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	<title>designices &#187; Cosac Naify</title>
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	<description>design, livros, tipografia e referências</description>
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		<title>Cartazes Musicais &#8211; Kiko Farkas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 18:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[kiko farkas]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagina um cliente chegar pra você enquanto apresenta sua proposta de projeto e falar &#8220;Não é isso que eu quero. Eu quero que você enlouqueça&#8221;. Geralmente é o contrário que acontece, ne? Pois bem, no caso de Kiko Farkas (acesse &#8230; <a href="http://designices.com/cartazes-musicais-kiko-farkas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2150" title="Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2011/03/cartazes-musicais-kiko-farkas1.jpg" alt="Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p>Imagina um cliente chegar pra você enquanto apresenta sua proposta de projeto e falar &#8220;Não é isso que eu quero. Eu quero que você enlouqueça&#8221;. Geralmente é o contrário que acontece, ne? Pois bem, no caso de <strong>Kiko Farkas</strong> (acesse o <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.kikofarkas.com.br/" target="_blank">site</a> dele) e a <strong>OSESP</strong> (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), foi exatamente o que aconteceu. Os responsáveis da <strong>OSESP</strong> chegaram até ele por conta das formas e das cores dos projetos da Máquina Estúdio e desse contato saíram quase 300 cartazes entre 2003 e 2007 para divulgar os concertos. &#8220;Liberdade total: o maestro não recusou de sua exigência inicial e bancou todas as nossas experiências&#8221;, conta Kiko em um dos capítulos do livro.</p>
<p>Além de mais 100 desses cartazes,  tem também um texto da <strong>Paula Scher</strong> (a renomada designer da <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.pentagram.com/" target="_blank">Pentagram</a>) de título &#8220;Alguns pensamentos sobre os cartazes de Kiko Farkas, de uma concorrente invejosa&#8221; onde ela assume &#8220;Este conjunto de esplêndidos cartazes demonstra a validade persistente da forma. Quisera eu tê-los feito.&#8221; e a história do projeto pelo próprio <strong>Kiko Farkas</strong> no texto &#8220;Uma brincadeira séria&#8221;. O livro segue com &#8220;Imagens da música&#8221;, por <strong>Arthur Nestroviski</strong> (que é o diretor artístico da OSESP, acesse seu <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.arthurnestrovski.com/" target="_blank">site</a>) e &#8220;Da livre natureza dos sistemas&#8221;, por <strong>João de Souza Leite</strong> (designer premiado, formado pela ESDI em 1974 e que começou sua carreira como assistente de Aloísio Magalhães).</p>
<p>Alguns exemplos dos <strong>cartazes musicais de Kiko Farkas</strong>:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-28.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-31.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-42.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-69.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-93.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-98.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2140" title="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/cartazes-musicais-kiko-farkas-pg-127.jpg" alt="Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p>E na quarta capa do livro tem um trecho do texto da <strong>Paula Scher</strong>:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2150" title="Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2011/03/cartazes-musicais-kiko-farkas2.jpg" alt="Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas" /></p>
<p>O que mais me chama a atenção nos cartazes é como Kiko e sua equipe interpretaram a música graficamente e não usou nenhum elemento de referência direta à orquestra, como instrumentos, músicos, maestro ou regente com uma batuta nem pautas musicais. Espero eu, um dia, poder atender um cliente tão bacana quanto a <strong>OSESP</strong> e ter a liberdade e ousadia que eles proporcionaram ao Máquina Estúdio. Enquanto esse dia não chega, me sinto sortudo posso ver todo esse trabalho bacana no livro da <a title="Abre todos os posts com a tag &quot;Cosac Naify&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a></p>
<h3>Se você gosta de cartazes:</h3>
<p><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/cartazes-da-primeira-guerra-mundial-1/" target="_blank">Cartazes da Primeira Guerra Mundial #1</a><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/15-cartazes-vintage-de-cigarros-camel/" target="_blank">15 cartazes vintage de cigarros Camel</a><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/10-cartazes-de-cigarro-das-decadas-de-1920-a-1950/" target="_blank">10 cartazes de cigarro das décadas de 1920 a 1950</a><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/20-cartazes-de-filmes-b-dos-anos-1930/" target="_blank">20 cartazes de filmes B dos anos 1930</a><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/20-cartazes-de-filmes-b-dos-anos-1940/" target="_blank">20 cartazes de filmes B dos anos 1940</a><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="/cartazes-fique-em-silencio-da-segunda-guerra-mundial/" target="_blank">Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial</a></p>
