Arquivo da categoria Tipografia

1000 Type Treatments

1000 Type Treatments - Capa

Depois de muitos livros em português, resolvi mudar o destino e postar um gringo.  E um baita livro de referências tipográficas. Os autores Wilson Harvey e Loewy acertaram em cheio.

Essa publicação é uma coleção com mil (mil mesmo!) exemplos de tratamentos dados à tipografia, todas categorizadas e separadas pelos temas flyers, livros + revistas, logos, brochuras, pôsteres + banners e 3d + tipografia digital. Todas as imagens têm informação sobre a equipe que fez. São 400 páginas impressas num papel bem legal.

O livro é relativamente pequeno, um quadrado de 15×15cm, muito fácil de carregar e de dimensões suficientes pra ver bem cada layout. Alguns exemplos:

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

Na Amazon custa US$ 13,59 na data desse post.

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Curso de composição tipográfica manual II: Cartaz

Depois de passar um sábado inteiro extremamente divertido e curioso compondo meu cartão de visita com tipografia manual, resolvi juntar a patota novamente para dois outros sábados, dessa vez, criando um cartaz. Se o resultado dos cartões de visita superaram as expectativas, decerto os cartazes também o fariam. Aproveito para mostrar, junto com o meu, alguns cartões de amigos que também cursaram o Módulo I:

Cartões de visita feitos com tipografia manual

A carga horária do Módulo II é o dobro do I (dois sábados), o que resulta num aprendizado fuido e eficaz, já que além da composição propriamente dita também existe a decisão individual do tema, escolha de cores e papéis para impressão. Na hora de imprimir (no segundo sábado), contamos com a experiência do Marcos Mello e da sua infalível pupila Edineide Oliveira, além do impressor-mestre Senhor Pérsio. Muito legal é trocar os cartazes com os outros profissionais que também cursam (aliás, como os meus foram impressos depois eu tô devendo pra todo mundo…). Os resultados:

Meu grande amigo Marco Moreira (do site MAGELSTUDIO) compôs com todo o alfabeto e o interferiu com a frase “Designers amadores geralmente são de opinião que letras maiores são mais legíveis”, retirada de um livro de tipografia:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Marco Moreira

A designer Gina Muccillo brincou com o amor e o ódio e o inverso deles em seu cartaz:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Gina Muccillo

Cássia D’Elia veio do Rio de Janeiro “só” para fazer o curso e aproveitou para executar um de seus trabalhos. A capa do CD Samba Quadrado (que além da composição manual tipográfica também contou com uma gravura em madeira) foi produzida em tamanho grande, como um “cartaz quadrado”:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Cássia D'Elia

A artista plástica Giorgia Mesquita aproveitou a sua composição como item de decoração, que pode ser repetido como textura até preencher toda o espaço, como um papel de parede:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Giorgia Mesquita

Já a Leony Corazza, grande amiga, inventou jogos panamericanos de 1976 em Denver para fazer sua composição com direito até aos atletas em ação dividindo o espaço com os tipos de madeira:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Leony Corazza

Me baseei na medida 23,5mm, que significa a altura do tipo para a impressão, para compor o meu. Para indicar tal medida, fiz uma régua com o alfabeto, regulando os espaçamentos entre-letras para que todos os “milímetros” ficassem sempre do mesmo tamanho, já que cada tipo tem sua largura e não formariam espaços homogêneos, como uma régua de verdade. Na sequência tem parte da primeira rafe e detalhes das provas de impressão e por fim, meu cartaz:

Rafe e provas para cartaz produzido com tipografia manual, por Rogério Fratin

Cartaz produzido com tipografia manual, por Rogério Fratin

O “Módulo II – Cartaz tipográfico” tem duração de dois sábados (das 8:30 – 17:00, com material didático, café da manhã e almoço incluídos). Você ainda tem opção de comprar papéis como bem entender para imprimir seu cartaz, além das 20 cópias que fazem parte desse módulo. Dê uma olhada no Flickr da Oficina Tipográfica SP que tem bastante fotos de cartazes por lá. Quem quiser saber mais pode acessar os cursos da Oficina Tipográfica ou enviar e-mail para mello@oficinatipografica.com.br. Uma boa dica é arrumar uma turma e falar com o Marcos. Geralmente rola um bom descontinho pra todos.

