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	<title>designices &#187; Alexandre Wollner</title>
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	<description>design, livros, tipografia e referências</description>
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		<title>Design Shot! #2 &#8211; Escola de Ulm</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 03:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Shot!]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
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		<category><![CDATA[escola de ulm]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ulm até hoje não é reconhecida nos Estados Unidos. Eu perguntei ao Paul Rand: &#8216;Por que vocês nunca falam de Ulm?&#8217;. Ele respondeu que as necessidades dos Estados Unidos eram totalmente diferentes das da Alemanha naquela época. É natural: até &#8230; <a href="http://designices.com/design-shot-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ulm até hoje não é reconhecida nos Estados Unidos. Eu perguntei ao Paul Rand: &#8216;Por que vocês nunca falam de Ulm?&#8217;. Ele respondeu que as necessidades dos Estados Unidos eram totalmente diferentes das da Alemanha naquela época. É natural: até mesmo a Bauhaus demorou mais de trinta anos para ampliar sua presença no Ocidente, pois não foi divulgada em função da censura nazista&#8221; &#8211; <a title="Abre os posts com a tag Alexandre Wollner [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank"><strong>Alexandre Wollner</strong></a>, no livro + DVD <strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</a></strong>, da <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="../tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a></p>
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		<title>Textos recentes e escritos históricos &#8211; Alexandre Wollner</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 03:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[Coleção textosdesign]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de design]]></category>
		<category><![CDATA[escola de ulm]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma referência muito interessante do mestre e &#8220;pioneiro&#8221; Alexandre Wollner. Em Textos recentes e escritos históricos temos uma coletânea das opiniões e discussões nos dois momentos descritos no título: Artigos e críticas de um passado próximo e entrevistas, matérias &#8230; <a href="http://designices.com/textos-recentes-e-escritos-historicos-alexandre-wollner/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1222" title="Textos recentes e escritos históricos, de Alexandre Wollner, Edições Rosari - Capa" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/textos-recentes-e-escritos-historicos.jpg" alt="Textos recentes e escritos históricos, de Alexandre Wollner, Edições Rosari - Capa" width="590" height="844" /></p>
<p>Mais uma referência muito interessante do mestre e &#8220;pioneiro&#8221; Alexandre Wollner. Em <strong>Textos recentes e escritos históricos</strong> temos uma coletânea das opiniões e discussões nos dois momentos descritos no título: Artigos e críticas de um passado próximo e entrevistas, matérias para jornais e relatórios de um passado mais distante, mais precisamente nas décadas de 1960 e 70. Wollner conta das suas experiências como aluno da Escola de Ulm, critica marcas e atitudes, fala da bandeira brasileira, de identidade visual, embalagem, cópia e até das unidades de medida. O sumário do livro:</p>
<p><strong>Textos recentes:</strong><br />
Você percebe quando o seu comportamento é negativo?<br />
Design ou design?<br />
O forró dos cíceros e das paicas<br />
Nike? What? Nike strikes agains?<br />
Embalagem? Design? Merchandising?<br />
O meio ambiente é outdoor! Parte 1 e 2<br />
15 ou 21<br />
Açúcar design, logomarca, type designer, package designer, design de resultados?<br />
O desengano da vista é furar o olho<br />
O poder das multinacionais<br />
Sobre regras para concursos de identidade visual</p>
<p><strong>Escritos históricos:</strong><br />
Minha formação<br />
Origens do desenho industrial<br />
Desenho industrial, uma definição<br />
Programas de identidade empresarial<br />
Programação visual<br />
Marcas e outros assuntos<br />
A emergência do design visual<br />
Entrevista para Pietro Maria Bardi<br />
Entrevista para Adélia Borges<br />
Relatório do Congresso do ICSID em 1973</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1223" title="Textos recentes e escritos históricos, de Alexandre Wollner, Edições Rosari - Resenha" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/08/textos-recentes-e-escritos-historicos-verso.jpg" alt="Textos recentes e escritos históricos, de Alexandre Wollner, Edições Rosari - Resenha" width="590" height="545" /></p>
<p>Alguns pontos do livro, de 2003, me chamaram muito a atenção por conta da aplicação no dia-a-dia e de como são atuais, principalmente os &#8220;escritos históricos&#8221;.  Em &#8220;Sobre regras para concursos de identidade visual&#8221;, por exemplo, Wollner comenta de como existem concursos de marca que são absurdos, do júri que não é formado por designers, das premiações ridículas (como camisinhas, por exemplo) e por escolhas sem fundamento de uma marca. Lembrou-me muito uma certa identidade de evento esportivo mundial que teve boa parte dessas características tão negativas&#8230;</p>
<p>Como no geral são textos curtos, podem ser lidos de maneira aleatória. Entretanto o mais incrível foi o capítulo que fecha a publicação, o &#8220;Relatório do Congresso do ICSID em 1973&#8243;, onde Wollner participa de congressos de design pelo mundo e entrega um relatório pro Governo Nacional contando tudo e indicando um caminho seguro pro ensino do design no país. Muitos desses problemas que temos por aqui, que viram chacotas, piadas (leia o post &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/nao-piadas-com-designers/" target="_blank">Não piadas com designers</a>&#8220;) e problemas para a profissão, foram previstos por Alexandre Wollner quase 40 anos atrás (exatamente 30 antes de lançar esse livro).</p>
<p>Posts relacionados:<br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/o-que-e-design/" target="_blank">O que é design?</a> (Com trecho de <strong>Escritos recentes e escritos históricos</strong> e vídeo de Wollner definindo design)<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank"><br />
Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</a> (livro + DVD)</p>
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		<title>O que é design?</title>
