livros, tipografia, referências e afins

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Emoção Art.Ficial 5.0 – Itaú Cultural

Vale a pena dar uma passada no Itaú Cultural de São Paulo para observar e interagir com as 11 obras da quinta bienal Emoção Art.Fficial – Autonomia Cibernética.

Tem chance de visitas agendadas. Interessante é um aparelho mp4 que eles emprestam para uma visita com vídeos extra sobre as obras, no piso 1S.

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149 (próximo da estação Brigadeiro de Metrô) – ver mapa
De terça a sexta, 9h às 20h
Sábado, domingo e feriado, 11h às 20h
A exposição fica até o domingo, 5 de setembro de 2010
Entrada franca
Mais informações em www.emocaoartficial.org.br ou pelo telefone 11 2168-1777

Postado por Rogério Fratin em Exposição e tem Sem comentários

O que é design?

Reuni respostas em livros pra essa pergunta, talvez a mais debatida e menos respondida nos cursos de design.

O que é design? Por Alexandre Wollner

O pioneiro do design no Brasil definiu design no livro “Textos Recentes e Escritos Históricos“, das Edições Rosari, página 91:

“Uma definição de design… É muito difícil, porque a evolução da linguagem, dos elementos técnicos é tão rápida que se fala de uma coisa hoje e ela é diferente amanhã. Mas a gente pode dizer que é dimensionar uma estrutura onde todos os elementos visuais nos vários meios de comunicação visual. Não é só fazer uma marquinha sem se preocupar com o comportamento que essa marca vai ter em todo o contexto, não só da indústria, mas também da comunicação visual. Ela precisa estar baseada em toda uma estruturação e prever aplicações bastante coerentes. Essa  é a proposta do design, que não está preocupado com a estética, mas com a função, com materiais, com a ergonomia visual, com aplicações planas e não planas. Deve saber, por exemplo, como uma embalagem redonda se comporta, como ela pode ser fragmentada e como a públicidade vai ser usada dentro dessa estrutura. Um trabalho de design gráfico deve durar no mínimo vinte a trinta anos, Um logotipo não perde a atualidade, e a potencialidade está em torno desse sinal, desse elemento”.

Já no livro+DVD da Cosac NaifyAlexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil” (leia o post) tem um capítulo guardado só pra essa questão. O video a seguir é desse DVD, cedido gentilmente pela sua produtora, a Tecnopop (www.tecnopop.com.br)

O que é design? Por Beat Schneider

O professor de história da cultura e do design define design em sua obra “Design – Uma Introdução. O design no contexto social, cultural e econômico”, página 197, da Editora Blücher:

“Design é a visualização criativa e sistemática dos processos de interação e das mensagens de diferentes atores sociais; é a visualização criativa e sistemática das diferentes funções de objetos de uso e sua adequação às necessidades dos usuários ou aos efeitos sobre os receptores”

O que é design? Pelo Dicionário Michaelis

(dizáin) sm (ingl)
1 Concepção de um projeto ou modelo; planejamento.
2 O produto deste planejamento.

O que é design? Pelo Dicionário Houaiss

Rubrica: desenho industrial.
1. a concepção de um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação etc.), esp. no que se refere à sua forma física e funcionalidade
2. Derivação: por metonímia.
o produto desta concepção
3. Derivação: por extensão de sentido (da acp. 1).
m.q. desenho industrial
4. Derivação: por extensão de sentido.
m.q. desenho-de-produto
5. Derivação: por extensão de sentido.
m.q. programação visual
6. Derivação: por extensão de sentido.
m.q. desenho (‘forma do ponto de vista estético e utilitário’ e ‘representação de objetos executada para fins científicos, técnicos, industriais, ornamentais’)

Locuções
d. gráfico
Rubrica: desenho industrial, artes gráficas.
conjunto de técnicas e de concepções estéticas aplicadas à representação visual de uma idéia ou mensagem, criação de logotipos, ícones, sistemas de identidade visual, vinhetas para televisão, projeto gráfico de publicações impressas etc.