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Retrospectiva 2009: Top 5

Até faria um top 10, como fez meu grande amigo Marco Moreira, mas como o blog subiu em setembro, não teria post suficiente pra isso. De qualquer maneira, os posts que mais fizeram “barulho” no ano passado foram:

5: 20 ferramentas e sites grátis indispensáveis para designers

Fontes, imagens, otimizadores de tempo, combinadores de cores, plug-ins e salvadores-de-vida em geral.

4. 6 dicas pro webmaster não ser morto pelo designer

Sugestões amigáveis para os webmasters não cometerem “erros” na hora de codificar um layout.

3. 10 livros essenciais para designers por menos de R$50,00

Talvez os preços tenham sido alterados, mas a lista ainda é boa!

2. 10 dicas para um webmaster não querer te matar

Recomendações para os designers facilitarem o trabalho dos ‘codeiros’.

1. Como os micreiros prejudicam os designers

Em apenas uma semana ele teve mais acesso que os posts “normais” em dois ou três meses. E o mais legal foi que rendeu diversos comentários.

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Revista TIPOITALIA

No último dia 15 foi lançada a Revista TIPOITALIA 2, do tipógrafo brasileiro Cláudio Rocha, que mora na Itália atualmente, onde editou toda essa publicação. O evento foi fantástico, muitos dos grandes nomes do design/tipografia nacional estavam lá, como o Alexandre Wollner, Tony de Marco, Marcos Mello… Tanta gente boa. Inclusive tem fotos do evento num post no Magelstudio. Além do evento prender a atenção por horas o local também foi propício: A loja Pintar é fantástica, dá pra perder horas, dias lá dentro vendo tanta coisa bacana. O triste da coisa é que não tem mais loja aqui no Brasil vendendo a revista (tinham algumas na Pintar, mas duvido que elas durem muito tempo depois desse post). Aliás, eu chamaria de LIVRO. Na dúvida, deixei as duas categorias nesse post! :)

Revista TIPOITALIA 2

É definitivamente essencial pros que admiram e querem ver referências europeias – mais precisamente italianas, de tipografia. Tem de tudo: Tipos em relógio, em selos de carta, em todo lugar. Junto com essas fantásticas fotos impressas num papel de alta qualidade, textos explicativos (em inglês e italiano) complementam a publicação. É tão inspirador quanto o “Novos Fundamentos do Design” ou de algum outro livro da Ellen Lupton… É só dar uma folheada e já dá vontade de pegar a camerazinha digital e sair pela cidade caçando boas referências.

Revista TIPOITALIA 1

Pra quem não foi ao lançamento da primeira edição da TIPOITALIA teve chance de comprá-la pelo mesmo valor da segunda, R$ 45,00. Vi que a segunda seguiu bem a fórmula da primeira, também recheada com referências de tipografia italiana de alta qualidade. Agora… Pra que perdeu esse evento, quem sabe no ano que vem o Cláudio Rocha não lança a TIPOITALIA3, hein?

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6 dicas pro webmaster não ser morto pelo designer

Depois do post “10 dicas pro webmaster não querer te matar“, que teve diversos picos de acesso e cada dia bate novo recorde pro blog, resolvi inverter o foco e ajudar o webmaster a não ser decapitado e exposto em praça pública pelo designer. São leves toques (PARA OS WEBMASTERS) que, junto com o outro post, ajudarão a manter o clima de designers x webmasters calmo, feliz e com aroma de rosas so campo. Vamos lá:

1. Alinhamentos

Não existem coisas quase alinhadas. Ou estão ou não estão, inclusive ele existe pra isso: tornar duas coisas exatamente na mesma linha. Não tente justificar com “Ah, mas são só 3 pixels” se o resultado final ficar com cara de amador. Claro, isso se aplica quando não bate de frente com o item “6. Desapego com a arte” da outra lista de dicas.

2. Cores

Muitas vezes, na hora de usar o conta-gotas do seu software favorito para pegar a cor de algum elemento, você pode pegar a “cor errada”, ainda mais quando os layouts são distribuídos em JPG compactado ou algo equivalente. Na maior parte das vezes ele cria “borrões”, principalmente próximo a letras e bordas de ilustrações. Caso você clique nesses borrões acidentalmente para identificar o hexadecimal da cor, pode ter resultados diferentes a cada uma das páginas do seu projeto. Veja no exemplo a seguir que fiz com uma das imagens do post “Pensar com tipos“, três cores diferentes, retiradas da mesma letra A:

Diversas cores encontradas na mesma parte da imagem, pela compactação demasiada do JPG

3. Compactação de imagem

É bem interessante alinhar com o designer (caso ele não as entregue recortadas) como as imagens serão compactadas pra web, seja em JPG, GIF, PNG 8 ou 24. As vezes as existem muitas perdas de qualidade ou cores essenciais para o projeto.

