Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Não somente nos Estados Unidos mas também em diversos outros países, durante a Segunda Guerra Mundial, o trabalho de design era usado para informar que era “melhor pra saúde” tomar cuidado com o que era falado por aí e que algum vacilo poderia custar vidas. O resultado desse trabalho eram cartazes bem interessantes com belas composições e ilustrações muito bem feitas:

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Cartaz "fique em silêncio" da Segunda Guerra Mundial

Esses e muitos outros cartazes da Segunda Guerra Mundial podem ser encontrados no Virtual Library e baixados grátis em alta qualidade.

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11 comentários sobre “Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

  1. Muito boa dica do Virtual Library hein Roger! Eu não conhecia.

    Além de dizer do belo trabalho de imagem e tipografia que originou uma simples e eficiente comunicação, a mensagem é assustadora.

  2. Sempre acreditei que não existe isenção em qualquer comunicação que se faça. Em plena guerra as peças graficas eram assustadoramente explícitas, mas me preocupa o discurso de hoje em dia que se disfarça de imparcial.
    Por isso aqui vai meu recado aos designers: vocês também são seres políticos (digo, inseridos na política do nosso tempo) e suas composições certamente dizem bem mais do que imaginam transmitir. Outro dia vi um portfólio de um designer que se orgulhava do cartaz que fizera defendendo o porte de armas, no plebicito de alguns anos atrás… Imagino que os publicitários e designers de Goebbels também tinham “tamanho” orgulho de suas criações.
    Por isso, não fujam da política porque ela andará sempre com você. Infelizmente não existe o luxo de existirem seres a-politizados.
    Parabéns pelo post, amor!

    Abraços a todos!

  3. Assustador mesmo. Ainda mais sabendo como os EUA odeiam qualquer tipo de discurso que não seja o deles!

  4. Muito bom! Estou fazendo o TCC sobre a participação brasileira na 2ª guerra mundial e ver a produção desses cartazes mostra a força que a arte tem quando aliada a informação!

    Bela pesquisa!

  5. Isto só demonstra que os EUA sempre tiveram um papel hipócrita na vida.Sempre defendendo a democracia, mas em nome de sua segurança nacional vale qualquer ditadura.Sempre foram hipócritas, e infelizmente para o resto do mundo eles tem dinheiro e poder suficiente para divulgar mentiras e insistir nelas até que elas sejam aceitas como verdades.Uma vergonha…

  6. Nossa, é realmente inacreditável a mensagem direta e opressora desses cartazes! Que o mundo nunca mais tenha que passar por isso novamente!

    Apesar de reconhecer algo parecido em anúncios publicitários atuais, mas digamos que “menos agressivos”??

    parabéns pelo blog!

  7. Incrível como esses cartazes combinados com a harmonia entre as cores, tipografia e ilustrações conseguem dar um tom de passive agressive absurdo para as peças. É a mesma coisa que colocar a Xuxa toda feliz falando “Se você abrir a boca podemos te matar, baixinhos!”. Assustador.

    Aproveitando um comentário acima que fala sobre o orgulho dos designers que faziam esses cartazes eu digo que muitos tinham orgulho sim, e porque não? A verdade é algo muito questionável; cada um acredita na verdade que lhe é conveniente. Estava acontecendo uma revolução política muito grande (Uma guerra, jesus cristo!), e sempre tem dois lados da moeda e com pessoas que apoiam cada lado. Lembrando que eu não sou a favor de nenhum tipo de repressão, opressão e ameaças em geral, heim!

    Achei muito interessante a questão que ela abordou e só acho que como muita gente hoje, faz coisas – e se orgulha delas – por dinheiro, por grande chance de visibilidade ou por reconhecimento, as pessoas naquela época também faziam. Ninguém é santo, nem de ferro.
    Como disse Nelson Rodrigues. “Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.”

    Belo post, Fratin

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