Etimologia
ing. design (1588) ‘intenção, propósito, arranjo de elementos ou detalhes num dado padrão artístico’, do lat. designáre ‘marcar, indicar’, através do fr. désigner ‘designar, desenhar’; ver sign-

O que é design? Por Mônica Moura

Na página 118 do livro “Faces do Design” (leia o post) das Edições Rosari, a designer, artista plástica, mestre e doutora Mônica Moura define:
“Design significa ter e desenvolver um plano, um projeto, significa designar. É trabalhar com a intenção, com o cenário futuro, executando a concepção e o planejamento daquilo que virá a existir. Criar, desenvolver, implantar um projeto – o design – significa pesquisar e trabalhar com referências culturais e estéticas, com o conceito da proposta. É lidar com a forma, com o feitio, com a configuração, a elaboração, o desenvolvimento e o acompanhamento do projeto”

O que é design? Por Vilém Flusser

Em “O mundo codificado“, da Cosac Naify , o autor define primeiro a palavra design como verbo e substantivo, na páigna 181:

“Em inglês a palavra design funciona como substantivo e verbo (circunstância que caracteriza muito bem o espírito da língua inglesa). Como substantivo significa entre outras coisas: ‘propósito’, ‘plano’, ‘intenção’, ‘meta’, ‘esquema malígno’, ‘conspiração’, ‘forma’, ‘estrutura básica’, e todos esses significados estão relacionados a ‘astúcia’ e a ‘fraude’. Na situação de verbo – to design – significa, entre outras coisas ‘tramar algo’, ‘simular’, ‘projetar’, ‘esquematizar’, ‘configurar’, ‘proceder de modo estratégico’. A palavra é de origem latina e contem em si o termo signum, que significa o mesmo que a palavra alemã Zeichen (‘signo’, ‘desenho’). (…) ”

Depois, Flusser explica o que se tornou o vocábulo design, na página 184:

“(…) design significa aproximadamente aquele lugar em que arte e técnica (e, conseqüentemente, pensamentos, valorativo científico) caminham juntas, com pesos equivalente, tornando possível uma nova forma de cultura”

O que é design? Por Lucy Niemeyer

O livro da Editora 2ABDesign no Brasil: Origens e instalação” tem um capítulo só pra origem e significado do termo design. Na introdução do capítulo a Doutora Anamaria de Moraes cita a própria Lucy definindo design:

“(…) ao longo do tempo o design tem sido entendido segundo três tipos distintos de prática e conhecimento. No primeiro o design é visto como atividade artiística, em que é valorizado no profissional o seu compromisso com artífice, com a fruição do uso. No segundo entende-se que o design como um invento, um planejamento em que o designer tem compromisso prioritário com a produtividade do processo de fabricação e com a atualização tecnológica. Finalmente, no terceiro aparece o design como coordenação, onde o designer tem a função de integrar os aportes de diferentes especialistas, desde a especificação de matéria-prima, passando pela produção à utilização e ao destino final do produto. Neste caso a interdisciplinaridade é a tônica. (…) estes conceitos tanto se sucederam como coexistiram, criando uma tensão entre as diferentes tendências simultâneas.”

A intenção é sempre atualizar esse post com as definições que cruzarem meu caminho. Mas me diga, você tem alguma definição pra o que é design? Discorda de alguma das que eu selecionei? Então deixa nos comentários! :)

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Função do design x função do designer

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (9) Comentários

Lábaro Estrelado – J. Carlos

Capa do livro Lábaro Estrelado, de J. Carlos

Mesmo antes do termo design ser difundido no Brasil já tinham bastante designers trabalhando nas terras tupiniquins. Inclusive profissionais incríveis, características peculiares e envolvidos socialmente. Esse é o caso de J. Carlos. Designer e ilustrador (e mais um monte de coisas!) que fez muita coisa boa, principalmente nos anos 1930, entre capas de revistas e ilustrações para várias publicações, como a revista “Fon Fon” e “O Cruzeiro”. O livro que tem no nome uma parte adaptada do Hino Nacional Brasileiro reúne 60 ilustrações de J. Carlos com a temática patriota do ilustrador, que sempre era tão forte em seus trabalhos. Além de todos esses trabalhos tem também um texto explicativo sobre o caráter nacionalista de J. Carlos e detalhes sobre alguns de seus projetos.

