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Archive for the 'Tipografia' Category

Guerra tipográfica nos classificados de 1946

Página de classificados all type da Revista Esfera, de março de 1946

Capa da Esfera: Revista de letras, artes e ciências. Março de 1946Cores, fotos, ilustras (geralmente de qualidade duvidosa), tamanhos grandes, pequenos, textos espremidos aqui, espaçados demais acolá, cliparts… Fundo vermelho, amarelo, azul… Tudo para “chamar mais a atenção”. Geralmente é assim que vemos as páginas das revistas de classificados atualmente, né?

Bem, nessa revista, de 1946 chamada Esfera, a coisa não era assim: Tudo era resolvido na base da tipografia! Parece que a regra era a seguinte: Se tem telefone e endereço vamos usar corpos pequenos  pra caber tudo. Se for só o nome do produto, explodimos os corpos. Tá com problema peitoral (aliás, o que seria isso?), então tome Xarope S. Martinho! Se você sofrer de “doenças de senhoras” ou então de distúrbios sexuais, procure o Dr. Moisés Fisch. Simples e fácil. É bem curioso pensar que não se tinha preocupação com a marca da empresa ou do produto pra anunciar nessa revista, né? Afinal de contas a revista é ilustrada. De qualquer maneira, o legal aqui é ver a Guerra (apenas) Tipográfica que os anúncios faziam pra se destacar. Tudo em molduras ornamentais. Fantástico!

Aqui em São Paulo dá pra fazer cursos de tipografia manual na Oficina Tipográfica São Paulo (ver os posts que fiz da OTSP).

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Catálogo LINOTYPE Faces

Que a LINOTYPE é a máquina que mais me deixou impressionado, isso  não tenho dúvidas. O que eu não sabia é que o catálogo de famílias de fontes pra ela era quase tão incrível quanto. E ele não somente parece gigante nas fotos. Ele é mesmo, de dimensão e peso que fica complicado segurar com uma só mão.

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Algumas fotos da placa de indentificação da LINOTYPE e de como são as letras nela:
Placa de identificação de uma LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

A LINOTYPE e suas fontes, além desse catálogo (que infelizmente não encontramos a data de publicação) pertencem e foram fotografados na Oficina Tipográfica São Paulo.

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Revista Tupigrafia 9

A Revista anual TUPIGRAFIA do Claudio Rocha e Tony de Marco vai fazer o lançamento da sua nona edição. E o mais legal, serão dois lançamentos! As datas e horários:

na Loja Pintar (http://www.pintar.com.br/)
Rua Cotoxó, 110, Perdizes (ver mapa)
Quinta-feira, 13, a partir de 19:30

no Istituto Europeo di Design (http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/)
Rua Maranhão, 617, Higienópolis (ver mapa)
Sábado, 15, a partir das 18:00. Esse evento faz parte da Virada Cultural SP e terá uma palestra com os editores.

Os artigos da Tupigrafia #9 são:
Passeie pelo reinos da Mesopotâmia e Bamum (nos Camarões) e pelo Egito dos faraós, Guatemala maia, México asteca e descubra um pouco da história da escrita.
Conheça como vivia e trabalhava o mestre tipógrafo Frederic William Goudy.
Redescubra a revolução tipográfica do Futurismo.
Navegue nas letras dos barcos da Amazônia e nos tipos portugueses d’além mar.
Encante-se com o design do dinheiro e dos selos holandeses.
Deslumbre-se com os misteriosos Crop Circles.
Divirta-se com o SynType, o sintetizador de fontes.
Olhe de perto as fontes brasileiras: Foco, UnB e Concreta.
Olhe mais de perto ainda as Musas das Tintas, direto da Playboy para as páginas da Tupigrafia.
Ainda tem, Ben Shahn, Palíndromo, Rebus, Processing, Quartz Composer, Rubens Matuck, Tide Hellmeinster, Guto Lacaz, Dimitre Lima e muito mais.