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		<title>Design Shot! #7 &#8211; Design e diversão</title>
		<link>http://designices.com/design-shot-7/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 11:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Shot!]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Lupton]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O design é divertido e funcional. Utilize-o para anunciar um bazar no quintal de casa, convidar pessoas para uma festa ou dar nome à sua banda. Ponha sua marca em camisetas, ímãs, pulseiras, bolsas e capas de livros. Compartilhe seus &#8230; <a href="http://designices.com/design-shot-7/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O design é divertido e funcional. Utilize-o para anunciar um bazar no quintal de casa, convidar pessoas para uma festa ou dar nome à sua banda. Ponha sua marca em camisetas, ímãs, pulseiras, bolsas e capas de livros. Compartilhe seus produtos com parentes e amigos. Ao invés de comprar ou usar as marcas que você encontra nas lojas, crie a sua própria, por meio da arte do design&#8221; &#8211; <strong><a title="Abre todos os posts com a tag &quot;Ellen Lupton&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a></strong> e <a title="Abre todos os posts com a tag &quot;Julia Lupton&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/julia-lupton/" target="_blank">Julia Lupton</a>, no livro <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-eu-que-fiz-ellen-lupton-e-julia-lupton-ed-cosac-naify/" target="_blank">Eu Que Fiz,</a> da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a>.</p>
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		<title>Design Shot! #3 &#8211; História da tipografia</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 13:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Shot!]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Lupton]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A história da tipografia reflete uma tensão contínua entre a mão e a máquina, o orgânico e o geométrico, o corpo humano e os sistemas abstratos. Essas tensões marcaram o nascimento da letra impressa há cinco séculos, e continuam a &#8230; <a href="http://designices.com/design-shot-3/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A história da tipografia reflete uma tensão contínua entre a mão e a máquina, o orgânico e o geométrico, o corpo humano e os sistemas abstratos. Essas tensões marcaram o nascimento da letra impressa há cinco séculos, e continuam a energizar a tipografia hoje&#8221; &#8211; <a title="Abre os posts com a tag Ellen Lupton [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a>, no livro <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/pensar-com-tipos-ellen-lupton-ed-cosac-naify/" target="_blank">Pensar Com Tipos</a>, da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="../tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a></p>
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		<title>Design Shot! #2 &#8211; Escola de Ulm</title>
		<link>http://designices.com/design-shot-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 03:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Shot!]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[escola de ulm]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ulm até hoje não é reconhecida nos Estados Unidos. Eu perguntei ao Paul Rand: &#8216;Por que vocês nunca falam de Ulm?&#8217;. Ele respondeu que as necessidades dos Estados Unidos eram totalmente diferentes das da Alemanha naquela época. É natural: até &#8230; <a href="http://designices.com/design-shot-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ulm até hoje não é reconhecida nos Estados Unidos. Eu perguntei ao Paul Rand: &#8216;Por que vocês nunca falam de Ulm?&#8217;. Ele respondeu que as necessidades dos Estados Unidos eram totalmente diferentes das da Alemanha naquela época. É natural: até mesmo a Bauhaus demorou mais de trinta anos para ampliar sua presença no Ocidente, pois não foi divulgada em função da censura nazista&#8221; &#8211; <a title="Abre os posts com a tag Alexandre Wollner [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank"><strong>Alexandre Wollner</strong></a>, no livro + DVD <strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</a></strong>, da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="../tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a></p>
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		<title>Design Shot! #0</title>
		<link>http://designices.com/design-shot-0/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 00:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Shot!]]></category>