		<link>http://designices.com/o-que-e-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 01:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[Blucher]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[rosari]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuni respostas em livros pra essa pergunta, talvez a mais debatida e menos respondida nos cursos de design. O que é design? Por Alexandre Wollner O pioneiro do design no Brasil definiu design no livro &#8220;Textos Recentes e Escritos Históricos&#8220;, &#8230; <a href="http://designices.com/o-que-e-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuni respostas em livros pra essa pergunta, talvez a mais debatida e menos respondida nos cursos de design.</p>
<h3>O que é design? Por Alexandre Wollner</h3>
<p>O pioneiro do design no Brasil definiu design no livro <strong>&#8220;Textos Recentes e Escritos Históricos</strong>&#8220;, das <a title="Abre os posts com a tag &quot;Rosari&quot; [em  uma nova janela]" href="../tag/rosari/" target="_blank"><strong>Edições Rosari</strong></a>, página 91:</p>
<p>&#8220;Uma definição de design&#8230; É muito difícil, porque a evolução da linguagem, dos elementos técnicos é tão rápida que se fala de uma coisa hoje e ela é diferente amanhã. Mas a gente pode dizer que é dimensionar uma estrutura onde todos os elementos visuais nos vários meios de comunicação visual. Não é só fazer uma marquinha sem se preocupar com o comportamento que essa marca vai ter em todo o contexto, não só da indústria, mas também da comunicação visual. Ela precisa estar baseada em toda uma estruturação e prever aplicações bastante coerentes. Essa  é a proposta do design, que não está preocupado com a estética, mas com a função, com materiais, com a ergonomia visual, com aplicações planas e não planas. Deve saber, por exemplo, como uma embalagem redonda se comporta, como ela pode ser fragmentada e como a públicidade vai ser usada dentro dessa estrutura. Um trabalho de design gráfico deve durar no mínimo vinte a trinta anos, Um logotipo não perde a atualidade, e a potencialidade está em torno desse sinal, desse elemento&#8221;.</p>
<p>Já no livro+DVD da <a title="Abre os posts com a tag &quot;Cosac Naify&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank"><strong>Cosac Naify</strong></a> &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank"><strong>Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</strong></a>&#8221; (<strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="../livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank"><strong>leia o post</strong></a></strong>) tem um capítulo guardado só pra essa questão. O video a seguir é desse DVD, cedido gentilmente pela sua produtora, a <strong>Tecnopop </strong>(<a title="Abre o site [em uma nova janela]" href="http://www.tecnopop.com.br" target="_blank">www.tecnopop.com.br</a>)</p>
<p><object width="590" height="391" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13192992&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed width="590" height="391" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13192992&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<h3>O que é design? Por John Heskett</h3>
<p>Citado por <strong>Dan Saffer</strong>, no livro <strong>Designing for Interaction &#8211; Creating Smart Applications And Clever Devices</strong>, editora <strong>New Riders</strong>, página 6:</p>
<p>&#8220;Design is to design a design to produce a design&#8221;*</p>
<p>* Pela brincadeira e pelo trocadilho com o termo design, eu não poderia traduzir essa definição para não perder o sentido</p>
<h3>O que é design? Por Beat Schneider</h3>
<p>O professor de história da cultura e do design define design em sua obra <strong>&#8220;Design &#8211; Uma Introdução. O design no contexto social, cultural e econômico&#8221;</strong>, página 197, da <strong>Editora Blücher</strong>:</p>
<p>&#8220;Design é a visualização criativa e sistemática dos processos de interação e das mensagens de diferentes atores sociais; é a visualização criativa e sistemática das diferentes funções de objetos de uso e sua adequação às necessidades dos usuários ou aos efeitos sobre os receptores&#8221;</p>
<h3>O que é design? Pelo Dicionário Michaelis</h3>
<p>(dizáin) sm (ingl)<br />
<strong>1 </strong>Concepção de um projeto ou modelo; planejamento.<br />
<strong>2</strong> O produto deste planejamento.</p>
<h3>O que é design? Pelo Dicionário Houaiss</h3>
<p><strong>Rubrica</strong>: desenho industrial.<br />
1. a concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação etc.), esp. no que se refere à sua forma física e funcionalidade<br />
2. Derivação: por metonímia.<br />
o produto desta concepção<br />
3. Derivação: por extensão de sentido (da acp. 1).<br />
m.q. desenho industrial<br />
4. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. desenho-de-produto<br />
5. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. programação visual<br />
6. Derivação: por extensão de sentido.<br />
m.q. desenho (&#8216;forma do ponto de vista estético e utilitário&#8217; e &#8216;representação de objetos executada para fins científicos, técnicos, industriais, ornamentais&#8217;)</p>
<p><strong>Locuções</strong><br />
d. gráfico<br />
Rubrica: desenho industrial, artes gráficas.<br />
conjunto de técnicas e de concepções estéticas aplicadas à representação visual de uma idéia ou mensagem, criação de logotipos, ícones, sistemas de identidade visual, vinhetas para televisão, projeto gráfico de publicações impressas etc.</p>
<p><strong>Etimologia</strong><br />
ing. design (1588) &#8216;intenção, propósito, arranjo de elementos ou detalhes num dado padrão artístico&#8217;, do lat. designáre &#8216;marcar, indicar&#8217;, através do fr. désigner &#8216;designar, desenhar&#8217;; ver sign-</p>
<h3>O que é design? Por Mônica Moura</h3>
<p>Na página 118 do livro &#8220;<strong><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="../faces-do-design/" target="_blank">Faces do Design</a></strong>&#8221; (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/faces-do-design/" target="_blank">leia o post</a>) das <a title="Abre os posts com a tag &quot;Rosari&quot; [em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/rosari/" target="_blank"><strong>Edições Rosari</strong></a>, a designer, artista plástica, mestre e doutora <strong>Mônica Moura</strong> define:<br />
&#8220;Design significa ter e desenvolver um plano, um projeto, significa designar. É trabalhar com a intenção, com o cenário futuro, executando a concepção e o planejamento daquilo que virá a existir. Criar, desenvolver, implantar um projeto &#8211; o design &#8211; significa pesquisar e trabalhar com referências culturais e estéticas, com o conceito da proposta. É lidar com a forma, com o feitio, com a configuração, a elaboração, o desenvolvimento e o acompanhamento do projeto&#8221;</p>