As capas da Tupigrafia # 9:

Revista Tupigrafia # 9 - Capa de Dimitre Lima

Revista Tupigrafia # 9 - Capa de Claudio Rocha

Revista Tupigrafia # 9 - Capa de Guto Lacaz

O flyer “oficial” do evento (apenas da Pintar)

Lançamento da Revista Tupigrafia #9

Quem gostou dessa revista também pode ver o Lançamento da Revista TIPOITALIA 2, também

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Tipografia Comparada [Claudio Rocha]

Tipografia Comparada - Capa

Acredito que todo designer, uma vez na vida pelo menos, procurou detalhes nas tipografias favoritas para reconhecê-las e saber diferenciá-las entre tantas outras. É uma haste diferente aqui, uma barra horizontal mais esticada ali, uma perna mais grossa acolá. Aí chega o Claudio Rocha e “estraga a brincadeira”! Em mais espetacular de seus livros, o Tipografia Comparada – 108 Fontes Clássicas Analisadas e Comentadas ele detalha praticamente letra por letra de cada uma dessas tipografias, maiúsculas e minúsculas. Além do tipógrafo, ano, typefoundry e variações, também pode-se encontrar comparações entre a “mesma” fonte, mas criadas por typefoundries diferentes,   como a ADOBE Garamond e a ITC Garamond, por exemplo.

O livro é dividido em serif, slab serif e sans serif. Além das 108 fontes comparadas, tem também uma relação de anatomia das fontes, com todas as partes dos tipos nomeada.

Alguns exemplos:

Tipografia Comparada - Interna 1

Tipografia Comparada - Interna 2

Tipografia Comparada - Interna 3

Na data do post, o lugar mais barato pra comprar é na FNAC, por R$ 23,00

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Mc Donald’s: Design para reposicionar

Antes de começar, gostaria de deixar bem claro que todos os estudos que vou falar são de percepção de consumidor (e designer) e não foram baseados em leituras de reposicionamento de marca nem nada. Como entre o planejamento de uma mudança e o que o público entende pode haver uma abismo gigante de diferenças, fiz questão de não procurar nada dessas referências pra não influenciar meu posicionamento e análises.

Bem, tudo começou numa palestra que fui da type foundry inglesa Dalton Maag que, entre outras coisas, falou rapidamente da familia tipográfica que eles criaram pro Mc Donald’s, que precisaria ser bem estreita pra poder escrever bastante coisa e também tinha que ter uma ideia de natureza. Fui conferir de perto e de fato, conseguiram:

Copo com tipografia referenciando a natureza
Comecei a analisar outras características dessas (não tão) novas embalagens dos produtos e notei que se trataria de de uma ação de reposicionamento. Aí fiz um rápido feedback do que acontecera com o Mc Donald’s nos últimos anos:

Bem, era muito comum nossos pais, tios e todos os outros que têm atualmente mais de 50 anos falar que a comida de lá parece feita de plástico, tem “gosto de química”, que é muito artificial. Além disso, em 2004, o filme Super Size Me detonou a imagem do Mc Donald’s, mostrando tudo de ruim que poderia acontecer se você comesse lá muitas vezes num curto período. Depois disso era um tal de colocar as informações nutricionais no verso da lâmina (aquele papel que vem em cima da bandeja), depois eles colocaram essa mesma lâmina, só que com essas informações viradas pra cima, destacavam chamadas que diziam ser possível encaixar as refeições do Mc Donald’s dentro de uma dieta saudável, começaram a vender maçã, saladas, wraps “leves”… Imagino que tudo isso pra limpar a imagem de junk food, que você poderia ser saudável comendo no Mc Donald’s.

Enfim, e quanto aos ingredientes dos produtos? Talvez faltasse ainda ressaltar que tudo que lá é vendido é feito com “ingredientes naturais” mesmo, frescos, como você os vê na sua casa e que são fortalecidos pela tipografia da Dalton Maag. Repare nas laterais da caixinha dos sanduíches, nesse caso o Big Mac:

Embalagem Big Mac

Embalagem Big Mac

Note como tudo é como você vê na sua mesa de casa. Queijo, alface inteira, picles sendo cortado, cebola com casca.

A batata, que por mais que seus pais (ou você mesmo) tentem e nunca farão igual, tem uma imagem de uma batata crua sendo descascada. Qual outro lugar, além da sua casa, você vê isso? Nenhum, né? Confira na imagem:

Batada descascada na embalagem das Mc Fritas

Além de tudo isso outra família tipográfica entra nas embalagens, como anotações pessoais, algo bem próximo do consumidor:

Tipografia manuscrita na embalagem das Mc Fritas

Embalagem Big Mac - Detalhe da tipografia manuscrita
E não somente as embalagens dos produtos foi modificada. Repare que no site o apelo é o mesmo: Fotos dos ingredientes frescos, in natura, num fundo de papel meio reciclado/pessoal e elementos que lembram até o velho caderno de receitas da sua avó, como os ingredientes impressos e anotações ao redor:

Site do Mc Donalds

E você, acha que funcionou o apelo ao design para reposicionar a marca e os produtos do Mc Donald’s? Acha que eu viajei muito nas interpretações? Vamos continuar nos comentários, então.