		<category><![CDATA[Ateliê Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>

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		<description><![CDATA[Design shot! foi o melhor nome que encontrei (mas nem sei se é tão melhor assim)  pra definir o que quero com eles: uma  curta reflexão sobre design vinda de conteúdo escrito, citado ou falado por grandes designers e estudiosos &#8230; <a href="http://designices.com/design-shot-0/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Design shot!</strong> foi o melhor nome que encontrei (mas nem sei se é tão melhor assim)  pra definir o que quero com eles: uma  curta reflexão sobre design vinda de conteúdo escrito, citado ou falado por grandes designers e estudiosos da área. A partir dessas &#8220;rápidas&#8221; reflexões pretendo discutir via comentários (que geralmente aqui no DESIGNICES são opiniões muito ricas e fundamentadas, os leitores são ótimos! <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ), afinal nem sempre os &#8220;top designers&#8221; pensam ou agem como a gente acredita ser o certo, ou talvez, como outro &#8220;top designer&#8221;.</p>
<p>Nesse post especial de &#8220;inauguração da categoria&#8221;, colocarei <strong>3 design shots</strong>!</p>
<p>&#8220;Grande número de livros tem design exagerado, e isso me parece um defeito pior do que a falta de design&#8221; &#8211; <strong>Mary Mendell</strong>, no livro <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/a-arte-invisivel/" target="_blank"><strong>A Arte Invisível</strong></a>, de Plinio Martins Filho, da <a title="Abre os posts com a tag Ateliê Editorial [em uma nova janela]" href="../tag/atelie-editorial/" target="_blank">Ateliê Editorial</a>.</p>
<p>&#8220;Um dos princípios da tipografia duradoura é sempre a legibilidade; outro é algo além da legibilidade: é algum interesse, merecido ou não, que empresta sua energia vital à página. Ele adota diversas formas e recebe vários nomes, incluindo serenidade, vivacidade, riso, graça e alegria&#8221; &#8211; <strong>Robert Bringhurst</strong>, no livro <strong>Elementos do Estilo Tipográfico</strong>, da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a>.</p>
<p>&#8220;Não sabemos por quê, mas podemos demonstrar que um ser humano acha os planos de proporções definidas e intencionais mais agradáveis ou mais belos do que os de proporções acidentais&#8221; &#8211; <strong>Jan Tschichold</strong>, no livro <strong>A Forma do Livro</strong>, da <a title="Abre os posts com a tag Ateliê Editorial [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/atelie-editorial/" target="_blank">Ateliê Editorial</a></p>
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		</item>
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		<title>Conversas com Paul Rand [Cosac Naify]</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 00:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>
		<category><![CDATA[paul rand]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que não poderiam encontrar título melhor pra esse belo livro da Cosac Naify. Conversas. Foi assim que me senti enquanto lia essa publicação. É como ouvir um papo bacana de alguém que tem bastante coisa legal pra falar e &#8230; <a href="http://designices.com/conversas-com-paul-rand/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1202" title="Conversas com Paul Rand, capa, livro da Cosac Naify" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/conversas-com-paul-rand.jpg" alt="Conversas com Paul Rand, capa, livro da Cosac Naify" /></p>
<p>Acho que não poderiam encontrar título melhor pra esse belo livro da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a>. Conversas. Foi assim que me senti enquanto lia essa publicação. É como ouvir um papo bacana de alguém que tem bastante coisa legal pra falar e você ali, de ouvinte. O papo flui, fica cada vez mais interessante e quando você vê, &#8220;plim&#8221;, acabou o livro. E valeu cada palavra.</p>
<p><strong>Paul Rand</strong> (1914-1996), um dos maiores nomes do design do século passado, além de deixar sua imensa galeria de ótimos projetos , também deixou uma gama de textos, artigos, livros e deu muitas aulas/palestras de design. E são papos desses, que tratam do ensino do design, que estão nesse livro. São dois papos com <strong>Paul Rand</strong>: no primeiro ele debate, opina, explica e questiona professores universitários de design. No segundo ele fala com alunos numa aula, pergunta, os intriga,  e responde suas dúvidas. Depois das conversas, ainda tem alguma história bacana (no formato de depoimento) que envolve grandes nomes junto de <strong>Paul Rand</strong>, como Wolfgang Weingart, Steff Geissbuher, Gordon Salchow etc.</p>
<p>O autor, <strong>Michael Kroegger</strong>, organizou esse material todo e daí saiu o livro. Inclusive tem frases bem legais destacadas no decorrer do livro:</p>
<h3>&#8220;O design é um conflito entre forma e conteúdo&#8221;. &#8211; Paul Rand</h3>
<p></p>
<h3>&#8220;Tudo é relativo. Design é relação&#8221;. &#8211; Paul Rand</h3>