<h3>O que é design? Por Vilém Flusser</h3>
<p>Em &#8220;<strong>O mundo codificado</strong>&#8220;, da <a title="Abre os posts com a tag &quot;Cosac Naify&quot; [em uma nova janela]" href="../tag/cosacnaify/" target="_blank"><strong>Cosac Naify</strong></a><strong> </strong>, o autor define primeiro a palavra design como verbo e substantivo, na páigna 181:</p>
<p>&#8220;Em inglês a palavra design funciona como substantivo e verbo (circunstância que caracteriza muito bem o espírito da língua inglesa). Como substantivo significa entre outras coisas: &#8216;propósito&#8217;, &#8216;plano&#8217;, &#8216;intenção&#8217;, &#8216;meta&#8217;, &#8216;esquema malígno&#8217;, &#8216;conspiração&#8217;, &#8216;forma&#8217;, &#8216;estrutura básica&#8217;, e todos esses significados estão relacionados a &#8216;astúcia&#8217; e a &#8216;fraude&#8217;. Na situação de verbo &#8211; <em>to design</em> &#8211; significa, entre outras coisas &#8216;tramar algo&#8217;, &#8216;simular&#8217;, &#8216;projetar&#8217;, &#8216;esquematizar&#8217;, &#8216;configurar&#8217;, &#8216;proceder de modo estratégico&#8217;. A palavra é de origem latina e contem em si o termo <em>signum</em>, que significa o mesmo que a palavra alemã Zeichen (&#8216;signo&#8217;, &#8216;desenho&#8217;). (&#8230;) &#8221;</p>
<p>Depois, <strong>Flusser </strong>explica o que se tornou o vocábulo design, na página 184:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) design significa aproximadamente aquele lugar em que arte e técnica (e, conseqüentemente, pensamentos, valorativo científico) caminham juntas, com pesos equivalente, tornando possível uma nova forma de cultura&#8221;</p>
<h3>O que é design? Por Lucy Niemeyer</h3>
<p>O livro da <strong>Editora 2AB</strong> &#8220;<strong>Design no Brasil: Origens e instalação</strong>&#8221; tem um capítulo só pra origem e significado do termo design. Na introdução do capítulo a <strong>Doutora Anamaria de Moraes</strong> cita a própria <strong>Lucy</strong> definindo design:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) ao longo do tempo o design tem sido entendido segundo três tipos distintos de prática e conhecimento. No primeiro o design é visto como atividade artiística, em que é valorizado no profissional o seu compromisso com artífice, com a fruição do uso. No segundo entende-se que o design como um invento, um planejamento em que o designer tem compromisso prioritário com a produtividade do processo de fabricação e com a atualização tecnológica. Finalmente, no terceiro aparece o design como coordenação, onde o designer tem a função de integrar os aportes de diferentes especialistas, desde a especificação de matéria-prima, passando pela produção à utilização e ao destino final do produto. Neste caso a interdisciplinaridade é a tônica. (&#8230;) estes conceitos tanto se sucederam como coexistiram, criando uma tensão entre as diferentes tendências simultâneas.&#8221;</p>
<p>A intenção é sempre atualizar esse post com as definições que cruzarem meu caminho. Mas me diga, <strong>você tem alguma definição pra o que é design?</strong> Discorda de alguma das que eu selecionei? Então deixa nos comentários! <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Post relacionado</h3>
<p><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/funcao-do-design-versus-funcao-do-designer/" target="_blank">Função do design x função do designer</a></p>
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		<title>Exposição de cartazes do Alexandre Wollner no SESC Pinheiros</title>
		<link>http://designices.com/exposicao-de-cartazes-do-alexandre-wollner-no-sesc-pinheiros/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 02:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco tempo que começou uma bela exposição de cartazes do designer Alexandre Wollner no SESC Pinheiros, claro, de graça. As quase seis décadas de trabalho do pioneiro Alexandre Wollner rendem estudos nos mais diversos pontos de vista do design. &#8230; <a href="http://designices.com/exposicao-de-cartazes-do-alexandre-wollner-no-sesc-pinheiros/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-732" title="Guia da Exposição: Alexandre Wollner - Cartazes, no SESC Pinheiros" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/05/alexandre-wollner-cartazes-sesc.jpg" alt="Guia da Exposição: Alexandre Wollner - Cartazes, no SESC Pinheiros" width="590" height="683" /></p>
<p>Há pouco tempo que começou uma bela exposição de cartazes do designer <a title="Abre os posts com a tag &quot;Alexandre Wollner&quot; [em uma   nova janela]" href="../tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre  Wollner</a> no SESC Pinheiros, claro, de graça.</p>
<p>As quase seis décadas de trabalho do pioneiro <a title="Abre os posts com a tag &quot;Alexandre Wollner&quot; [em uma  nova janela]" href="../tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre  Wollner</a> rendem estudos nos mais diversos pontos de vista do design. Ele sempre propõe discussões com seus textos e analises profundas do seu minuncioso trabalho na maior essência do design modernista. É impressionante como seus grids, estudos e resultados fazem sentido e parecem &#8220;fáceis de fazer&#8221;. Por essas e outras você entende facilmente porque o <a title="Abre os posts com a tag &quot;Alexandre Wollner&quot; [em uma   nova janela]" href="../tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Wollner</a> foi e é tão importante pra história do design no Brasil.</p>
<p>É bem legal ver bem de perto cada detalhe de cada tipo, cada grafismo e cada elementodos seus cartazes da época da Escola de Ulm, do aniversário de 400 anos de São Paulo (aí você entende porque ele ficou tão revoltado com o logo dos 450 anos), da despedida do Pelé entre muitos outros.</p>
<p>A exposição fica até o dia 20/06/2010, acontece da terça a sábado, das 10h30 às 21h30, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30 no <strong>SESC Pinheiros</strong>,  Rua Paes Leme, 195, Pinheiros  (<a title="Abre em uma nova janela" href="http://maps.yahoo.com/#mvt=m&amp;lat=-23.567821&amp;lon=-46.698743&amp;zoom=17&amp;q1=rua%20Paes%20Leme%2C%20195%2C%20sao%20paulo%2C%20brazil" target="_blank">veja o mapa do local</a>). Telefone: 3095-9400</p>
<p><strong>Post relacionado:</strong><br />
<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Alexandre Wollner e a formação do design no Brasil</a></p>