4. Tipografia

Não, Arial não é igual Tahoma e tampouco com a Verdana. Times New Roman não tem nada a ver com a Georgia. Ok, ok, as vezes é complicado de identificar pra quem não é acostumado, então vale a pena certificar-se de qual das tipografias é utilizada no projeto. Uma família trocada pode causar bastante estranheza por parte de quem vê, mesmo que não tenha o olho treinado. Fica aquela sensação de letreiro preto com letrinhas amarelas de padaria, onde sempre tem fontes diferentes pra compor o “menu”. Perceba como as famílias são diferentes:

Comparação entre alguns caracteres das tipografias Arial, Verdana, Tahoma, Times New Roman e Geogia

5. Entrelinhas e entreletras

Muito comum ser ajustada entre os designers gráfcos, muitas vezes esses dois recursos essenciais não são aplicados na web ou não seguidos pelos HTMLers à risca. Os projetos que precisam colocar mais texto em menos espaços, como portais de conteúdo ou notícias, podem usar uma redução no entreletras (no CSS, letter-spacing) e/ou no entrelinhas (line-height no CSS) para resolver esse problema. Fique atento nessas medidas pra não parecer que “tem texto demais e tá quebrando o layout”

6. – Deixa que eu faço, é só um botãozinho? – NÃO!

Sem radicalizar nada, mas é bem complicado inventar um botão, cor de algo ou posicionamento quando teve um cara que ficou cinco meses pensando e executando só isso. Essa dica não é relacionada ao apego com o produto e sim com a garantia de identidade posta à prova no site todo, desde decisões de estrutura para todo o layout até a cor do link do canto do rodapé. Se precisar criar algo, chegou a hora de trabalhar junto com seu amiguinho designer de novo! Ó que beleza! Pra você entender como é ruim uma pessoa não treinada inventar esses designices, seria como, depois de meses e meses de trabalho árduo e códigos lipíssimos e organizados, vir um designer infeliz e mexer em tudo via Dreamweaver, pelo modo layout. Entendeu? Dói, né?

Mais alguém tem dica aí? Ah, aproveita pra comentar e enviar pros amiguinhos codeiros que você conhece. :)

Lançamento da Revista TIPOITALIA 2, de Cláudio Rocha

Na próxima quinta-feira, dia 10 de dezembro, vai ter o lançamento da Revista TIPOITALIA, que foi editada na Itália pelo tipógrafo brasileiro Cláudio Rocha.

O evento será a partir das 19:30, na Pintar, Rua Cotoxó, 110, Pompeia (ver mapa). Tel: 3873 0099

Lançamento da Revista TIPOITÁLIA

Pensar com tipos [Ellen Lupton - Ed. Cosac Naify]

Pensar com tipos, Ellen Lupton - Capa

Falar que Pensar com tipos é o livro que aborda tipografia com mais profundidade não é verdade. A grande vantagem de mais um livro maravilhoso da Ellen Lupton é a refrescada que ele dá na cabeça em conceituar e exemplificar diversos pontos da tipografia, como formação do tipo em específico, os “faça” e “não faça” e muitas outras questões, com exercícios para praticar ao final cada capítulo. Tudo (tudo mesmo!) é muito bem ilustrado e dá pra devorar todo o livro quase sem perceber. Como de costume, Ellen Lupton mantém seu estilo didático com linguagem simples. Um detalhe interessante é que o “Pensar com tipos” tem várias cores na tipografia da capa. Isso é possível porque a capa é (mesmo!) feita com tipos móveis.

O sumário do livro:

Pensar com tipos, Ellen Lupton - Sumário

Alguns exemplos de conteúdo das páginas internas:

Esse livro somado ao “Elemento do estilo tipográfico” (que eu já falei no post “10 livros essenciais por menos de R$ 50 cada“) são o grande começo pra quem quer se aprofundar em tipografia.

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Curso de composição tipográfica manual I: Cartão de visita

Sempre voto na quebra brusca de padrões, maneiras e suporte para potencializar a capacidade de “criar coisas diferentes”. Depois de tanto tempo “só trabalhando com internet”, achei um curso incrível de composição tipográfica manual, juntei mais sete amigos e passamos um sábado inteiro na Oficina Tipográfica São Paulo, que fica na Rua Bresser, 2315, quase esquina com a Avenida Alcântara Machado (mais conhecida como Radial Leste), em São Paulo.