<p></p>
<h3>&#8220;O ponto não é sair do grid. O ponto é permanecer nele e fazer isso corretamente&#8221;. &#8211; Paul Rand</h3>
<p></p>
<h3>&#8220;O todo é mais que a soma de suas partes&#8221;. &#8211; Paul Rand</h3>
<p>
Vale bastante a pena dar uma espiadinha no <a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.paul-rand.com/" target="_blank">site oficial do <strong>Paul Rand</strong></a>, ver seus trabalhos e perceber quanta coisa legal dá pra um cara desse ensinar. <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
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		<title>O que é design?</title>
		<link>http://designices.com/o-que-e-design/</link>
		<comments>http://designices.com/o-que-e-design/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 01:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[Blucher]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[rosari]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuni respostas em livros pra essa pergunta, talvez a mais debatida e menos respondida nos cursos de design. O que é design? Por Alexandre Wollner O pioneiro do design no Brasil definiu design no livro &#8220;Textos Recentes e Escritos Históricos&#8220;, &#8230; <a href="http://designices.com/o-que-e-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuni respostas em livros pra essa pergunta, talvez a mais debatida e menos respondida nos cursos de design.</p>
<h3>O que é design? Por Alexandre Wollner</h3>
<p>O pioneiro do design no Brasil definiu design no livro <strong>&#8220;Textos Recentes e Escritos Históricos</strong>&#8220;, das <a title="Abre os posts com a tag &quot;Rosari&quot; [em  uma nova janela]" href="../tag/rosari/" target="_blank"><strong>Edições Rosari</strong></a>, página 91:</p>
<p>&#8220;Uma definição de design&#8230; É muito difícil, porque a evolução da linguagem, dos elementos técnicos é tão rápida que se fala de uma coisa hoje e ela é diferente amanhã. Mas a gente pode dizer que é dimensionar uma estrutura onde todos os elementos visuais nos vários meios de comunicação visual. Não é só fazer uma marquinha sem se preocupar com o comportamento que essa marca vai ter em todo o contexto, não só da indústria, mas também da comunicação visual. Ela precisa estar baseada em toda uma estruturação e prever aplicações bastante coerentes. Essa  é a proposta do design, que não está preocupado com a estética, mas com a função, com materiais, com a ergonomia visual, com aplicações planas e não planas. Deve saber, por exemplo, como uma embalagem redonda se comporta, como ela pode ser fragmentada e como a públicidade vai ser usada dentro dessa estrutura. Um trabalho de design gráfico deve durar no mínimo vinte a trinta anos, Um logotipo não perde a atualidade, e a potencialidade está em torno desse sinal, desse elemento&#8221;.</p>
<p>Já no livro+DVD da <a title="Abre os posts com a tag &quot;Cosac Naify&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank"><strong>Cosac Naify</strong></a> &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank"><strong>Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</strong></a>&#8221; (<strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="../livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank"><strong>leia o post</strong></a></strong>) tem um capítulo guardado só pra essa questão. O video a seguir é desse DVD, cedido gentilmente pela sua produtora, a <strong>Tecnopop </strong>(<a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.tecnopop.com.br" target="_blank">www.tecnopop.com.br</a>)</p>
<p><object width="590" height="391" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13192992&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed width="590" height="391" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13192992&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<h3>O que é design? Por John Heskett</h3>
<p>Citado por <strong>Dan Saffer</strong>, no livro <strong>Designing for Interaction &#8211; Creating Smart Applications And Clever Devices</strong>, editora <strong>New Riders</strong>, página 6:</p>
<p>&#8220;Design is to design a design to produce a design&#8221;*</p>
<p>* Pela brincadeira e pelo trocadilho com o termo design, eu não poderia traduzir essa definição para não perder o sentido</p>
<h3>O que é design? Por Beat Schneider</h3>
<p>O professor de história da cultura e do design define design em sua obra <strong>&#8220;Design &#8211; Uma Introdução. O design no contexto social, cultural e econômico&#8221;</strong>, página 197, da <strong>Editora Blücher</strong>:</p>
<p>&#8220;Design é a visualização criativa e sistemática dos processos de interação e das mensagens de diferentes atores sociais; é a visualização criativa e sistemática das diferentes funções de objetos de uso e sua adequação às necessidades dos usuários ou aos efeitos sobre os receptores&#8221;</p>
<h3>O que é design? Pelo Dicionário Michaelis</h3>
<p>(dizáin) sm (ingl)<br />
<strong>1 </strong>Concepção de um projeto ou modelo; planejamento.<br />