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História da Tipografia no Brasil

Capa do livro História da Tipografia no Brasil

Sempre ouvimos falar da história da Garamond, Times, Helvetica, dos cartazes construtivistas russos, das belas composições da Bauhaus, entre muitos outros. A maior parte dos livros que temos acesso trata de designers gringos e de ótimos trabalhos projetuais pelo mundo. Mas e aqui na terra Tupiniquim, como essa ‘coisa toda’ aconteceu?

Infelizmente nas livrarias temos poucas coisas que falam diretamente das origens do design brasileiro. O “Design brasileiro antes do design”, de Rafael Cardoso, é um deles. Mas é fora das lojas de livros (novos) que podemos encontrar essa maravilha de publicação do MASP, no final dos anos 1970: A História da Tipografia no Brasil trata em 18 páginas (de texto) um pouco dos primórdios do uso de tipos móveis em território nacional brasileiro contextualizado pelo que acontecia no exterior, fala da repressão que era evidente na época (afinal, o meio mais forte da difusão de ideias eram os impressos). As outras mais de 240 páginas são de referências das publicações da época. E haja referência! São anúncios reais, decretos, certificados, capas de livro, receitas e uma infinidade de outros. A base das imagens é a partir de 1808, quando chegou no Brasil a família real e “trouxe” a Imprensa Régia.
Alguns exemplos das páginas e das imagens:

Folha de rosto do livro História da Tipografia no Brasil

Exemplo de página interna do livro História da Tipografia no Brasil

Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil

Ilustração do livro História da Tipografia no Brasil

Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil

Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil

Exemplo de layout tipográfico do livro História da Tipografia no Brasil

Atualmente é difícil encontrar esse belo livro por menos de R$ 80,00 nos sebos, mas vale uma boa vasculhada. Dá pra tentar também online, no site Estante Virtual e também no Mercado Livre.

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1000 Type Treatments

1000 Type Treatments - Capa

Depois de muitos livros em português, resolvi mudar o destino e postar um gringo.  E um baita livro de referências tipográficas. Os autores Wilson Harvey e Loewy acertaram em cheio.

Essa publicação é uma coleção com mil (mil mesmo!) exemplos de tratamentos dados à tipografia, todas categorizadas e separadas pelos temas flyers, livros + revistas, logos, brochuras, pôsteres + banners e 3d + tipografia digital. Todas as imagens têm informação sobre a equipe que fez. São 400 páginas impressas num papel bem legal.

O livro é relativamente pequeno, um quadrado de 15x15cm, muito fácil de carregar e de dimensões suficientes pra ver bem cada layout. Alguns exemplos:

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

1000 Type Treatments - Interna

Na Amazon custa US$ 13,59 na data desse post.

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Curso de composição tipográfica manual II: Cartaz

Depois de passar um sábado inteiro extremamente divertido e curioso compondo meu cartão de visita com tipografia manual, resolvi juntar a patota novamente para dois outros sábados, dessa vez, criando um cartaz. Se o resultado dos cartões de visita superaram as expectativas, decerto os cartazes também o fariam. Aproveito para mostrar, junto com o meu, alguns cartões de amigos que também cursaram o Módulo I:

Cartões de visita feitos com tipografia manual

A carga horária do Módulo II é o dobro do I (dois sábados), o que resulta num aprendizado fuido e eficaz, já que além da composição propriamente dita também existe a decisão individual do tema, escolha de cores e papéis para impressão. Na hora de imprimir (no segundo sábado), contamos com a experiência do Marcos Mello e da sua infalível pupila Edineide Oliveira, além do impressor-mestre Senhor Pérsio. Muito legal é trocar os cartazes com os outros profissionais que também cursam (aliás, como os meus foram impressos depois eu tô devendo pra todo mundo…). Os resultados:

Meu grande amigo Marco Moreira (do site MAGELSTUDIO) compôs com todo o alfabeto e o interferiu com a frase “Designers amadores geralmente são de opinião que letras maiores são mais legíveis”, retirada de um livro de tipografia:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Marco Moreira

A designer Gina Muccillo brincou com o amor e o ódio e o inverso deles em seu cartaz:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Gina Muccillo

Cássia D’Elia veio do Rio de Janeiro “só” para fazer o curso e aproveitou para executar um de seus trabalhos. A capa do CD Samba Quadrado (que além da composição manual tipográfica também contou com uma gravura em madeira) foi produzida em tamanho grande, como um “cartaz quadrado”:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Cássia D'Elia

A artista plástica Giorgia Mesquita aproveitou a sua composição como item de decoração, que pode ser repetido como textura até preencher toda o espaço, como um papel de parede:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Giorgia Mesquita

