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1000 Type Treatments

1000 Type Treatments - Capa

Depois de muitos livros em português, resolvi mudar o destino e postar um gringo.  E um baita livro de referências tipográficas. Os autores Wilson Harvey e Loewy acertaram em cheio.

Essa publicação é uma coleção com mil (mil mesmo!) exemplos de tratamentos dados à tipografia, todas categorizadas e separadas pelos temas flyers, livros + revistas, logos, brochuras, pôsteres + banners e 3d + tipografia digital. Todas as imagens têm informação sobre a equipe que fez. São 400 páginas impressas num papel bem legal.

O livro é relativamente pequeno, um quadrado de 15×15cm, muito fácil de carregar e de dimensões suficientes pra ver bem cada layout. Alguns exemplos:

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

Na Amazon custa US$ 13,59 na data desse post.

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10 cartazes de cigarro das décadas de 1920 à 1950

Belas ilustrações junto com frases de efeito escritas com lindas composições tipográficas compunham os cartazes de propagandas de cigarro entre os anos 1920 e 50.

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Cartaz de propaganda de cigarro

Esses cartazes e muitos outros fazem parte da exposição da Stanford Medicine School.

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Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Leite Moça Retrô

20 American Ads de 1951

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Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Não somente nos Estados Unidos mas também em diversos outros países, durante a Segunda Guerra Mundial, o trabalho de design era usado para informar que era “melhor pra saúde” tomar cuidado com o que era falado por aí e que algum vacilo poderia custar vidas. O resultado desse trabalho eram cartazes bem interessantes com belas composições e ilustrações muito bem feitas:

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Esses e muitos outros cartazes da Segunda Guerra Mundial podem ser encontrados no Virtual Library e baixados grátis em alta qualidade.

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Museu do Expedicionário

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Leite Moça Retro

A Nestlé aproveitou a “onda” vintage e lançou as latinhas especiais estilo retrô, daquelas que dá vontade de comprar todas. Em dois anos morando sozinho, nunca havia comprado nenhuma. Numa só vez eu comprei todas: de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983. Ótima sacada da Nestlé, não?

Embora o formato da lata, arredondada, não seja o da época, as adaptações ficaram bem interessantes. Ora contorno na tipografia, ora não. Ora adornos demais, ora não. Ora sem adorno algum…  Enfim, é bem interessante como referência visual dessas décadas poder compará-las e encontrar as características de cada movimento ou pensar na “época” de cada latinha. Aliás, o que aconteceu em cada uma dessas décadas?

Leite Moça retro 1937

A embalagem mantinha a cor original do produto – e não branca como as atuais (aliás, prefiro essa amareladinha). Reparem nos adornos dos ícones do Rio 1922 e na tipografia clássica utilizada.

A década de 1930 começou sofrendo pela crise econômica de 1929 dos Estados Unidos. Logo que começaram as invasões nazistas, a escola Bauhaus é fechada e os profissionais que lá trabalhavam vão para os Estados Unidos e Reino Unido. O design modernista norte-americano começou com o lançamento da revista “Advertising Arts”. Em 1932, Stanley Morisson prejetou a família Times New Roman pro jornal The Times, de Londres. O movimento Art Déco entra em ascensão. Surgiu o futurismo na Itália. No Brasil, J. Carlos prossegue com suas belas ilustrações (muitas delas bem patriotas) para as capas das revistas Fon-Fon, Rio Ilustrado e O Cruzeiro.

Leite Moça retro 1946

A Moça perde a cor vermelha e os ícones Rio 1922 ficam mais rebuscados com a cor de fundo. A tipografia “LEITE CONDENSADO” fica mais pesada e o MOÇA ganha contorno amarelo. O nome do produto começa a crescer na embalagem.

Um fato muito importante para o design nessa década foi quando o presidente norte-americano Roosevelt fundou, em 1942, o Office of War Information (OWI), para informar sobre a Segunda Guerra Mundial em diversas mídias. Para isso foram contratados muitos designers e ilustradores. Começou a “Era de Ouro” das revistas quando elas começaram a destacar o pós-guerra. O designer modernista Paul Rand publicou sua monografia/manifesto chamada “Thoughts of design”.