<strong>2</strong> O produto deste planejamento.</p>
<h3>O que é design? Pelo Dicionário Houaiss</h3>
<p><strong>Rubrica</strong>: desenho industrial.<br />
1. a concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação etc.), esp. no que se refere à sua forma física e funcionalidade<br />
2. Derivação: por metonímia.<br />
o produto desta concepção<br />
3. Derivação: por extensão de sentido (da acp. 1).<br />
m.q. desenho industrial<br />
4. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. desenho-de-produto<br />
5. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. programação visual<br />
6. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. desenho (&#8216;forma do ponto de vista estético e utilitário&#8217; e &#8216;representação de objetos executada para fins científicos, técnicos, industriais, ornamentais&#8217;)</p>
<p><strong>Locuções</strong><br />
d. gráfico<br />
Rubrica: desenho industrial, artes gráficas.<br />
conjunto de técnicas e de concepções estéticas aplicadas à representação visual de uma idéia ou mensagem, criação de logotipos, ícones, sistemas de identidade visual, vinhetas para televisão, projeto gráfico de publicações impressas etc.</p>
<p><strong>Etimologia</strong><br />
ing. design (1588) &#8216;intenção, propósito, arranjo de elementos ou detalhes num dado padrão artístico&#8217;, do lat. designáre &#8216;marcar, indicar&#8217;, através do fr. désigner &#8216;designar, desenhar&#8217;; ver sign-</p>
<h3>O que é design? Por Mônica Moura</h3>
<p>Na página 118 do livro &#8220;<strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="../faces-do-design/" target="_blank">Faces do Design</a></strong>&#8221; (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/faces-do-design/" target="_blank">leia o post</a>) das <a title="Abre os posts com a tag &quot;Rosari&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/rosari/" target="_blank"><strong>Edições Rosari</strong></a>, a designer, artista plástica, mestre e doutora <strong>Mônica Moura</strong> define:<br />
&#8220;Design significa ter e desenvolver um plano, um projeto, significa designar. É trabalhar com a intenção, com o cenário futuro, executando a concepção e o planejamento daquilo que virá a existir. Criar, desenvolver, implantar um projeto &#8211; o design &#8211; significa pesquisar e trabalhar com referências culturais e estéticas, com o conceito da proposta. É lidar com a forma, com o feitio, com a configuração, a elaboração, o desenvolvimento e o acompanhamento do projeto&#8221;</p>
<h3>O que é design? Por Vilém Flusser</h3>
<p>Em &#8220;<strong>O mundo codificado</strong>&#8220;, da <a title="Abre os posts com a tag &quot;Cosac Naify&quot; [em uma nova janela]" href="../tag/cosacnaify/" target="_blank"><strong>Cosac Naify</strong></a><strong> </strong>, o autor define primeiro a palavra design como verbo e substantivo, na páigna 181:</p>
<p>&#8220;Em inglês a palavra design funciona como substantivo e verbo (circunstância que caracteriza muito bem o espírito da língua inglesa). Como substantivo significa entre outras coisas: &#8216;propósito&#8217;, &#8216;plano&#8217;, &#8216;intenção&#8217;, &#8216;meta&#8217;, &#8216;esquema malígno&#8217;, &#8216;conspiração&#8217;, &#8216;forma&#8217;, &#8216;estrutura básica&#8217;, e todos esses significados estão relacionados a &#8216;astúcia&#8217; e a &#8216;fraude&#8217;. Na situação de verbo &#8211; <em>to design</em> &#8211; significa, entre outras coisas &#8216;tramar algo&#8217;, &#8216;simular&#8217;, &#8216;projetar&#8217;, &#8216;esquematizar&#8217;, &#8216;configurar&#8217;, &#8216;proceder de modo estratégico&#8217;. A palavra é de origem latina e contem em si o termo <em>signum</em>, que significa o mesmo que a palavra alemã Zeichen (&#8216;signo&#8217;, &#8216;desenho&#8217;). (&#8230;) &#8221;</p>
<p>Depois, <strong>Flusser </strong>explica o que se tornou o vocábulo design, na página 184:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) design significa aproximadamente aquele lugar em que arte e técnica (e, conseqüentemente, pensamentos, valorativo científico) caminham juntas, com pesos equivalente, tornando possível uma nova forma de cultura&#8221;</p>
<h3>O que é design? Por Lucy Niemeyer</h3>
<p>O livro da <strong>Editora 2AB</strong> &#8220;<strong>Design no Brasil: Origens e instalação</strong>&#8221; tem um capítulo só pra origem e significado do termo design. Na introdução do capítulo a <strong>Doutora Anamaria de Moraes</strong> cita a própria <strong>Lucy</strong> definindo design:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) ao longo do tempo o design tem sido entendido segundo três tipos distintos de prática e conhecimento. No primeiro o design é visto como atividade artiística, em que é valorizado no profissional o seu compromisso com artífice, com a fruição do uso. No segundo entende-se que o design como um invento, um planejamento em que o designer tem compromisso prioritário com a produtividade do processo de fabricação e com a atualização tecnológica. Finalmente, no terceiro aparece o design como coordenação, onde o designer tem a função de integrar os aportes de diferentes especialistas, desde a especificação de matéria-prima, passando pela produção à utilização e ao destino final do produto. Neste caso a interdisciplinaridade é a tônica. (&#8230;) estes conceitos tanto se sucederam como coexistiram, criando uma tensão entre as diferentes tendências simultâneas.&#8221;</p>
