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Archive for the 'Inspiração' Category

Phillumeny: Rótulos de caixas de fósforo

Sinceramente eu nunca tinha ouvido falar sobre Phillumenies (que são rótulos de produtos que as pessoas colecionam) até ler o “Linguagens do design – Compreendendo o design gráfico”, de Steven Heller, publicado no Brasil pelas Edições Rosari. Aliás, um ótimo livro que aponta dezenas de peças de design muito interessantes. Nesse capítulo o autor te encoraja a procurar sobre os tais phillumenies na internet, principalmente os de caixas de fósforos japonesas. Aí eu dei uma bela pesquisada no Flickr e encontrei diversos exemplos muito interessantes (e não somente japoneses).

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Crack Dog”, em http://www.flickr.com/photos/crackdog/




Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Clinton Fowler”, em http://www.flickr.com/photos/clintonfowler/



Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Shailesh Chavda”, em http://www.flickr.com/photos/shaileshc/

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20 cartazes de filmes B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

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Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, na categoria 1930′s

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Valentines – Vintage Holiday Graphics

Com pouco texto (e infelizmente com tipografia, tamanho e largura de coluna questionáveis) e muitas imagens bacanas, os livros da série Icons, da Taschen são uma ótima opção para referências visuais temáticas muito interessantes. No caso desse são dezenas e dezenas de cartões de Dia dos Namorados, capas de revista, comerciais e muitas outras peças, todas dentro da temática do feriado de São Valentin. E tem de tudo, desde uma linguagem “Amar é” como mais puxada para Art Déco ou então do Pós-Guerra dos EUA. Isso tudo das décadas de 1920, 1930, 1940 e 1950. É uma pena que as imagens não estejam catalogadas ou legendadas, mas o conteúdo vale muito a pena.

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

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20 cartazes de filmes B dos anos 1930

Slaves in Bondage

Return of Doctor X

Reefer Madness

Reefer Madness

Pace That Kills

Pace That Kill

Mummy

Mummy

Mr. Wong in Chinatown

Monster Walks

Marijuana

Main Street Girl

Mad Love

Living Dead

Horror

Honk Tonk Girl

Crooked Circle

Africa Speaks

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Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, na categoria 1930′s

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1000 Type Treatments

1000 Type Treatments - Capa

Depois de muitos livros em português, resolvi mudar o destino e postar um gringo.  E um baita livro de referências tipográficas. Os autores Wilson Harvey e Loewy acertaram em cheio.

Essa publicação é uma coleção com mil (mil mesmo!) exemplos de tratamentos dados à tipografia, todas categorizadas e separadas pelos temas flyers, livros + revistas, logos, brochuras, pôsteres + banners e 3d + tipografia digital. Todas as imagens têm informação sobre a equipe que fez. São 400 páginas impressas num papel bem legal.

O livro é relativamente pequeno, um quadrado de 15x15cm, muito fácil de carregar e de dimensões suficientes pra ver bem cada layout. Alguns exemplos:

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

Na Amazon custa US$ 13,59 na data desse post.

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10 cartazes de cigarro das décadas de 1920 à 1950

Belas ilustrações junto com frases de efeito escritas com lindas composições tipográficas compunham os cartazes de propagandas de cigarro entre os anos 1920 e 50.

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Esses cartazes e muitos outros fazem parte da exposição da Stanford Medicine School.

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Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Não somente nos Estados Unidos mas também em diversos outros países, durante a Segunda Guerra Mundial, o trabalho de design era usado para informar que era “melhor pra saúde” tomar cuidado com o que era falado por aí e que algum vacilo poderia custar vidas. O resultado desse trabalho eram cartazes bem interessantes com belas composições e ilustrações muito bem feitas:

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Esses e muitos outros cartazes da Segunda Guerra Mundial podem ser encontrados no Virtual Library e baixados grátis em alta qualidade.

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Museu do Expedicionário

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Leite Moça Retro

A Nestlé aproveitou a “onda” vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983. Ótima sacada da Nestlé, não?

Embora o formato da lata, arredondada, não seja o da época, as adaptações ficaram bem interessantes. Ora contorno na tipografia, ora não. Ora adornos demais, ora não. Ora sem adorno algum…  Enfim, é bem interessante como referência visual dessas décadas poder compará-las e encontrar as características de cada movimento ou pensar na “época” de cada latinha. Aliás, o que aconteceu em cada uma dessas décadas?