Fizemos o primeiro módulo, conhecemos os tipos, aprendemos a identificar, medir, montar, entintar e imprimir uma gravura criada pelo grupo. Também fizemos um cartão de visita com tipos móveis de madeira e metal junto de uma linha com o e-mail ou o site gerada numa linotipo dos anos 1940, operada e reparada por profissionais que atuaram em gráficas de jornais importantes na época da ditadura. Cada um ganha 50 cartões de visita em papéis especiais de cores diferentes e a linha da linotipo. Veja alguns trabalhos no Flickr da Oficina Tipográfica.

Quem dá a aula é o Marcos Mello, que eu já conhecia da Anhembi Morumbi. Além de formado num curso profissionalizante em artes gráficas na escola alemã Waldorfschulen, ele tem formação universitários nas áreas de arte e pedagogia, pós-graduação em design gráfico, mestrado em Educação, Arte e História da Cultura pela Faculdade Presbiteriana Mackenzie e ainda tá fazendo doutorado em História Social na USP.

Algumas fotos do curso:

Tipo em madeira - Letra DMarcos Mello, lecionando o Módulo I de composição tipográfica manualOficina Tipográfica São PauloLinotipo dos anos 1940Original HeiderlbergEntrelinhasAdornos tipográficos antigosCartões de visita tipográficosRogério Fratin e Marco MoreiraMeu cartão de visita tipográfico, pouco antes de passar pela primeira prova

Esse primeiro módulo do curso tem preço mais que justo, dura um sábado (das 8:30 – 17:00, com material didático, café da manhã e almoço incluídos). Estou fazendo o segundo módulo, de cartaz, logo posto aqui também. Quem quiser saber mais pode acessar os cursos da Oficina Tipográfica ou enviar e-mail para mello@oficinatipografica.com.br. Uma boa dica é arrumar uma turma e falar com o Marcos. Geralmente rola um bom descontinho pra todos.

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10 livros essenciais por menos de R$ 50,00 cada

ATENÇÃO: ESSE POST ESTÁ DESATUALIZADO. VOU MANTÊ-LO AQUI PARA FINS DE ARQUIVO, MESMO.

FIZ UMA LISTA DE 8 LIVROS QUE SE ENCAIXAM NESSA FAIXA DE PREÇOS E PUBLIQUEI EM 8 DE MARÇO DE 2010. LEIA O POST.

Para beneficiar o bolso de todo designer e regar a cabeça com conteúdo de primeira categoria, fiz uma seleção nos livros que li, que gostei bastante, que recomendei e que não pesaram (tanto) no orçamento. Todos os preços são baseados na data do post, 22/10/2009 e tinham em estoque nos respectivos sites, depois eu não garanto, hein?

As Leis da Simplicidade, de John Maeda

O designer-artista-e-professor-do-MIT John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o The Laws of Simplicity.
Lugar mais barato: Americanas, R$ 21,90

ABC da Bauhaus – Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller

Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 39,60

Objetos de desejo – Design e sociedade desde 1750, de Adrian Forty

A editora Cosac Naify acertou em traduzir esse livro, lançado originalmente em 1986, mas que continua atualizadíssimo. Adrian Fordy trata da relação do design com a sociedade e como ela expressa seus valores, do que aconteceu com o design nos últimos 200 anos e de produtos que foram fruto de tudo isso.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,68

Elementos do estilo tipográfico, de Robert Bringhurst

A leitura é densa e complicada na maior parte do tempo, o oposto do Pensar com tipos, da Ellen Lupton (que só não entrou nessa lista porque na hora de subir o post, acabou o estoque da Fnac), mas pra mim esse é o mais fantástico custo-benefício livro de tipografia que contempla explicação do que é cada “pedacinho das letras”.
Lugar mais barato: Submarino, R$ 44,10

Grid: Construção e desconstrução, de Timothy Samara

Já vi gente falar que é só pra design gráfico, mas eu discordo totalmente. O grid, enquanto fundamento, é único e o autor resolveu muito mostrando como layouts são criados baseados em grids e na outra metade do livro, desconstroi outros, fazendo o processo inverso.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 43,47

Novos Fundamentos do Design, de Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips

Baseado na ideia que os fundamentos do design foram feitos há muito tempo, a Ellen Lupton e a Jennifer Cole Phillips os “atualizam” e adicionaram outros que a tecnologia não permitia existir.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 43,47
Leia o post Livro: Novos Fundamentos do Design [Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips - Ed. Cosac Naify]

Design brasileiro antes do design, de Rafael Cardoso

Todo mundo fala do design brasileiro nos anos 1960, da bossa nova, das escolas de design nacionais, mas o Rafael Cardoso mostra e comenta (quase) tudo que rolou antes, desde a época da imprensa régia em 1808. Cheio de imagens, a publicação contempla até o final dos anos 1950.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,68

Não me faça pensar, de Steve Krug

Embora não seja a mais espetacular referência de usabilidade do universo, é pra mim o melhor começo. Mesmo com a diagramação terrível somada a tradução que deve muito para a original americana, o livro abre bem a cabeça e mostra diversos exemplos de como deixar os projetos mais usáveis.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,59

Nova York – A vida na cidade grande, de Will Eisner

Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,50

Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski

Livro + DVD de uma entrevistona com o Alexandre Wollner, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.
Lugar mais barato: Americanas, R$ 44,90
Leia o post Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]

E vocês amigos? Têm indicações de livros nessas condições? Então coloquem nos comentários!

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20 ferramentas e sites indispensáveis (e grátis!) para designers

Aí vai uma lista com algumas das ferramentas e sites que eu uso com bastante frequência e que fazem muito bem seus papéis:

Bancos de imagem

Stock.XCHNG. Eu sei que existem muitos, mas esse pra mim é o mais organizado e confiável. Basta criar um cadastrinho e se divertir a valer.

Fontes

DaFont, Urban Fonts, 1001 Free Fonts, Simply The Best Fonts. Todos muito parecidos. Algumas fontes não podem ser usadas em fins comerciais, vale a pena verificar. Ideais pra quem precisa de fontes menos precisas para leitura.

Combinadores de cor

Kuler, da Adobe, permite criar combinações de cor e compartilha paletas dos outros usuários, numa pegada meio comunidade.
Color Scheme Designer 3 dá opções de paletas monocromáticas, complementares e outras. Tem um simulador de como as pessoas com problemas visuais, como o daltonismo, veriam cada cor da combinação.

Gerador de Favicon

FavIcon from Pics tem uma interface meio estranhona, mas gera os favicons com cores de fundo ou não, animados e em diversos tamanhos.

Texturas

CG Textures, Texture King e Mayang são bem parecidas e acho que somadas resolvem 95% dos problemas de texturas que você precisar.

Criador de mapas de site

X-Mind. Para fazer o download é preciso se cadastrar, mas vale a pena. Esse programinha é bem leve e cria estruturas navegacionais em formato de diagrama que agiliza bastante na criação de sites, principalmente dos complexos.

Editor de áudio

Audacity. Já me salvou várias vezes na hora de criar podcasts e áudio slide-shows (odeio esse termo, mas se assim falam…) pois trabalha com diversos canais (“layers” de som) e você também pode ir à biblioteca de plug-ins para turbiná-lo e permitir exportar para diversos formatos.

Conversor de vídeo e áudio

Format Factory é bem fácil de usar e converte vídeo e áudio de (quase) todos os formatos para (quase) todos os formatos. Ideal tanto pra quem tá com pressa quanto para quem quer configurar cada coisa com calma.

Codecs de vídeo

K-Lite. Com ele (que ainda por cima vem com o Media Player Classic, caso você não tenha player) dá pra ver arquivos Real, MOV, DIVx, DVDs e muitos outros.

Gerador de preloader

Ajaxload. É direto on-line e permite configuração de formato, cor e background.

Editor de imagens on-line

Pixel Free. Não é um Photoshop on-line, mas pode salvar vidas na hora de tratar e cortar imagens pra sites quando não se tem nada do gênero instalado na máquina.

Web application development

Aptana. Tanto para os que desenvolvem mais pesado como os que ficam em markups e CSS, esse é um bom editor.

Plug-ins do Firefox

Firebug mostra nomes de elementos das páginas, peso de CSS, Javascript e imagens e ainda permite “editar” on-line e ver o resultado na hora. Ideal pra quem programa e quem quase não programa nada.
FireFTP permite que você faça uploads e downloads de arquivos de FTPs direto no Firefox.

E você? Quais são suas ferramentas e sites essenciais gratuitos na hora de trabalhar? Vou coletar todas e crio um próximo post, então deixa nos comentários.

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