Leite Moça retro 1957

Os ícones Rio 1922 são simplificados, menos linhas e sem cor de fundo. O texto “LEITE CONDENSADO” ganha uma tipografia com mais curvas que dá mais contraste nas “relações grosso-fino” dos tipos, mais parecida com a da década de 1930. A palavra “MOÇA” cresce mais ainda e ganha contorno mais agressivo do que a dos anos 1940. A cor da lata passa a ser branca.

O movimento pós-guerra fica ainda mais forte na intenção de aliviar as dores das perdas causadas esse período e divulgar a comunicação visual. O primeiro satélite, o Sputinik, foi lançado em 1954, mesmo ano que Alfred Hitchcock estreiou seu filme “Disque M Para Matar” (Dial M For Murder) que tinha efeitos 3D no cinema. Ainda em 1954, Bill Haley and His Comets gravaram Rock Around The Clock, o primeiro rock do mundo. A pop-art começa em 1956 com a obra de recortes “Just what is it makes today’s homes so different, so appealing?”, de Richard Hamilton. No Brasil, mais precisamente na segunda metade da década, a Bossa Nova deu seus primeiros passos com Nara Leão, João Gilberto e toda a “turma” do Rio de Janeiro. Alexandre Wollner voltou da Escola de Ulm e estava pronto para mudar o rumo do design nacional com todos os detalhes conceituais de seus projetos e postura profissional.

Leite Moça retro 1970

Tanto o desenho da mocinha suíça quanto o nome do produto crescem para “estourar” na embalagem. Para tanto, foram reposicionados um ao lado do outro. Os ícones Rio 22 desaparecem e a imagem do ninho no logo da Nestlé aparece de background para a marca. O traço da ilustração foi simplificado e a moça não tem mais as listras no vestido

O movimento hippie, muito evidente na década anterior, perdeu suas forças (no Brasil isso apenas aconteceu na primeira metade dos anos 1980). Começou o movimento punk. Em 1971, Stanley Kubrich estreiou o filme “Laranja Mecânica” (A Clockwise Orange). Ainda nesse ano a estudante Carol Davidson criou o logotipo da Nike, o designer Milton Glaser criou a marca “I LOVE NY”. Em 1977, além da morte de Elvis Presley, George Lucas estreia o primeiro filme da série Star Wars. No último ano dessa década, o designer argentino (que mora no Brasil) Hugo Kovadloff começou a dirigir a SAO, divisão de design da agência DPZ.

Leite Moça retro 1983

A versão retro dos anos 1980 é a que resolveu apostar num tamanho ainda maior para a palavra “MOÇA”, assim como para a ilustração da mocinha (que se tornou menos rebuscada que a de 1970). Não tinha mais ícone algum, nem a marca Nestlé tão evidente.

Em 1980 nasceu o Grupo Memphis, talvez o primeiro movimento de design pós-moderno. Foi também nesse ano, mais precisamente em 23 de abril, 17:45, que nasceu o designer Rogério Fratin, hehehe! Steven Spielberg dirige o filme E.T. A partir dessa década que o design passou a ser produzido por computadores. Cores extravagantes, referência aos anos 1950 e efeitos 3D foram muito evidentes nesse período. Por falar em 3D, foi nessa década que nasceram os primeiros filmes 3d da Pixar. Os videogames e os computadores pessoais tornaram-se bem mais populares.

Alguém tem mais fatos interessantes de cada uma das décadas? Colabora aí nos comentários!