Leite Moça retro 1937

A embalagem mantinha a cor original do produto – e não branca como as atuais (aliás, prefiro essa amareladinha). Reparem nos adornos dos ícones do Rio 1922 e na tipografia clássica utilizada.

A década de 1930 começou sofrendo pela crise econômica de 1929 dos Estados Unidos. Logo que começaram as invasões nazistas, a escola Bauhaus é fechada e os profissionais que lá trabalhavam vão para os Estados Unidos e Reino Unido. O design modernista norte-americano começou com o lançamento da revista “Advertising Arts”. Em 1932, Stanley Morisson prejetou a família Times New Roman pro jornal The Times, de Londres. O movimento Art Déco entra em ascensão. Surgiu o futurismo na Itália. No Brasil, J. Carlos prossegue com suas belas ilustrações (muitas delas bem patriotas) para as capas das revistas Fon-Fon, Rio Ilustrado e O Cruzeiro.

Leite Moça retro 1946

A Moça perde a cor vermelha e os ícones Rio 1922 ficam mais rebuscados com a cor de fundo. A tipografia “LEITE CONDENSADO” fica mais pesada e o MOÇA ganha contorno amarelo. O nome do produto começa a crescer na embalagem.

Um fato muito importante para o design nessa década foi quando o presidente norte-americano Roosevelt fundou, em 1942, o Office of War Information (OWI), para informar sobre a Segunda Guerra Mundial em diversas mídias. Para isso foram contratados muitos designers e ilustradores. Começou a “Era de Ouro” das revistas quando elas começaram a destacar o pós-guerra. O designer modernista Paul Rand publicou sua monografia/manifesto chamada “Thoughts of design”.

Leite Moça retro 1957

Os ícones Rio 1922 são simplificados, menos linhas e sem cor de fundo. O texto “LEITE CONDENSADO” ganha uma tipografia com mais curvas que dá mais contraste nas “relações grosso-fino” dos tipos, mais parecida com a da década de 1930. A palavra “MOÇA” cresce mais ainda e ganha contorno mais agressivo do que a dos anos 1940. A cor da lata passa a ser branca.

O movimento pós-guerra fica ainda mais forte na intenção de aliviar as dores das perdas causadas esse período e divulgar a comunicação visual. O primeiro satélite, o Sputinik, foi lançado em 1954, mesmo ano que Alfred Hitchcock estreiou seu filme “Disque M Para Matar” (Dial M For Murder) que tinha efeitos 3D no cinema. Ainda em 1954, Bill Haley and His Comets gravaram Rock Around The Clock, o primeiro rock do mundo. A pop-art começa em 1956 com a obra de recortes “Just what is it makes today’s homes so different, so appealing?”, de Richard Hamilton. No Brasil, mais precisamente na segunda metade da década, a Bossa Nova deu seus primeiros passos com Nara Leão, João Gilberto e toda a “turma” do Rio de Janeiro. Alexandre Wollner voltou da Escola de Ulm e estava pronto para mudar o rumo do design nacional com todos os detalhes conceituais de seus projetos e postura profissional.

Leite Moça retro 1970

Tanto o desenho da mocinha suíça quanto o nome do produto crescem para “estourar” na embalagem. Para tanto, foram reposicionados um ao lado do outro. Os ícones Rio 22 desaparecem e a imagem do ninho no logo da Nestlé aparece de background para a marca. O traço da ilustração foi simplificado e a moça não tem mais as listras no vestido

O movimento hippie, muito evidente na década anterior, perdeu suas forças (no Brasil isso apenas aconteceu na primeira metade dos anos 1980). Começou o movimento punk. Em 1971, Stanley Kubrich estreiou o filme “Laranja Mecânica” (A Clockwise Orange). Ainda nesse ano a estudante Carol Davidson criou o logotipo da Nike, o designer Milton Glaser criou a marca “I LOVE NY”. Em 1977, além da morte de Elvis Presley, George Lucas estreia o primeiro filme da série Star Wars. No último ano dessa década, o designer argentino (que mora no Brasil) Hugo Kovadloff começou a dirigir a SAO, divisão de design da agência DPZ.

Leite Moça retro 1983

A versão retro dos anos 1980 é a que resolveu apostar num tamanho ainda maior para a palavra “MOÇA”, assim como para a ilustração da mocinha (que se tornou menos rebuscada que a de 1970). Não tinha mais ícone algum, nem a marca Nestlé tão evidente.