<p>A intenção é sempre atualizar esse post com as definições que cruzarem meu caminho. Mas me diga, <strong>você tem alguma definição pra o que é design?</strong> Discorda de alguma das que eu selecionei? Então deixa nos comentários! <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Post relacionado</h3>
<p><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/funcao-do-design-versus-funcao-do-designer/" target="_blank">Função do design x função do designer</a></p>
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		<title>8 livros de design por menos de R$ 50 cada</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[John Maeda]]></category>
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		<description><![CDATA[Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (leia!) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí &#8230; <a href="http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/10-livros-essenciais-por-menos-de-r-5000-cada/" target="_blank">leia!</a>) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí vai uma lista atualizadíssima e claro, preços valendo apenas na data do post!</p>
<h3>ABC da Bauhaus &#8211; Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller</h3>
<p>Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/abc-da-bauhaus-a-bauhaus-e-a-teoria-do-design-FNAC,,livro-520453-1.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 44,00</p>
<h3>Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski</h3>
<p>Livro +  DVD de uma entrevistona com o <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/275703" target="_blank">Americanas</a>, R$ 44,90<br />
Leia o post <a title="Post a respeito do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]</a></p>
<h3>As Leis da Simplicidade, de John Maeda</h3>
<p>O designer-artista-e-professor-do-<a title="Página do MIT [abre em uma nova janela]" href="http://web.mit.edu/" target="_blank">MIT</a> John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o <a title="Home do blog, em inglês [abre em uma nova janela]" href="http://lawsofsimplicity.com/" target="_blank">The Laws of Simplicity</a>.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/574033" target="_blank">Americanas</a>, R$ 27,90</p>
<h3>Do Maíz à Maizena &#8211; Um Layout de 140 Anos, de Tadeu Costa</h3>
<p>A embalagem de Maizena sempre pareceu &#8220;igual&#8221; pra todos. E num mundo de propagandas e logos que não duram muito, como permanecer sem modificações por muito tempo (afinal, 140 anos é muita coisa, né?)? É o que Tadeu Costa explica nesse livro, rápido e gostoso de ler, além de mostrar todas as mudanças da embalagem, comerciais de TV, anúncios e calendários de receitas.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.fnac.com.br/do-maiz-a-maizena-um-layout-de-140-anos-9788588343412-FNAC,,livro-445566-2049.html" target="_blank">Fnac</a> R$ 25,50</p>
<h3>Linguagens do Design &#8211; Compreendendo o Design Gráfico, de Steven Heller</h3>
<p>A possibilidade da leitura não-linear e o ótimo conteúdo me agradaram bastante. O autor mostra diversos &#8220;ícones&#8221; do design e conta sua história e curiosidades, como a Suástica, o símbolo da paz, cartazes, caixas de fósforos japonesas, embalagens de aparelhos de barbear&#8230;</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/linguagens-do-design-compreendendo-o-design-grafico-9788588343474-FNAC,,livro-445568-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 38,25</p>
<h3>Nova York &#8211; A vida na cidade grande, de Will Eisner</h3>
<p>Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/nova-york-a-vida-na-cidade-grande-FNAC,,livro-522507-2160.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 39,90</p>
<h3>O Mundo é Mágico &#8211; As Aventuras de Calvin e Haroldo, de Bill Watterson</h3>
<p>A simplicidade e inocência do Calvin nessa coletânea de suas tirinhas. Ideal pra dar aquela &#8220;quebrada&#8221; entre um livro de design e outro.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1871191/mundo+e+magico+:+as+aventuras+de+calvin+e+haroldo,+o" target="_blank">Submarino</a>, R$ 19,90</p>
<h3>Projeto Tipográfico, de Cláudio Rocha</h3>
<p>Cláudio Rocha é tipógrafo brasileiro, trabalha com isso desde 1975, é diretor da Oficina Tipográfica São Paulo (leia o post &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-i-cartao-de-visita/" target="_blank">Curso de composição tipográfica manual Módulo I &#8211; Cartão de visita</a>&#8221; e também o &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-ii-cartaz/" target="_blank">Módulo II &#8211; Cartaz</a>&#8221; e editor da <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/revista-tipoitalia/" target="_blank">Revista TIPOITALIA</a>, idealizador e editor da Revista Tupigrafia, entre muitas outras atribuições. Nessa publicação ele conta de características da tipografia digital e analógica, a trajetória das fontes tanto técnica quanto estética, além de comentar tipos serifados, sem serifa e manuscritos. Essa é uma reedição revisada e ampliada do primeiro livro de tipografia que li na vida <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.2ab.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=101" target="_blank">2AB Editora</a>, R$ 33,48</p>