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		</item>
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		<title>8 livros de design por menos de R$ 50 cada</title>
		<link>http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/</link>
		<comments>http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
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		<category><![CDATA[Claudio Rocha]]></category>
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		<description><![CDATA[Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (leia!) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí &#8230; <a href="http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses fiz um post de (quase) mesmo título (<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/10-livros-essenciais-por-menos-de-r-5000-cada/" target="_blank">leia!</a>) , mas percebi que ele ficou desatualizado em quase todos os livros. Os preços subiram, invés de 10, agora são 8, mas são muito bons, valem a pena. Aí vai uma lista atualizadíssima e claro, preços valendo apenas na data do post!</p>
<h3>ABC da Bauhaus &#8211; Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller</h3>
<p>Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/abc-da-bauhaus-a-bauhaus-e-a-teoria-do-design-FNAC,,livro-520453-1.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 44,00</p>
<h3>Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski</h3>
<p>Livro +  DVD de uma entrevistona com o <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/275703" target="_blank">Americanas</a>, R$ 44,90<br />
Leia o post <a title="Post a respeito do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]</a></p>
<h3>As Leis da Simplicidade, de John Maeda</h3>
<p>O designer-artista-e-professor-do-<a title="Página do MIT [abre em uma nova janela]" href="http://web.mit.edu/" target="_blank">MIT</a> John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o <a title="Home do blog, em inglês [abre em uma nova janela]" href="http://lawsofsimplicity.com/" target="_blank">The Laws of Simplicity</a>.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/574033" target="_blank">Americanas</a>, R$ 27,90</p>
<h3>Do Maíz à Maizena &#8211; Um Layout de 140 Anos, de Tadeu Costa</h3>
<p>A embalagem de Maizena sempre pareceu &#8220;igual&#8221; pra todos. E num mundo de propagandas e logos que não duram muito, como permanecer sem modificações por muito tempo (afinal, 140 anos é muita coisa, né?)? É o que Tadeu Costa explica nesse livro, rápido e gostoso de ler, além de mostrar todas as mudanças da embalagem, comerciais de TV, anúncios e calendários de receitas.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.fnac.com.br/do-maiz-a-maizena-um-layout-de-140-anos-9788588343412-FNAC,,livro-445566-2049.html" target="_blank">Fnac</a> R$ 25,50</p>
<h3>Linguagens do Design &#8211; Compreendendo o Design Gráfico, de Steven Heller</h3>
<p>A possibilidade da leitura não-linear e o ótimo conteúdo me agradaram bastante. O autor mostra diversos &#8220;ícones&#8221; do design e conta sua história e curiosidades, como a Suástica, o símbolo da paz, cartazes, caixas de fósforos japonesas, embalagens de aparelhos de barbear&#8230;</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/linguagens-do-design-compreendendo-o-design-grafico-9788588343474-FNAC,,livro-445568-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 38,25</p>
<h3>Nova York &#8211; A vida na cidade grande, de Will Eisner</h3>
<p>Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/nova-york-a-vida-na-cidade-grande-FNAC,,livro-522507-2160.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 39,90</p>
<h3>O Mundo é Mágico &#8211; As Aventuras de Calvin e Haroldo, de Bill Watterson</h3>
<p>A simplicidade e inocência do Calvin nessa coletânea de suas tirinhas. Ideal pra dar aquela &#8220;quebrada&#8221; entre um livro de design e outro.</p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1871191/mundo+e+magico+:+as+aventuras+de+calvin+e+haroldo,+o" target="_blank">Submarino</a>, R$ 19,90</p>
<h3>Projeto Tipográfico, de Cláudio Rocha</h3>
<p>Cláudio Rocha é tipógrafo brasileiro, trabalha com isso desde 1975, é diretor da Oficina Tipográfica São Paulo (leia o post &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-i-cartao-de-visita/" target="_blank">Curso de composição tipográfica manual Módulo I &#8211; Cartão de visita</a>&#8221; e também o &#8220;<a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/curso-de-composicao-tipografica-manual-ii-cartaz/" target="_blank">Módulo II &#8211; Cartaz</a>&#8221; e editor da <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/revista-tipoitalia/" target="_blank">Revista TIPOITALIA</a>, idealizador e editor da Revista Tupigrafia, entre muitas outras atribuições. Nessa publicação ele conta de características da tipografia digital e analógica, a trajetória das fontes tanto técnica quanto estética, além de comentar tipos serifados, sem serifa e manuscritos. Essa é uma reedição revisada e ampliada do primeiro livro de tipografia que li na vida <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lugar mais barato: <a title="Abre em uma nova janela" href="http://www.2ab.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=101" target="_blank">2AB Editora</a>, R$ 33,48</p>
<p>Alguém tem mais sugestões nessa faixa de preço? Pode deixar nos comments <img src='http://designices.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Leite Moça Retro</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1930]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1940]]></category>
		<category><![CDATA[anos 1950]]></category>
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		<category><![CDATA[anos 1980]]></category>
		<category><![CDATA[design brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A Nestlé aproveitou a &#8220;onda&#8221; vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 &#8230; <a href="http://designices.com/leite-moca-retro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Nestlé aproveitou a &#8220;onda&#8221; vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983. Ótima sacada da Nestlé, não?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-448" title="Latas retro de Leite Moça" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro.jpg" alt="" width="590" height="787" /></p>
<p>Embora o formato da lata, arredondada, não seja o da época, as adaptações ficaram bem interessantes. Ora contorno na tipografia, ora não. Ora adornos demais, ora não. Ora sem adorno algum&#8230;  Enfim, é bem interessante como referência visual dessas décadas poder compará-las e encontrar as características de cada movimento ou pensar na &#8220;época&#8221; de cada latinha. Aliás, o que aconteceu em cada uma dessas décadas?</p>