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Museu do Expedicionário
Lata de Panettone Retro da Bauducco

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Revista TIPOITALIA

No último dia 15 foi lançada a Revista TIPOITALIA 2, do tipógrafo brasileiro Cláudio Rocha, que mora na Itália atualmente, onde editou toda essa publicação. O evento foi fantástico, muitos dos grandes nomes do design/tipografia nacional estavam lá, como o Alexandre Wollner, Tony de Marco, Marcos Mello… Tanta gente boa. Inclusive tem fotos do evento num post no Magelstudio. Além do evento prender a atenção por horas o local também foi propício: A loja Pintar é fantástica, dá pra perder horas, dias lá dentro vendo tanta coisa bacana. O triste da coisa é que não tem mais loja aqui no Brasil vendendo a revista (tinham algumas na Pintar, mas duvido que elas durem muito tempo depois desse post). Aliás, eu chamaria de LIVRO. Na dúvida, deixei as duas categorias nesse post! :)

Revista TIPOITALIA 2

É definitivamente essencial pros que admiram e querem ver referências europeias – mais precisamente italianas, de tipografia. Tem de tudo: Tipos em relógio, em selos de carta, em todo lugar. Junto com essas fantásticas fotos impressas num papel de alta qualidade, textos explicativos (em inglês e italiano) complementam a publicação. É tão inspirador quanto o “Novos Fundamentos do Design” ou de algum outro livro da Ellen Lupton… É só dar uma folheada e já dá vontade de pegar a camerazinha digital e sair pela cidade caçando boas referências.

Revista TIPOITALIA 1

Pra quem não foi ao lançamento da primeira edição da TIPOITALIA teve chance de comprá-la pelo mesmo valor da segunda, R$ 45,00. Vi que a segunda seguiu bem a fórmula da primeira, também recheada com referências de tipografia italiana de alta qualidade. Agora… Pra que perdeu esse evento, quem sabe no ano que vem o Cláudio Rocha não lança a TIPOITALIA3, hein?

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Museu do Expedicionário

Museu do Expedicionário, fachada

Fã de elementos visuais militares, aproveitei minha estada em Curitiba (PR) e dei uma passada no Museu do Expedicionário. Além desses elementos, encontrei diversos artefatos que me surpreederam bastante.

Do lado de fora do Museu, tem um tanque de guerra, um avião, um torpedo marítmo da Marinha do Brasil, uma âncora e um canhão para ataques terra-ar. Lá dentro, além de outros canhões e dezenas e dezenas de metralhadoras, rifles e granadas, tem também os uniformes originais dos exércitos de diversos países da época da Segunda Guerra Mundial, período foco da atração, também pode-se encontrar distintivos, objetos pessoais dos soldados, blocos de anotações com diários de guerra, mapas originais com as estratégias bélicas, fotos dos milirares lutando, andando, comendo, recebendo cuidados médicos (e de judeus sendo mortos pelos nazistas…), reproduções de jornais da época, embalagens de produtos que eram ilustradas com a guerra, manifestações conta o envolvimento brasileiro na guerra, cartas, materiais capturados dos alemães, mapas dos locais da Guerra e muitos outros. Aí vão umas fotos (do lado de fora, dentro não pode…):

Canhão em frente ao Museu do Expedicionário

Avião Thunderbird, da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Detalhe do avião Thunderbird, em frente ao Museu do Expedicionário

Tanque da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Detalhe do tanque da Segunda Guerra Mundial, em frente ao Museu do Expedicionário

Placa explicativa no Museu do Expedicionário, em Curitiba

Museu do Expedicionário, Curitiba (PR)

Praça do Expedicionário, Alto da XV
(41) 3362-8231
Funcionamento: De terça à sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados e aos domingos das 13h às 17h.
A entrada é franca, grátis e free!

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20 american ads de 1951

Todas as imagens foram retiradas da POST Magazine, de 1951.

Capa da POST Magazine, 1951

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10 livros essenciais por menos de R$ 50,00 cada

ATENÇÃO: ESSE POST ESTÁ DESATUALIZADO. VOU MANTÊ-LO AQUI PARA FINS DE ARQUIVO, MESMO.

FIZ UMA LISTA DE 8 LIVROS QUE SE ENCAIXAM NESSA FAIXA DE PREÇOS E PUBLIQUEI EM 8 DE MARÇO DE 2010. LEIA O POST.