<p>Alguém tem mais sugestões nessa faixa de preço? Pode deixar nos comments <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Grid [Timothy Samara]</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 01:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Hitchcock]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[grid]]></category>
		<category><![CDATA[timothy samara]]></category>

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		<description><![CDATA[Já vi muita gente discutindo se vale ou não a pena usar grids (grades) em projetos de design. Quem diz que &#8220;não gosta&#8221; justifica que o grid &#8220;prende o designer&#8221; e dificulta a criação. Sou do outro grupo, que acredita &#8230; <a href="http://designices.com/grid-timothy-samara/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-525" title="Capa de Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/02/grid-livro-capa.jpg" alt="Capa de Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" width="590" height="661" /></p>
<p>Já vi muita gente discutindo se vale ou não a pena usar grids (grades) em projetos de design. Quem diz que &#8220;não gosta&#8221; justifica que o grid &#8220;prende o designer&#8221; e dificulta a criação. Sou do outro grupo, que acredita que o grid é mais um aliado na hora de projetar, seja um um site, uma revista, um livro, um catálogo. O livro Grid &#8211; Construção e desconstrução, de Timothy Samara (pela <a title="Ver todos os posts com com livros da Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a> e que originalmente chama &#8220;Making and Breaking the Grid: A Graphic Design Layout Workshop&#8221;) é para os dois grupos: Quem gosta vai ganhar diversas dicas e quem não concorda vai ter chance de mudar de ideia!</p>
<h3>Construção e desconstrução</h3>
<p>Além de uma boa introdução no sistema de grid com história e os motivos de seu uso, o livro é basicamente dividido em duas partes: construção, onde o autor mostra como grids foram construídos e os projetos que resultaram; e a parte de desconstrução, que a partir do projeto pronto deduz como seria seu grid. Os grids são categorizados e cada página, seja ela de construção ou desconstrução, mostra quais outros grids do livro todo tem a ver com ele. São mais de 60 páginas construindo e mais de outras 60 desconstruindo.<br />
Alguns exemplos:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-526" title="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/02/grid-livro-interna01.jpg" alt="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" width="590" height="443" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-527" title="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/02/grid-livro-interna02.jpg" alt="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" width="590" height="443" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-528" title="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/02/grid-livro-interna03.jpg" alt="Exemplo de página interna do livro Grid - Construção e desconstrução, de Timothy Samara" width="590" height="443" /></p>
<p>Minha relação com o grid é muito boa, sempre foi. Já fiz diversos projetos sem usar essa técnica, mas depois que aprendi, nunca mais larguei. Além de possibilitar que tudo fique mais organizado, acredito que ajuda muito na hora de definir uma identidade ao projeto, pelo menos pela disposição de alguns elementos e a repetição estratégica de outros. E pra mim não adianta a justificativa que o designer tem que ficar totalmente solto pra criar tudo. É preciso organizar, tecer relações visuais e amarrar a identidade do projeto. Não ter essa ordem significa, pra mim, correr o risco de trabalhar (muito)  mais. É como ter ou não ter templates num site. O site que tem 40 templates não tem template, certo?</p>
<h3>Exemplo de grid no site de VEJA São Paulo</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-538" title="Grid na home do site VEJA São Paulo" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/02/vejasp-home-grid.jpg" alt="Grid na home do site VEJA São Paulo" width="590" height="943" /></p>
