque M Para Matar&#8221; (Dial M For Murder) que tinha efeitos 3D no cinema. Ainda em 1954, Bill Haley and His Comets gravaram <a title="Ver vídeo dessa música no Youtube [abre em uma nova janela]" href="http://www.youtube.com/watch?v=F5fsqYctXgM" target="_blank">Rock Around The Clock</a>, o primeiro rock do mundo. A pop-art começa em 1956 com a obra de recortes &#8220;Just what is it makes today&#8217;s homes so different, so appealing?&#8221;, de Richard Hamilton. No Brasil, mais precisamente na segunda metade da década, a Bossa Nova deu seus primeiros passos com Nara Leão, João Gilberto e toda a &#8220;turma&#8221; do Rio de Janeiro. <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a> voltou da Escola de Ulm e estava pronto para mudar o rumo do design nacional com todos os detalhes conceituais de seus projetos e postura profissional.</p>
<h3>Leite Moça retro 1970</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-444" title="Lata retro de Leite Moça, de 1970" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1970.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>Tanto o desenho da mocinha suíça quanto o nome do produto crescem para &#8220;estourar&#8221; na embalagem. Para tanto, foram reposicionados um ao lado do outro. Os ícones Rio 22 desaparecem e a imagem do ninho no logo da Nestlé aparece de background para a marca. O traço da ilustração foi simplificado e a moça não tem mais as listras no vestido</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-445" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1970" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1970-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>O movimento hippie, muito evidente na década anterior, perdeu suas forças (no Brasil isso apenas aconteceu na primeira metade dos anos 1980). Começou o movimento punk. Em 1971, Stanley Kubrich estreiou o filme &#8220;Laranja Mecânica&#8221; (A Clockwise Orange). Ainda nesse ano a estudante Carol Davidson criou o logotipo da Nike, o designer Milton Glaser criou a marca &#8220;I LOVE NY&#8221;. Em 1977, além da morte de Elvis Presley, George Lucas estreia o primeiro filme da série Star Wars. No último ano dessa década, o designer argentino (que mora no Brasil) Hugo Kovadloff começou a dirigir a SAO, divisão de design da <a title="Ver site da DPZ [abre em uma nova janela]" href="http://www.dpz.com.br/" target="_blank">agência DPZ</a>.</p>
<h3>Leite Moça retro 1983</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-446" title="Lata retro de Leite Moça, de 1983" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1983.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A versão retro dos anos 1980 é a que resolveu apostar num tamanho ainda maior para a palavra &#8220;MOÇA&#8221;, assim como para a ilustração da mocinha (que se tornou menos rebuscada que a de 1970). Não tinha mais ícone algum, nem a marca Nestlé tão evidente.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-447" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1983" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1983-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>Em 1980 nasceu o Grupo Memphis, talvez o primeiro movimento de design pós-moderno. Foi também nesse ano, mais precisamente em 23 de abril, 17:45, que nasceu o designer <a title="Ver meu perfil [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/author/rfratin/" target="_blank">Rogério Fratin</a>, hehehe! Steven Spielberg dirige o filme E.T. A partir dessa década que o design passou a ser produzido por computadores. Cores extravagantes, referência aos anos 1950 e efeitos 3D foram muito evidentes nesse período. Por falar em 3D, foi nessa década que nasceram os primeiros filmes 3d da <a title="Site da Pixar [abre em uma nova janela]" href="http://www.pixar.com" target="_blank">Pixar</a>. Os videogames e os computadores pessoais tornaram-se bem mais populares.</p>
<p>Alguém tem mais fatos interessantes de cada uma das décadas? Colabora aí nos comentários!</p>
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Lata de Panettone Retro da Bauducco</a></p>
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		<title>Lata de Panettone rétro da Bauducco</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 04:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Como de costume a Bauducco lançou latas especiais para seus panettones em versão &#8220;presente de Natal&#8221;. As embalagens antigas foram o tema dessa vez. A que achei mais interessante foi essa, baseada na década de 1950, década que Carlo Bauducco &#8230; <a href="http://designices.com/lata-de-panettone-retro-da-bauducco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como de costume a <a title="Site da Bauducco [abre em uma nova janela]" href="http://www.bauducco.com.br" target="_blank">Bauducco</a> lançou latas especiais para seus panettones em versão &#8220;presente de Natal&#8221;. As embalagens antigas foram o tema dessa vez. A que achei mais interessante foi essa, baseada na década de 1950, década que Carlo Bauducco trouxe o panettone pro Brasil, segundo informações na própria lata. A face principal utiliza ilustrações de rostos de crianças que foram retiradas de um caderno de receitas, sem data definida. As demais faces incluem fotografias de época (e tem imagens das décadas de 1960 e 70 também&#8230;?).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Lata de Panettone Retro, Bauducco" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/lata-panettone-retro-baucucco-frente.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Lata de Panettone Retro, Bauducco" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/lata-panettone-retro-baucucco-01.jpg" alt="Lata de Panettone Retro, Bauducco" width="290" height="290" /></td>
<td><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Lata de Panettone Retro, Bauducco" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/lata-panettone-retro-baucucco-02.jpg" alt="Lata de Panettone Retro, Bauducco" width="290" height="290" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Lata de Panettone Retro, Bauducco" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/lata-panettone-retro-baucucco-03.jpg" alt="Lata de Panettone Retro, Bauducco" width="290" height="290" /></td>
<td><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Lata de Panettone Retro, Bauducco" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/lata-panettone-retro-baucucco-tampa.jpg" alt="Lata de Panettone Retro, Bauducco" width="290" height="290" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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