Algumas ilustrações presentes no livro:

Página interna com a revista O Cruzeiro, no livro Lábaro Estrelado, de J. Carlos

Página interna com a revista Fon Fon, no livro Lábaro Estrelado, de J. Carlos

Página interna com a revista Fon Fon, no livro Lábaro Estrelado, de J. Carlos

Quarta capa do livro Lábaro Estrelado, de J. Carlos

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Arquivo Público do Estado de São Paulo

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem 1 comentário

Phillumeny: Rótulos de caixas de fósforo

Sinceramente eu nunca tinha ouvido falar sobre Phillumenies (que são rótulos de produtos que as pessoas colecionam) até ler o “Linguagens do design – Compreendendo o design gráfico”, de Steven Heller, publicado no Brasil pelas Edições Rosari. Aliás, um ótimo livro que aponta dezenas de peças de design muito interessantes. Nesse capítulo o autor te encoraja a procurar sobre os tais phillumenies na internet, principalmente os de caixas de fósforos japonesas. Aí eu dei uma bela pesquisada no Flickr e encontrei diversos exemplos muito interessantes (e não somente japoneses).

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Crack Dog”, em http://www.flickr.com/photos/crackdog/




Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Clinton Fowler”, em http://www.flickr.com/photos/clintonfowler/



Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)
Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos) Phillumeny (Rótulos de caixa de fósforos)

Imagens gentilmente cedidas por “Shailesh Chavda”, em http://www.flickr.com/photos/shaileshc/

Postado por Rogério Fratin em Designice,Embalagem,Inspiração e tem (3) Comentários

20 cartazes de filmes B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Post de filme B dos anos 1940

Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, na categoria 1930′s

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Postado por Rogério Fratin em Coleção,Inspiração e tem (2) Comentários

Catálogo LINOTYPE Faces

Que a LINOTYPE é a máquina que mais me deixou impressionado, isso  não tenho dúvidas. O que eu não sabia é que o catálogo de famílias de fontes pra ela era quase tão incrível quanto. E ele não somente parece gigante nas fotos. Ele é mesmo, de dimensão e peso que fica complicado segurar com uma só mão.

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Catálogo LINOTYPE Faces

Algumas fotos da placa de indentificação da LINOTYPE e de como são as letras nela:
Placa de identificação de uma LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

Exemplo de fonte da LINOTYPE

A LINOTYPE e suas fontes, além desse catálogo (que infelizmente não encontramos a data de publicação) pertencem e foram fotografados na Oficina Tipográfica São Paulo.

Postado por Rogério Fratin em Tipografia e tem (5) Comentários

The Good Husband Guide

Capa do livro The Good Husband Guide

Quando vi esse livro a primeira vez, de longe, até pensei que fosse “um guia de verdade de como arrumar um bom marido” dos anos 1950.

Pausa: Não, não estou procurando um marido, nem pretendo procurar, ohohoh :)

Quando cheguei perto percebi que se tratava de uma publicação atual muito bem humorada e de cuidados minunciosos com o visual típico das revistas americanas estilo milk shakes, hambúrgueres e atendentes de patins. Essa divertida edição tem 44 páginas bem impressas, emplastadas papel grosso (algo como um duplex) e lombada quadrada. São “19 dicas”, cada uma com uma foto, para a mulher identificar o marido ideal. Algumas “dicas”:

"Regra" 4 do livro The Good Husband Guide

"Regra" 6 do livro The Good Husband Guide

"Regra" 7 do livro The Good Husband Guide

"Regra" 10 do livro The Good Husband Guide

Quarta capa do livro The Good Husband Guide

Agora quero o Good Wife Guide! :D

Na data do post, o preço na Amazon (e na quarta capa) o livro custa U$ 9,95

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Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (4) Comentários

Valentines – Vintage Holiday Graphics

Com pouco texto (e infelizmente com tipografia, tamanho e largura de coluna questionáveis) e muitas imagens bacanas, os livros da série Icons, da Taschen são uma ótima opção para referências visuais temáticas muito interessantes. No caso desse são dezenas e dezenas de cartões de Dia dos Namorados, capas de revista, comerciais e muitas outras peças, todas dentro da temática do feriado de São Valentin. E tem de tudo, desde uma linguagem “Amar é” como mais puxada para Art Déco ou então do Pós-Guerra dos EUA. Isso tudo das décadas de 1920, 1930, 1940 e 1950. É uma pena que as imagens não estejam catalogadas ou legendadas, mas o conteúdo vale muito a pena.

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

Exemplo de interna do livro Valentines - Vintage Holiday Graphics

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Postado por Rogério Fratin em Inspiração,Livro e tem 1 comentário

20 cartazes de filmes B dos anos 1930

Slaves in Bondage

Return of Doctor X

Reefer Madness

Reefer Madness

Pace That Kills

Pace That Kill

Mummy

Mummy

Mr. Wong in Chinatown

Monster Walks

Marijuana

Main Street Girl

Mad Love

Living Dead

Horror

Honk Tonk Girl

Crooked Circle

Africa Speaks

Werewolf in London

Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, na categoria 1930′s

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Postado por Rogério Fratin em Coleção,Inspiração e tem (3) Comentários

Faces do Design

Faces do Design - Capa

Eu estava no segundo ano do Curso Superior de Design Digital, em 2003, quando os professores da instituição que eu estudava, a Universidade Anhembi Morumbi, lançaram o primeiro livro da série Faces do Design (depois lançaram o Faces do Design 2), pela Edições Rosari, mas só fui estudar o livro todo há pouco tempo. Uma pena. Os oito textos, um de cada  professor, informam e opinam a respeito de história do design, arte, hipermídia e tipografia.

Os capítulos:
O processo de criação em expressão tridimensional, por Adriana Valese
Bauhaus – um pouco da história de um projeto pedagógico, por Ana Lúcia Ribeiro Lupinacci
Tékne e design: uma relação entre o conceito aristotélico de arte e o conceito contemporâneo do design, por Carlos Alberto Barbosa
Tipografia experimental, por Cecília Abs
A influência do objeto industrial na arte, por Gisela Berlluzzo de Campos
Texto na web, por Marcelo Prioste
Design Digital: universo da cultura e da hipermídia, por Mônica Moura
As fronteiras entre o design e a arte, por Priscila Arantes e Jorge Luís Antonio

Faces do Design - Quarta capa

Mesmo um texto mais datado como o de “Texto na Web” tem seu valor pois foram escritos entre 2000 e 2001. Os valores atribuídos e questionamentos sobre o uso do Macromedia Flash e da popularização da internet banda larga nos fazem perceber como os interesses e preocupações com os projetos eram muito diferentes dos atuais. Os demais textos não tem “data de validade” e questionam e estudam pontos interessantes, como o valor e importância da referência na hora de desenvolver um projeto, como o design e a arte podem andar mais próximos para beneficiar um ao outro, como era a Bauhaus e qual a função do seu projeto de ensino, a riqueza da relação design e tecnologia etc.

Acredito que os textos atinjam diversos públicos-alvos no campo do design, desde estudantes, profissionais da área e professores (ou aspirantes de), pois os estudos e pesquisas envolvem diversas disciplinas e possuem diferentes níveis de aprofundamento.

O lugar mais barato na data do post é na FNAC , por R$ 31,40

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Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (2) Comentários