<h3>Leite Moça retro 1937</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-438" title="Lata retro de Leite Moça, de 1937" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1937.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A embalagem mantinha a cor original do produto &#8211; e não branca como as atuais (aliás, prefiro essa amareladinha). Reparem nos adornos dos ícones do Rio 1922 e na tipografia clássica utilizada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-439" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1937" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1937-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>A década de 1930 começou sofrendo pela crise econômica de 1929 dos Estados Unidos. Logo que começaram as invasões nazistas, a escola Bauhaus é fechada e os profissionais que lá trabalhavam vão para os Estados Unidos e Reino Unido. O design modernista norte-americano começou com o lançamento da revista &#8220;Advertising Arts&#8221;. Em 1932, Stanley Morisson prejetou a família Times New Roman pro jornal The Times, de Londres. O movimento Art Déco entra em ascensão. Surgiu o futurismo na Itália. No Brasil, J. Carlos prossegue com suas belas ilustrações (muitas delas bem patriotas) para as capas das revistas Fon-Fon, Rio Ilustrado e O Cruzeiro.</p>
<h3>Leite Moça retro 1946</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-440" title="Lata retro de Leite Moça, de 1946" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1946.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A Moça perde a cor vermelha e os ícones Rio 1922 ficam mais rebuscados com a cor de fundo. A tipografia &#8220;LEITE CONDENSADO&#8221; fica mais pesada e o MOÇA ganha contorno amarelo. O nome do produto começa a crescer na embalagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-441" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1946" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1946-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>Um fato muito importante para o design nessa década foi quando o presidente norte-americano Roosevelt fundou, em 1942, o Office of War Information (OWI), para informar sobre a Segunda Guerra Mundial em diversas mídias. Para isso foram contratados muitos designers e ilustradores. Começou a &#8220;Era de Ouro&#8221; das revistas quando elas começaram a destacar o pós-guerra. O designer modernista Paul Rand publicou sua monografia/manifesto chamada &#8220;Thoughts of design&#8221;.</p>
<h3>Leite Moça retro 1957</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-442" title="Lata retro de Leite Moça, de 1957" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1957.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>Os ícones Rio 1922 são simplificados, menos linhas e sem cor de fundo. O texto &#8220;LEITE CONDENSADO&#8221; ganha uma tipografia com mais curvas que dá mais contraste nas &#8220;relações grosso-fino&#8221; dos tipos, mais parecida com a da década de 1930. A palavra &#8220;MOÇA&#8221; cresce mais ainda e ganha contorno mais agressivo do que a dos anos 1940. A cor da lata passa a ser branca.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-457" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1957" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1957-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>O movimento pós-guerra fica ainda mais forte na intenção de aliviar as dores das perdas causadas esse período e divulgar a comunicação visual. O primeiro satélite, o Sputinik, foi lançado em 1954, mesmo ano que Alfred Hitchcock estreiou seu filme &#8220;Disque M Para Matar&#8221; (Dial M For Murder) que tinha efeitos 3D no cinema. Ainda em 1954, Bill Haley and His Comets gravaram <a title="Ver vídeo dessa música no Youtube [abre em uma nova janela]" href="http://www.youtube.com/watch?v=F5fsqYctXgM" target="_blank">Rock Around The Clock</a>, o primeiro rock do mundo. A pop-art começa em 1956 com a obra de recortes &#8220;Just what is it makes today&#8217;s homes so different, so appealing?&#8221;, de Richard Hamilton. No Brasil, mais precisamente na segunda metade da década, a Bossa Nova deu seus primeiros passos com Nara Leão, João Gilberto e toda a &#8220;turma&#8221; do Rio de Janeiro. <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a> voltou da Escola de Ulm e estava pronto para mudar o rumo do design nacional com todos os detalhes conceituais de seus projetos e postura profissional.</p>
<h3>Leite Moça retro 1970</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-444" title="Lata retro de Leite Moça, de 1970" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1970.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>Tanto o desenho da mocinha suíça quanto o nome do produto crescem para &#8220;estourar&#8221; na embalagem. Para tanto, foram reposicionados um ao lado do outro. Os ícones Rio 22 desaparecem e a imagem do ninho no logo da Nestlé aparece de background para a marca. O traço da ilustração foi simplificado e a moça não tem mais as listras no vestido</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-445" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1970" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1970-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>O movimento hippie, muito evidente na década anterior, perdeu suas forças (no Brasil isso apenas aconteceu na primeira metade dos anos 1980). Começou o movimento punk. Em 1971, Stanley Kubrich estreiou o filme &#8220;Laranja Mecânica&#8221; (A Clockwise Orange). Ainda nesse ano a estudante Carol Davidson criou o logotipo da Nike, o designer Milton Glaser criou a marca &#8220;I LOVE NY&#8221;. Em 1977, além da morte de Elvis Presley, George Lucas estreia o primeiro filme da série Star Wars. No último ano dessa década, o designer argentino (que mora no Brasil) Hugo Kovadloff começou a dirigir a SAO, divisão de design da <a title="Ver site da DPZ [abre em uma nova janela]" href="http://www.dpz.com.br/" target="_blank">agência DPZ</a>.</p>
<h3>Leite Moça retro 1983</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-446" title="Lata retro de Leite Moça, de 1983" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1983.jpg" alt="" width="590" height="590" /></p>