Em 1980 nasceu o Grupo Memphis, talvez o primeiro movimento de design pós-moderno. Foi também nesse ano, mais precisamente em 23 de abril, 17:45, que nasceu o designer Rogério Fratin, hehehe! Steven Spielberg dirige o filme E.T. A partir dessa década que o design passou a ser produzido por computadores. Cores extravagantes, referência aos anos 1950 e efeitos 3D foram muito evidentes nesse período. Por falar em 3D, foi nessa década que nasceram os primeiros filmes 3d da Pixar. Os videogames e os computadores pessoais tornaram-se bem mais populares.

Alguém tem mais fatos interessantes de cada uma das décadas? Colabora aí nos comentários!

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Revista TIPOITALIA

No último dia 15 foi lançada a Revista TIPOITALIA 2, do tipógrafo brasileiro Cláudio Rocha, que mora na Itália atualmente, onde editou toda essa publicação. O evento foi fantástico, muitos dos grandes nomes do design/tipografia nacional estavam lá, como o Alexandre Wollner, Tony de Marco, Marcos Mello… Tanta gente boa. Inclusive tem fotos do evento num post no Magelstudio. Além do evento prender a atenção por horas o local também foi propício: A loja Pintar é fantástica, dá pra perder horas, dias lá dentro vendo tanta coisa bacana. O triste da coisa é que não tem mais loja aqui no Brasil vendendo a revista (tinham algumas na Pintar, mas duvido que elas durem muito tempo depois desse post). Aliás, eu chamaria de LIVRO. Na dúvida, deixei as duas categorias nesse post! :)

Revista TIPOITALIA 2

É definitivamente essencial pros que admiram e querem ver referências europeias – mais precisamente italianas, de tipografia. Tem de tudo: Tipos em relógio, em selos de carta, em todo lugar. Junto com essas fantásticas fotos impressas num papel de alta qualidade, textos explicativos (em inglês e italiano) complementam a publicação. É tão inspirador quanto o “Novos Fundamentos do Design” ou de algum outro livro da Ellen Lupton… É só dar uma folheada e já dá vontade de pegar a camerazinha digital e sair pela cidade caçando boas referências.

Revista TIPOITALIA 1

Pra quem não foi ao lançamento da primeira edição da TIPOITALIA teve chance de comprá-la pelo mesmo valor da segunda, R$ 45,00. Vi que a segunda seguiu bem a fórmula da primeira, também recheada com referências de tipografia italiana de alta qualidade. Agora… Pra que perdeu esse evento, quem sabe no ano que vem o Cláudio Rocha não lança a TIPOITALIA3, hein?

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Museu do Expedicionário

Museu do Expedicionário, fachada

Fã de elementos visuais militares, aproveitei minha estada em Curitiba (PR) e dei uma passada no Museu do Expedicionário. Além desses elementos, encontrei diversos artefatos que me surpreederam bastante.

Do lado de fora do Museu, tem um tanque de guerra, um avião, um torpedo marítmo da Marinha do Brasil, uma âncora e um canhão para ataques terra-ar. Lá dentro, além de outros canhões e dezenas e dezenas de metralhadoras, rifles e granadas, tem também os uniformes originais dos exércitos de diversos países da época da Segunda Guerra Mundial, período foco da atração, também pode-se encontrar distintivos, objetos pessoais dos soldados, blocos de anotações com diários de guerra, mapas originais com as estratégias bélicas, fotos dos milirares lutando, andando, comendo, recebendo cuidados médicos (e de judeus sendo mortos pelos nazistas…), reproduções de jornais da época, embalagens de produtos que eram ilustradas com a guerra, manifestações conta o envolvimento brasileiro na guerra, cartas, materiais capturados dos alemães, mapas dos locais da Guerra e muitos outros. Aí vão umas fotos (do lado de fora, dentro não pode…):

Canhão em frente ao Museu do Expedicionário

Avião Thunderbird, da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Detalhe do avião Thunderbird, em frente ao Museu do Expedicionário

Tanque da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Detalhe do tanque da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Placa explicativa no Museu do Expedicionário, em Curitiba

Museu do Expedicionário, Curitiba (PR)

Praça do Expedicionário, Alto da XV
(41) 3362-8231
Funcionamento: De terça à sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados e aos domingos das 13h às 17h.
A entrada é franca, grátis e free!

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