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Começou hoje (18/07/2011) com a festa de abertura o FILE 2011, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que acontece aqui em São Paulo, na Avenida Paulista.

FILE 2011 - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Como sempre o FILE traz diversas instalações, jogos em vários suportes, projeções e se mune de todo tipo de parafernalha (com TODO o respeito à essa palavra, claro) criadas por artistas de diversos países para mostrar o que é possível fazer e como a arte eletrônica pode ser divertida e o mais importante, interativa. Adoro participar das brincadeiras eletrônicas e ver como as pessoas, aparentemente sérias, cisudas (que estão no horário de almoço na Av. Paulista, por exemplo) se soltam e brincam feito crianças. Esse ano o FILE está em dois andares na no prédio do Centro Cultural FIESP e cheio de coisas legais. Simulador de furacão que você fica dentro, buscador de falas em filmes famosos, games para tablets, mãos que reconhecem um sorriso e acenam (isso mesmo!), balão gigante que flutua e, com a participação dos interatores, desenha nas pareres, chão, em tudo… E vai até um fliperama todo analógico, feito com objetos que temos em casa. É muita coisa pra tentar elencar e explicar aqui e talvez nem funcione, o evento é para experimentar. E tem diversas animações, obras que são apenas de áudio… enfim, muita coisa divertida pra ver. É comum, na primeira espiada, uma certa falta de entendimento ou dúvida de como funciona, mas vale tentar, arriscar, ler a explanação ou perguntar pros monitores.

Vale a muito a pena dar uma passada (ou várias passadas, como eu farei) no FILE 2011, anote aí:

FILE 2011 – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

De 19 de junho à 21 de agosto de 2011
Centro Cultural FIESP
Avenida Paulista, 1313 (exatamente na saída do Metrô Trianon Masp), São Paulo, SP – Veja o mapa [abre em uma nova janela]

Horário de funcionamento:
Segundas das 11:00 às 20:00
Terças à sábados das 10:00 às 20:00
Domingos das 10:00 às 19:00

FILE 2011 - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

O Maurício de Souza, sem dúvida, tem uma carreira brilhante: Soube dar identidade e personalidade às suas criações, foi e é admirado por diversos nomes dos mais importantes das histórias em quadrinhos mundiais, soube fazer seu trabalho principal e empreendedor muito bem, tem fama internacional (talvez até muito mais do que imaginamos…) e tudo começou, no caso da Turma da Mônica, com inspiração na sua filha.  E é essa força, a carreira e as mudanças da Mônica e sua turma que estão estiveram na exposição “Mônica: A criação do personagem brasileiro” (QUE ACABOU), assim como as versões ao redor do mundo e as interpretações das personagens por outros grandes e renomados ilustradores.

Tem a capa da primeira revista da Mônica e a sua turma, do comecinho da década de 1970:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Entre outras esculturas, a que mais me chamou a atenção foi a do “Cebolinha, o Pensador”, logo na entrada:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Essa é a Mônica original, filha do Maurício de Souza, segurando o coelho de pelúcia:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

O processo criativo do Maurício de Souza, nos traços simplificados e peculiares de sua personagem mais famosa:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

E Turma da Mônica em vários idiomas:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

O “encontro” da Mõnica real e a Mônica dos quadrinhos, na Folhinha de São Paulo de 1964:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Mônica pelo mestre Will Eisner, encontrando Spirit:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Maurício de Souza com ilustradores estrangeiros, como os criadores da Hello Kitty e do Garfield:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Mõnica no Rio, por Milo Manara:

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Foto da Exposição "Mõnica: a Criação do personagem brasileiro". Crédito: Marco Moreira (@ximarquinho)

Vimos essa exposição no Sabadão Cultural e o Marco documentou em seu blog (leia o post) e me cedeu uso de todas as fotos que tirou (veja seu Flickr, vale a pena!)

A exposição fica até o dia 27 de setembro no Espaço Cultural Citi:
Av. Paulista, 1111, térreo, (11) 4009-3000 (ver mapa do local)
Segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas
Entrada GRATUITA

O FILE 2010, sigla para ‘Festival Internacional de Linguagem Eletônica’, é sempre aquele lugar que vale a pena ‘gastar’ uma horinha. Lá você encontra pessoas jovens, mais jovens e até os menos jovens, todos se divertindo com as diversas instalações interativas e as peças digitais disponíveis em vários computadores espalhados pela exposição, que está na sua 11ª edição e representa o maior acontecimento dessa categoria de arte + tecnologia da América Latina.

FILE 2010 (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica)
FIESP – Avenida Paulista 1.313 (próximo ao metrô Trianon-MASP) – ver mapa
Segunda, das 11h às 20h
Terça à sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10 às 16
A exposição fica até o domingo, 29 de agosto de 2010
Entrada franca
Mais informações em www.file.org.br

Vale a pena dar uma passada no Itaú Cultural de São Paulo para observar e interagir com as 11 obras da quinta bienal Emoção Art.Fficial – Autonomia Cibernética.

Tem chance de visitas agendadas. Interessante é um aparelho mp4 que eles emprestam para uma visita com vídeos extra sobre as obras, no piso 1S.

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149 (próximo da estação Brigadeiro de Metrô) – ver mapa
De terça a sexta, 9h às 20h
Sábado, domingo e feriado, 11h às 20h
A exposição fica até o domingo, 5 de setembro de 2010
Entrada franca
Mais informações em www.emocaoartficial.org.br ou pelo telefone 11 2168-1777

Guia da Exposição: Alexandre Wollner - Cartazes, no SESC Pinheiros

Há pouco tempo que começou uma bela exposição de cartazes do designer Alexandre Wollner no SESC Pinheiros, claro, de graça.

As quase seis décadas de trabalho do pioneiro Alexandre Wollner rendem estudos nos mais diversos pontos de vista do design. Ele sempre propõe discussões com seus textos e analises profundas do seu minuncioso trabalho na maior essência do design modernista. É impressionante como seus grids, estudos e resultados fazem sentido e parecem “fáceis de fazer”. Por essas e outras você entende facilmente porque o Wollner foi e é tão importante pra história do design no Brasil.

É bem legal ver bem de perto cada detalhe de cada tipo, cada grafismo e cada elementodos seus cartazes da época da Escola de Ulm, do aniversário de 400 anos de São Paulo (aí você entende porque ele ficou tão revoltado com o logo dos 450 anos), da despedida do Pelé entre muitos outros.

A exposição fica até o dia 20/06/2010, acontece da terça a sábado, das 10h30 às 21h30, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30 no SESC Pinheiros,  Rua Paes Leme, 195, Pinheiros  (veja o mapa do local). Telefone: 3095-9400

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