<p>A versão retro dos anos 1980 é a que resolveu apostar num tamanho ainda maior para a palavra &#8220;MOÇA&#8221;, assim como para a ilustração da mocinha (que se tornou menos rebuscada que a de 1970). Não tinha mais ícone algum, nem a marca Nestlé tão evidente.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-447" title="Detalhes da lata de Leite Moça retro, de 1983" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2010/01/leite-moca-retro-1983-detalhes.jpg" alt="" width="590" height="750" /></p>
<p>Em 1980 nasceu o Grupo Memphis, talvez o primeiro movimento de design pós-moderno. Foi também nesse ano, mais precisamente em 23 de abril, 17:45, que nasceu o designer <a title="Ver meu perfil [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/author/rfratin/" target="_blank">Rogério Fratin</a>, hehehe! Steven Spielberg dirige o filme E.T. A partir dessa década que o design passou a ser produzido por computadores. Cores extravagantes, referência aos anos 1950 e efeitos 3D foram muito evidentes nesse período. Por falar em 3D, foi nessa década que nasceram os primeiros filmes 3d da <a title="Site da Pixar [abre em uma nova janela]" href="http://www.pixar.com" target="_blank">Pixar</a>. Os videogames e os computadores pessoais tornaram-se bem mais populares.</p>
<p>Alguém tem mais fatos interessantes de cada uma das décadas? Colabora aí nos comentários!</p>
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<p><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/20-american-ads-de-1951/" target="_blank">20 american ads de 1951</a><a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/lata-de-panettone-retro-da-bauducco/" target="_blank"><br />
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Lata de Panettone Retro da Bauducco</a></p>
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		<title>Infográfico: Como os micreiros prejudicam os designers</title>
		<link>http://designices.com/infografico-como-os-micreiros-prejudicam-os-designers/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 00:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Wollner]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu até gostaria de colocar um belo info aqui, cheio de ilustras bacanas e texturas minunciosamente bem feitas. Tudo com o acabamento mais incrível que já fiz. Não coloquei porque não achei esses valores comparativos. Nem gráficos. Nem tabelas. Nem &#8230; <a href="http://designices.com/infografico-como-os-micreiros-prejudicam-os-designers/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu até gostaria de colocar um belo info aqui, cheio de ilustras bacanas e texturas minunciosamente bem feitas. Tudo com o acabamento mais incrível que já fiz. Não coloquei porque não achei esses valores comparativos. Nem gráficos. Nem tabelas. Nem números.  Nunca tem nada. São centenas de pessoas reclamando por algo que, até hoje, nunca vi uma prova sequer.</p>
<p>Bem me lembro que durante meu curso superior de Design Digital alguns professores falaram e teve até um que deu um texto para ser interpretado, que atacava os micreiros (no texto eles chamavam &#8220;sobrinhos&#8221;) e basicamente falava que eles eram o pior terror para a profissão do designer. Pois é&#8230; E cadê a prova disso tudo?</p>
<p>Pra mim é tudo balela. Se eu estiver errado, então me prove com números. Os micreiros ficam lá, os designers ficam cá. Tem sempre um que fala &#8220;Ah, mas eles tiram meu emprego&#8221;. Tiram, é? Quantas vezes a <a title="Site da Agência Click [abre em uma nova janela]" href="http://clickaqui.agenciaclick.com.br/" target="_blank">Agência Click</a>, por exemplo, contratou um micreiro pra fazer suas peças que concorreriam ao Cannes? A <a title="Site da agência AlmapBBDO [abre em uma nova janela]" href="http://www.almapbbdo.com.br" target="_blank">AlmapBBDO</a> trouxe um grupo de micreiros pra conseguir a conta de algum cliente importante? A <a title="Editora Globo [abre em uma nova janela]" href="http://editoraglobo.globo.com/" target="_blank">Editora Globo</a> terceirizou micreiros pra fazer a identidade da revista X ou Y? Não, né? Então&#8230; Talvez o micreiro tenha feito por R$ 325,00 o site da papelaria que tem perto da sua casa (até porque eles não teriam os 2 ou 3.000 que você cobraria para fazê-lo). Talvez o sobrinho do amigo tio que sabe mexer no Corel Draw tenha cobrado R$ 8,50 pra fazer o cartaz de &#8220;Vende-se ovos&#8221; para a quitanda da amiga da sua tia. É com esses caras que você quer competir no mercado? É esse tipo de trabalho que você quer? São esses os caras que você compete numa entrevista? Ah, bom&#8230;</p>
<h3>Micreiros x Postura profissional: Quem (ou o que) prejudica mais a profissão?</h3>
<p>Muitas vezes me questiono da posição do designer dentro de uma empresa. Sempre me lembro de um passado remoto, quando eu era office-boy, junto de outros oito ou nove adolescentes. Pra eles não bastava ser office-boy, também era necessário se portar como. Todas as gírias de periferia possíveis, roupas largas e extravagantes, boné de basquete norte-americano, pouca cautela pra falar&#8230; Enfim. E não era da natureza deles, não. Era algo que contagiava quem começasse a trabalhar lá (e também nas outras empresas dos prédios ao redor). Por que será que nenhum deles pegaria aquela vaga de auxiliar de escritório? Porque a vaga não é pra alguém assim. Ah, nada contra as vestimentas, não. Mas acredito que elas devam ser de acordo com o tipo de negócio que você trabalha. Nesse caso, uma seguradora, cheia de regras e de bancos importantes como clientes principais e um povo de terno sempre ao redor. Não esperava que os meninos fossem trabalhar de fraque, apenas não acho interessante ir vestido como se vai para o clube no final de semana praticar esportes. Ah, é evidente que não estou exemplificando baseado em funcionários numa agência ou empresa descolada, que permitem e promovem essa casualidade (extremamente saudável e indicada) na aparência.</p>
<p>Da mesma forma que os estagiários de todos os lugares que trabalhei que se comportavam como estagiários NUNCA foram efetivados.</p>
<p>Dúvidas: Será que não falta para a profissão se preocupar com a NOSSA postura profissional invés de fazer o mesmo pela postura de um micreiro que nem sabe porque ele não é designer? Quão contente um gerente de marketing fica com explicações do tipo &#8220;NÃO DÁ pra mudar porque estou usando uma referência direta aos estudos de gestalt do objeto da Deutscher Werkbund&#8221;? Inclusive tem gente que fica sem resposta se as frases prontas &#8220;Não dá&#8221;, &#8220;Não tem como&#8221; e &#8220;É impossível&#8221; sumirem da Língua Portuguesa. O designer precisa ser o solucionador de problemas, não o causador de outros.</p>
<h3>Designers mendigos</h3>