<p>Para desenvolver o novo site de <a title="Site VEJA São Paulo [abre em uma nova janela]" href="http://vejasp.abril.com.br/" target="_blank">VEJA São Paulo</a> (que estreou em dezembro do ano passado), me juntei ao meu chapa Mau (<a title="Twitter de Maurício Albuquerque [abre em uma nova janela]" href="http://twitter.com/maudubem" target="_blank">twitter.com/maudubem</a>) e &#8220;grideamos&#8221; o espaço para desenvolver a home e posteriormente as internas do site. Para algumas internas fizemos outro grid, pois tínhamos uma colunagem diferente e ficaria muito bagunçado para criar em cima. O legal é que com dois grids nós desenvolvemos todo o restante do site. Quando necessário, para delimitar os espaçamentos e manter tudo alinhadinho, inserimos mais linhas-guia horizontais e verticais. A grande base desse grid é a colunagem e as delimitações de espaço no topo. Como alguns conteúdos são dinâmicos, boa parte das guias horizontais entraram para, no layout, dar mais chances para os alinhamentos e tamanhos dos elementos, tanto na home (acima) como nas internas.</p>
<h3>Intriga Internacional &#8211; Alfred Hitchcock: Brincadeira com grid na abertura do filme</h3>
<p>Muito interessante ver a abertura desse filme de 1959 do Hitchcock quando eles brincam com um grid para mostrar o staff. Ainda mais curioso é que a personagem coadjuvante é &#8220;desenhista industrial&#8221;. Achei legal o designer migrar o grid, então comum em mídia impressa, para a telona do cinema.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="332" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9143865&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="332" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9143865&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Pensar com tipos [Ellen Lupton]</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 23:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Lupton]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar que Pensar com tipos é o livro que aborda tipografia com mais profundidade não é verdade. A grande vantagem de mais um livro maravilhoso da Ellen Lupton é a refrescada que ele dá na cabeça em conceituar e exemplificar &#8230; <a href="http://designices.com/pensar-com-tipos-ellen-lupton-ed-cosac-naify/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-757" title="Capa de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/pensar-com-tipos-ellen-lupton-capa.jpg" alt="Capa de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" width="565" height="650" /></p>
<p>Falar que Pensar com tipos é o livro que aborda <a title="Ver todos os posts com da categoria &quot;Tipografia&quot; [abre em uma nova janela]" href="../category/tipografia/" target="_blank">tipografia</a> com mais profundidade não é verdade. A grande vantagem de mais um livro maravilhoso da <a title="Ver todos os posts com a tag Ellen Lupton [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a> é a refrescada que ele dá na cabeça em conceituar e exemplificar diversos pontos da tipografia, como formação do tipo em específico, os &#8220;faça&#8221; e &#8220;não faça&#8221; e muitas outras questões, com exercícios para praticar ao final cada capítulo. Tudo (tudo mesmo!) é muito bem ilustrado e dá pra devorar todo o livro quase sem perceber. Como de costume, <a title="Ver todos os posts com a tag Ellen Lupton [abre em uma nova janela]" href="../tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a> mantém seu estilo didático com linguagem simples. Um detalhe interessante é que o &#8220;Pensar com tipos&#8221; tem várias cores na <a title="Ver todos os posts com da categoria &quot;Tipografia&quot; [abre em uma nova janela]" href="../category/tipografia/" target="_blank">tipografia</a> da capa. Isso é possível porque a capa é (mesmo!) feita com tipos móveis.</p>
<p>O sumário do livro:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-754" title="Sumário de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/pensar-com-tipos-ellen-lupton-2_0.jpg" alt="Sumário de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" width="590" height="443" /></p>
<p>Alguns exemplos de conteúdo das páginas internas:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-756" title="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/pensar-com-tipos-ellen-lupton-4_0.jpg" alt="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" width="431" height="650" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-755" title="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/pensar-com-tipos-ellen-lupton-3_0.jpg" alt="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" width="411" height="650" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-753" title="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/12/pensar-com-tipos-ellen-lupton-1.jpg" alt="Exemplo de página de Pensar com tipos, de Ellen Lupton" width="590" height="443" /></p>
<p>Esse livro somado ao &#8220;Elemento do estilo tipográfico&#8221; (que eu já falei no post &#8220;<a title="Leia o post [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/10-livros-essenciais-por-menos-de-r-5000-cada/" target="_blank">10 livros essenciais por menos de R$ 50 cada</a>&#8220;) são o grande começo pra quem quer se aprofundar em <a title="Ver todos os posts com da categoria &quot;Tipografia&quot; [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/category/tipografia/" target="_blank">tipografia</a>.</p>
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