Para beneficiar o bolso de todo designer e regar a cabeça com conteúdo de primeira categoria, fiz uma seleção nos livros que li, que gostei bastante, que recomendei e que não pesaram (tanto) no orçamento. Todos os preços são baseados na data do post, 22/10/2009 e tinham em estoque nos respectivos sites, depois eu não garanto, hein?

As Leis da Simplicidade, de John Maeda

O designer-artista-e-professor-do-MIT John Maeda dá, em 10 lições, dicas para encontramos mais facilmente a simplicidade no trabalho e no que produzimos. Tem até um blog que ele lançou pra continuar o livro, o The Laws of Simplicity.
Lugar mais barato: Americanas, R$ 21,90

ABC da Bauhaus – Bauhaus e a teoria do design, de Ellen Lupton e J. Abbott Miller

Mais do que referencial, histórico e cheio de imagens para inspiração, a dupla de autores contextualiza o movimento e discute como essa escola alemã de design se relaciona com outras áreas e como a psicanálise pode ser relacionar com a geometria das formas que a Bauhaus usava, o círculo, o quadrado e o triângulo. É bem nerd e diferente de todos os outros que vi de Bauhaus em português.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 39,60

Objetos de desejo – Design e sociedade desde 1750, de Adrian Forty

A editora Cosac Naify acertou em traduzir esse livro, lançado originalmente em 1986, mas que continua atualizadíssimo. Adrian Fordy trata da relação do design com a sociedade e como ela expressa seus valores, do que aconteceu com o design nos últimos 200 anos e de produtos que foram fruto de tudo isso.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,68

Elementos do estilo tipográfico, de Robert Bringhurst

A leitura é densa e complicada na maior parte do tempo, o oposto do Pensar com tipos, da Ellen Lupton (que só não entrou nessa lista porque na hora de subir o post, acabou o estoque da Fnac), mas pra mim esse é o mais fantástico custo-benefício livro de tipografia que contempla explicação do que é cada “pedacinho das letras”.
Lugar mais barato: Submarino, R$ 44,10

Grid: Construção e desconstrução, de Timothy Samara

Já vi gente falar que é só pra design gráfico, mas eu discordo totalmente. O grid, enquanto fundamento, é único e o autor resolveu muito mostrando como layouts são criados baseados em grids e na outra metade do livro, desconstroi outros, fazendo o processo inverso.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 43,47

Novos Fundamentos do Design, de Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips

Baseado na ideia que os fundamentos do design foram feitos há muito tempo, a Ellen Lupton e a Jennifer Cole Phillips os “atualizam” e adicionaram outros que a tecnologia não permitia existir.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 43,47
Leia o post Livro: Novos Fundamentos do Design [Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips - Ed. Cosac Naify]

Design brasileiro antes do design, de Rafael Cardoso

Todo mundo fala do design brasileiro nos anos 1960, da bossa nova, das escolas de design nacionais, mas o Rafael Cardoso mostra e comenta (quase) tudo que rolou antes, desde a época da imprensa régia em 1808. Cheio de imagens, a publicação contempla até o final dos anos 1950.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,68

Não me faça pensar, de Steve Krug

Embora não seja a mais espetacular referência de usabilidade do universo, é pra mim o melhor começo. Mesmo com a diagramação terrível somada a tradução que deve muito para a original americana, o livro abre bem a cabeça e mostra diversos exemplos de como deixar os projetos mais usáveis.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,59

Nova York – A vida na cidade grande, de Will Eisner

Livro de quadrinhos, sim. Mas para os preconceituosos, não é qualquer tipo de quadrinhos. É Will Eisner. E nesse livro ele mostra o cotidiano dos moradores das grandes cidades em diversas situações divertidas, inteligentes e extremamente bem resolvidas. No mínimo é genial.
Lugar mais barato: Fnac, R$ 49,50

Alexandre Wollner e a Formação do Design Moderno, de André Stolarski

Livro + DVD de uma entrevistona com o Alexandre Wollner, talvez o pioneiro do design contemporâneo brasileiro. Ele fala da relação de design e arte, design e publicidade e do que está sendo produzido atualmente.
Lugar mais barato: Americanas, R$ 44,90
Leia o post Livro: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil [Um projeto de André Stolarski - Ed. Cosac Naify]

E vocês amigos? Têm indicações de livros nessas condições? Então coloquem nos comentários!