Já a Leony Corazza, grande amiga, inventou jogos panamericanos de 1976 em Denver para fazer sua composição com direito até aos atletas em ação dividindo o espaço com os tipos de madeira:

Cartaz produzido com tipografia manual, por Leony Corazza

Me baseei na medida 23,5mm, que significa a altura do tipo para a impressão, para compor o meu. Para indicar tal medida, fiz uma régua com o alfabeto, regulando os espaçamentos entre-letras para que todos os “milímetros” ficassem sempre do mesmo tamanho, já que cada tipo tem sua largura e não formariam espaços homogêneos, como uma régua de verdade. Na sequência tem parte da primeira rafe e detalhes das provas de impressão e por fim, meu cartaz:

Rafe e provas para cartaz produzido com tipografia manual, por Rogério Fratin

Cartaz produzido com tipografia manual, por Rogério Fratin

O “Módulo II – Cartaz tipográfico” tem duração de dois sábados (das 8:30 – 17:00, com material didático, café da manhã e almoço incluídos). Você ainda tem opção de comprar papéis como bem entender para imprimir seu cartaz, além das 20 cópias que fazem parte desse módulo. Dê uma olhada no Flickr da Oficina Tipográfica SP que tem bastante fotos de cartazes por lá. Quem quiser saber mais pode acessar os cursos da Oficina Tipográfica ou enviar e-mail para mello@oficinatipografica.com.br. Uma boa dica é arrumar uma turma e falar com o Marcos. Geralmente rola um bom descontinho pra todos.

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Retrospectiva 2009: Top 5

Até faria um top 10, como fez meu grande amigo Marco Moreira, mas como o blog subiu em setembro, não teria post suficiente pra isso. De qualquer maneira, os posts que mais fizeram “barulho” no ano passado foram:

5: 20 ferramentas e sites grátis indispensáveis para designers

Fontes, imagens, otimizadores de tempo, combinadores de cores, plug-ins e salvadores-de-vida em geral.

4. 6 dicas pro webmaster não ser morto pelo designer

Sugestões amigáveis para os webmasters não cometerem “erros” na hora de codificar um layout.

3. 10 livros essenciais para designers por menos de R$50,00

Talvez os preços tenham sido alterados, mas a lista ainda é boa!

2. 10 dicas para um webmaster não querer te matar

Recomendações para os designers facilitarem o trabalho dos ‘codeiros’.

1. Como os micreiros prejudicam os designers

Em apenas uma semana ele teve mais acesso que os posts “normais” em dois ou três meses. E o mais legal foi que rendeu diversos comentários.

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Revista TIPOITALIA

No último dia 15 foi lançada a Revista TIPOITALIA 2, do tipógrafo brasileiro Cláudio Rocha, que mora na Itália atualmente, onde editou toda essa publicação. O evento foi fantástico, muitos dos grandes nomes do design/tipografia nacional estavam lá, como o Alexandre Wollner, Tony de Marco, Marcos Mello… Tanta gente boa. Inclusive tem fotos do evento num post no Magelstudio. Além do evento prender a atenção por horas o local também foi propício: A loja Pintar é fantástica, dá pra perder horas, dias lá dentro vendo tanta coisa bacana. O triste da coisa é que não tem mais loja aqui no Brasil vendendo a revista (tinham algumas na Pintar, mas duvido que elas durem muito tempo depois desse post). Aliás, eu chamaria de LIVRO. Na dúvida, deixei as duas categorias nesse post! :)

Revista TIPOITALIA 2

É definitivamente essencial pros que admiram e querem ver referências europeias – mais precisamente italianas, de tipografia. Tem de tudo: Tipos em relógio, em selos de carta, em todo lugar. Junto com essas fantásticas fotos impressas num papel de alta qualidade, textos explicativos (em inglês e italiano) complementam a publicação. É tão inspirador quanto o “Novos Fundamentos do Design” ou de algum outro livro da Ellen Lupton… É só dar uma folheada e já dá vontade de pegar a camerazinha digital e sair pela cidade caçando boas referências.

Revista TIPOITALIA 1

Pra quem não foi ao lançamento da primeira edição da TIPOITALIA teve chance de comprá-la pelo mesmo valor da segunda, R$ 45,00. Vi que a segunda seguiu bem a fórmula da primeira, também recheada com referências de tipografia italiana de alta qualidade. Agora… Pra que perdeu esse evento, quem sabe no ano que vem o Cláudio Rocha não lança a TIPOITALIA3, hein?

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