<p>Ocasionalmente pelo Orkut eu encontrei uma comunidade chamada &#8220;Designers mendigos&#8221;, onde na descrição tinham coisas como &#8220;Se você tem 22 anos, está formado e não tem perspectiva de comprar um carro por conta do salário aqui é seu lugar&#8221;. Ok, ok, sei que sou ranzinza pacas. Sei que até pode parecer engraçado, mas mesmo que algumas vezes isso possa ser verdade, quanto será que uma coisa dessas ajuda as pessoas de fora a olharem para a profissão de designer de maneira digna (já que nem quem é designer olha)? Engraçado é que não tem nenhuma comunidade de &#8220;neuro-cirurgiões mendigos&#8221;, nem &#8220;vendedores de loja de shopping mendigos&#8221;, nem &#8220;frentistas de posto de gasolina mendigos&#8221;, nem marketeiros, nem programadores. E a comunidade tá lá, com mais de mil e duzentas pessoas. A comunidade brasileira de tipografia que tem mais membros não passa da casa dos três mil, ou seja, um terço desse valor se identifica designer mendigo (claro, não necessariamente os membros dessa comunidade, só estou comparando os valores). É curioso pensar que não gostamos de micreiros porque eles sujam nossa profissão e denigrem nossos valores, mas se comparar a mendigos não tem problema, né?</p>
<h3>Só pra fechar</h3>
<p>Quero deixar bem claro que não sou satisfeito com o que o mercado paga para os designers. Tampouco acho que nem os clientes nem nossos chefes tratam nossa profissão com a seriedade que deveriam. Mas também acho que muito disso não se deve apenas aos micreiros, sobrinhos nem a toda a turma deles. Se a cabeça de quem faz parte do grupo &#8220;prejudicado&#8221; não muda, mais complicado ainda mudar o pensamento de quem está apenas assistindo de fora. Nos últimos três anos quantas entrevistas em programas de talk-show foram com designers que fizeram algo grandioso pela sociedade? Quantos projetos de melhorias para o país foram idealizados por designers? Quantos designers você conhece que se envolvem com projetos para ONGs ou OSCIPs? Pois é&#8230; Que coisa, não?<br />
Corcorda? Discorda? Não tem problema. Se design é projeto, como diria o Mestre <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>, ele pode ser fortalecido pelas discussões. Então comenta aí!</p>
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		<title>10 livros essenciais por menos de R$ 50,00 cada</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 04:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Designice]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[ATENÇÃO: ESSE POST ESTÁ DESATUALIZADO. VOU MANTÊ-LO AQUI PARA FINS DE ARQUIVO, MESMO. FIZ UMA LISTA DE 8 LIVROS QUE SE ENCAIXAM NESSA FAIXA DE PREÇOS E PUBLIQUEI EM 8 DE MARÇO DE 2010. LEIA O POST. Para beneficiar o &#8230; <a href="http://designices.com/10-livros-essenciais-por-menos-de-r-5000-cada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000;">ATENÇÃO: ESSE POST ESTÁ DESATUALIZADO. VOU MANTÊ-LO AQUI PARA FINS DE ARQUIVO, MESMO.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">FIZ UMA LISTA DE 8 LIVROS QUE SE ENCAIXAM NESSA FAIXA DE PREÇOS E PUBLIQUEI EM 8 DE MARÇO DE 2010. <a title="Abre o post [em uma nova janela]" href="http://designices.com/8-livros-de-design-por-menos-de-r-50-cada/" target="_blank">LEIA O POST.<br />
</a></span></strong></p>
<p>Para beneficiar o bolso de todo designer e regar a cabeça com conteúdo de primeira categoria, fiz uma seleção nos livros que li, que gostei bastante, que recomendei e que não pesaram (tanto) no orçamento. Todos os preços são baseados na data do post, 22/10/2009 e tinham em estoque nos respectivos sites, depois eu não garanto, hein?</p>
<h3>As Leis da Simplicidade, de John Maeda</h3>
<p>O designer-artista-e-professor-do-<a title="Página do MIT [abre em uma nova janela]" href="http://web.mit.edu/" target="_blank">MIT</a> John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o <a title="Home do blog, em inglês [abre em uma nova janela]" href="http://lawsofsimplicity.com/" target="_blank">The Laws of Simplicity</a>.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/574033" target="_blank">Americanas</a>, R$ 21,90</p>
<h3>ABC da Bauhaus &#8211; Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller</h3>
<p>Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/abc-da-bauhaus-a-bauhaus-e-a-teoria-do-design-FNAC,,livro-520453-1.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 39,60</p>
<h3>Objetos de desejo &#8211; Design e sociedade desde 1750, de Adrian Forty</h3>
<p>A editora <a title="Ver todos os posts com a tag Cosac Naify [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/cosacnaify/" target="_blank">Cosac Naify</a> acertou em traduzir esse livro, lançado originalmente em 1986, mas que continua atualizadíssimo. Adrian Fordy trata da relação do design com a sociedade e como ela expressa seus valores, do que aconteceu com o design nos últimos 200 anos e de produtos que foram fruto de tudo isso.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/objetos-de-desejo-design-e-sociedade-desde-1750-FNAC,,livro-428393-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 49,68</p>
<h3>Elementos do estilo tipográfico, de Robert Bringhurst</h3>
<p>A leitura é densa e complicada na maior parte do tempo, o oposto do <a title="Ver post do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/pensar-com-tipos-ellen-lupton-ed-cosac-naify/" target="_blank">Pensar com tipos</a>, da <a title="Ver todos os posts com a tag Ellen Lupton [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a> (que só não entrou nessa lista porque na hora de subir o post, acabou o estoque da <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/pensar-com-tipos-FNAC,,livro-40998-2049.html" target="_blank">Fnac</a>), mas pra mim esse é o mais fantástico custo-benefício livro de tipografia que contempla explicação do que é cada &#8220;pedacinho das letras&#8221;.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/295844/elementos+do+estilo+tipografico+-+versao+3.0" target="_blank">Submarino</a>, R$ 44,10</p>
<h3>Grid: Construção e desconstrução, de Timothy Samara</h3>
<p>Já vi gente falar que é só pra design gráfico, mas eu discordo totalmente. O grid, enquanto fundamento, é único e o autor resolveu muito mostrando como layouts são criados baseados em grids e na outra metade do livro, desconstroi outros, fazendo o processo inverso.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/grid-construcao-e-desconstrucao-FNAC,,livro-439376-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 43,47</p>
<h3>Novos Fundamentos do Design, de Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips</h3>