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Novos Fundamentos do Design [Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips]

Novos Fundamentos do Design, capa Novos Fundamentos do Design, autógrafo

As duas primeiras páginas de introdução, originalmente lançado como “Graphic Design: The New Basics“, definem completamente o propósito de todo o livro, que é reconceituar e atualizar os principais fundamentos do design devido todas as mudanças tecnológicas e metodológicas, já que a maior parte do referencial desses fundamentos foi escrito há mais de 40 anos.

As autoras se baseiam em (incríveis) trabalhos feitos por alunos para definir ponto, linha e plano, ritmo e equilíbrio, escala, textura, cor, figura/fundo, enquadramento, hierarquia, camadas, transparência, modularidade, grid, padronagem, diagrama, tempo e movimento e regras e acasos no decorrer dos capítulos. Dá uma olhadinha nesses trabalhos, que legais:

Novos Fundamentos do Design, tipofrafia feita com fotos de topos de prédios Novos Fundamentos do Design, tipofrafia feita com recortes de papel
Novos Fundamentos do Design, tipofrafia feita com soldados de plástico Novos Fundamentos do Design, tipofrafia feita com linhas esticadas

Tive o prazer de participar da palestra da Ellen Lupton no lançamento desse livro no Brasil. Não sei daonde vem tanta didática daquela mulher. Cada gesto, cada frase e cada explicação era completamente passível de ser entendido. Mas voltando ao livro, muito além de refrescar a memória de quem já se informou do assunto e atualizar os conceitos (ou então informar pra quem nunca o fez), essa publicação também é extremamente inspiradora e encorajadora, principalmente quando se trata de trabalhos com tipografia. Inclusive logo logo vou começar a publicar alguns aqui no blog. Enquanto os meus não aparecem por aqui, vou mostrar alguns de um brother dentro e fora do escritório, o Marquinho Moreira, do blog Magelstudio:

1. Constructype, feita com blocos de madeira estilo “Meu pequeno engenheiro”;
2. Arte em Havaianas, desenhada e estilizada num par dessas sandálias;
3. Dalmatypography , feita com posições de um dálmata. Não, você não leu errado (inclusive nesse post ele também fala do Novos Fundamentos do Design);
4. Sketch Box, caligrafado numa caixa imensa, com ilustras e toda a área útil preenchida com letrinhas. Sem dúvida esse é o projeto tipográfico (ou caligráfico) mais impressionante que vi o Marquinho fazer.

E você? Já leu o livro? Fez algum trabalho inspirado nele?

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Cartões postais baseados em Lei Anti-fumo de São Paulo

A Bee Media agiu rápido e lançou cartões postais, pelo que entendi a pedido do Governo do Estado de São Paulo, daqueles que você pega grátis em botecos e restaurantes, com uma visão divertida da Lei Anti-fumo, que tanto tem gerado polêmicas com os fãs da nicotina. Foram convidados ilustradores pra fazer desenhos estilo charges:

Cartão postal criado por Bee Media, baseado na Lei Anti-fumo de São Paulo

Cartão postal criado por Bee Media, baseado na Lei Anti-fumo de São Paulo

Cartão postal criado por Bee Media, baseado na Lei Anti-fumo de São Paulo

Cartão postal criado por Bee Media, baseado na Lei Anti-fumo de São Paulo

Tem todos os modelos, inclusive para serem enviados pros amigos, no próprio site da Bee Media. O que mais me agradou em ver esses postais é que há alguns anos a pegada deles era sempre assim, artística. Depois virou “jeito barato e convencional de fazer propaganda do produto”. Todas as pessoas que eu conheço que colecionavam pararam pelo alto teor de “mercado” que eles passaram a ter. Ainda bem que ainda tem gente com a cabeça fora da grana e usa a cabeça + a parte artística no processo de ganhar grana, né?

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