<p>Baseado na ideia que os fundamentos do design foram feitos há muito tempo, a <a title="Ver todos os posts com a tag Ellen Lupton [abre em uma nova janela]" href="../tag/ellen-lupton/" target="_blank">Ellen Lupton</a> e a <a title="Ver todos os posts com a tag Jennifer Cole Phillips [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/jennifer-cole-phillips/" target="_blank">Jennifer Cole Phillips</a> os &#8220;atualizam&#8221; e adicionaram outros que a tecnologia não permitia existir.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/novos-fundamentos-do-design-FNAC,,livro-506872-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 43,47<br />
Leia o post <a title="Post a respeito do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-novos-fundamentos-do-design-ellen-lupton-e-jennifer-cole-phillips-ed-cosac-naify/" target="_blank">Livro: Novos Fundamentos do Design [Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips - Ed. Cosac Naify]</a></p>
<h3>Design brasileiro antes do design, de Rafael Cardoso</h3>
<p>Todo mundo fala do design brasileiro nos anos 1960, da bossa nova, das escolas de design nacionais, mas o Rafael Cardoso mostra e comenta (quase) tudo que rolou antes, desde a época da imprensa régia em 1808. Cheio de imagens, a publicação contempla até o final dos anos 1950.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/o-design-brasileiro-antes-do-design-FNAC,,livro-56696-2049.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 49,68</p>
<h3>Não me faça pensar, de Steve Krug</h3>
<p>Embora não seja a mais espetacular referência de usabilidade do universo, é pra mim o melhor começo. Mesmo com a diagramação terrível somada a tradução que deve muito para a original americana, o livro abre bem a cabeça e mostra diversos exemplos de como deixar os projetos mais usáveis.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/nao-me-faca-pensar-FNAC,,livro-447896-1005.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 49,59</p>
<h3>Nova York &#8211; A vida na cidade grande, de Will Eisner</h3>
<p>Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.fnac.com.br/nova-york-a-vida-na-cidade-grande-FNAC,,livro-522507-2160.html" target="_blank">Fnac</a>, R$ 49,50</p>
<h3>Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski</h3>
<p>Livro +  DVD de uma entrevistona com o <a title="Ver todos os posts com a tag Alexandre Wollner [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.<br />
Lugar mais barato: <a title="Ver livro no site [abre em uma nova janela]" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/275703" target="_blank">Americanas</a>, R$ 44,90<br />
Leia o post <a title="Post a respeito do livro [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/livro-alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-um-projeto-de-andre-stolarski-ed-cosac-naify/" target="_blank">Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]</a></p>
<p>E vocês amigos? Têm indicações de livros nessas condições? Então coloquem nos comentários!</p>
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		<title>Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 03:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Fratin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito legal a ideia de fazer um trabalho como esse que fizeram com o Alexandre Wollner. O cara, além de estudar na Escola de Ulm e fazer logotipos pra um monte de empresas que a gente viu a vida toda &#8230; <a href="http://designices.com/alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal a ideia de fazer um trabalho como esse que fizeram com o <a title="Veja todos os posts com a tag &quot;Alexandre Wollner&quot; [abre em uma nova janela]" href="http://designices.com/tag/alexandre-wollner/" target="_blank">Alexandre Wollner</a>. O cara, além de estudar na Escola de Ulm e fazer logotipos pra um monte de empresas que a gente viu a vida toda (como Itaú, Sardinhas Coqueiro&#8230;), ele também colaborou com cursos de design no país e participou da inauguração da <a title="Home da ESDI [abre em uma nova janela]" href="http://www.esdi.uerj.br/" target="_blank">ESDI</a>, a <a title="Home da ESDI [abre em uma nova janela]" href="http://www.esdi.uerj.br/" target="_blank">Escola Superior de Desenho Industrial</a> do Rio de Janeiro. Uma entrevista com ele, do jeito que foi feita e contando um pouco da história e opiniões polêmicas a respeito de identidade do design nacional, relação do design com a publicidade, o que é design e muitas outras, couberam direitinho o livro, que vem com um DVD com o vídeo da entrevista.</p>
<p>Sabe aquela história de &#8220;Ah, o livro é melhor que o filme&#8221;? Então, nesse caso não pode ser aplicado. Além de uma diagramação muito questionável (veja a figura abaixo), ele não consegue ser mais divertido que o DVD porque é praticamente o que está lá, numa ordem diferente, cronológica e com alguns detalhes a mais. Mas de qualquer maneira, é um bom companheiro no ônibus, metrô ou sala de espera. Vale o investimento. O que mais me chamou a atenção foi o catálogo de marcas do Wollner, com imagem de todos os logos que ele fez. Quanto ao DVD&#8230; Ah! É daqueles pra você ver sozinho e depois convidar um monte de amigos (preferencialmente designers ou quem tenha algum gosto pela coisa) pra curtir e discutir seus apontamentos. São vários dias no estúdio do Wollner e depois um passeio pela Avenida Faria Lima e Paulista aqui em São Paulo (antes da lei da cidade limpa) e ele vai apontando coisas que ele gosta e não gosta, justificando do seu jeito, com sua bagagem de mais de 50 anos.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"><img class="size-full wp-image-152" title="Capa do livro Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil, da Cosac Naify" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/09/alexandre-wollner-capa.jpg" alt="Capa do livro Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil, da Cosac Naify" width="290" height="380" /></td>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-153" title="Será que o próprio Wollner viu essa diagramação antes do livro ser rodado?" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/09/alexandre-wollner-interna.jpg" alt="Será que o próprio Wollner viu essa diagramação antes do livro ser rodado?" width="290" height="185" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignnone size-full wp-image-154" title="Pequeno recorte no catálogo de logotipos de Alexandre Wollner" src="http://designices.com/wp-content/uploads/2009/09/alexandre-wollner-catalogo-de-logos.jpg" alt="Pequeno recorte no catálogo de logotipos de Alexandre Wollner" width="290" height="185" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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