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Paula Scher: MAPS

Já tem um bom tempo que sou fã e acompanho o trabalho da PENTRAGRAM, principalmente dos designers DJ Stout e Paula Scher. Designers velhos de guerra que se somam a experiência desses anos todos (ele com mais de 50 e ela com mais de 60 anos) com o que rola de atual. Resultados de impressionar. A Paula Scher, no começo dos anos 1990, iniciou uma série de mapas de todo jeito, em grandes dimensões (telas com mais de 2 metros), cheio de interferências cromáticas e tipográficas que formam texturas e tramas bem interessantes. E esses mapas ficaram bem famosos, ela fez uma série bem grande. Daí algum anjo resolveu lançar um livro (grande e bonitão!) com essa sequência de mapas e dados técnicos. A capa, aliás, vem com uma luva que é um mapa pra você enquadrar. A capa sem a luva é assim:

Paula Scher: MAPS

 

Os mapas usam diversas cores e estilos, mas a identidade fica sempre presente. Tem todo o jeitão de projeto pessoal, daqueles que fazemos exatamente como planejamos e que se lasque tudo e todos. Alguns exemplos dos mapas:

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna

Paula Scher: MAPS - Interna
Inclusive rolaram instalações com a linguagem que ela usa em seus mapas e o livro as documenta também:

Paula Scher: MAPS - Interna

Uma pena que esse livro não foi lançado no Brasil, então o jeito é pedir pra boa e velha Amazon.

Você conhece ou admira o projeto pessoal de algum designer/artista? Compartilha aí nos comentários!

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (3) Comentários

Comprar livros e ler livros são atividades independentes

Ah, os livros! De design e não-de-design, todos os livros.

Eu acho uma delícia o ritual de comprar, abrir, cheirar a tinta, sentir o papel, folhear pra ter um panorama da publicação. Não tem problema se ele chega na minha mão numa livraria ou se os Correios entregam na minha casa. O prazer é o mesmo: um imponente livro novo!

Muita gente que conheço quando vai em casa ou quando falamos sobre livros pergunta:

- Mas você já leu TUDO isso?

Claro que não. Acho que nunca vou querer ler todos meus livros: sempre terei novos não-lidos. Quando lê-los, terei outros e assim temos o ciclo!

Creio que comprar um livro e ler um livro são ações independentes e que não precisam acontecer na sequência “comprar-e-ler”. Ainda mais quando se trata de um book freak como eu. Muitas vezes aproveito promoções e não vou interromper uma leitura pra encarar nos novos. Numa comparação boba: Você também come TODA a comida que compra de uma vez quando sai do mercado? Bebe TODO refrigerante? Nenhuma cerveja vai pra adega porque já foram TODAS bebidas na mesma hora? Então não queira fazer isso com os livros também, oras! Hihihi!

Livros de design Aí eu comecei pensar o que me fazia comprar um livro e qual motivação eu teria pra encarar a leitura.

Eu compro um livro quando tenho interesse direto nele ou no assunto, quando vou aos lançamentos (como a Tupigrafia 9 e a TIPOITALIA 2), quando acho num sebo algo incrível (como História da Tipografia no Brasil), quando encontro promoções insanas como as Feiras do Livro da USP e promoções nos sites das livrarias ou então quando passeio numa bookstore (física ou digital) e me deparo com algo interessante.

Eu leio um livro quando tenho a necessidade ou desejo saber sobre um tema (claro que muitas vezes começo ler logo no calor da compra), mas também de uma  curiosidade ansiosa, do saudosismo do conteúdo (um livro que na época da faculdade teve uma interpretação e agora outra, como Navegar No Ciberespaço), do momento que passo (como o Jogo da Amarelinha e A Cleópatra do Jazz: Josephine Baker).

Se o livro for físico (são esses que eu gosto) você pode emprestá-lo, dá-lo de presente, expô-lo na sua casa e o mais legal: esbarrá-lo ao acaso e redescobri-lo, quase como se fosse algo perdido por décadas, esquecido, que vem renovado e quase que com o convite gigante na capa: CHEGOU A HORA DE VOCÊ ME LER, NÉ?! Daí eu eu não me seguro: leio mesmo!

Um dia eu li em algum canto que um livro não lido tem mais valor do que um lido: você ainda tem a chance de aprender algo novo nele. Eu concordo!

E você, tem muitos livros pra ler em casa? Qual vai ser o próximo?

Postado por Rogério Fratin em Designice,Livro e tem (13) Comentários

A relação do designer com profissionais de outras áreas

Sempre ouvimos falar e falamos de como os profissionais das outras áreas são “isso ou aquilo”, mas temos poucas chances de saber o outro lado da história. Como e o que podemos melhorar? Como nos apresentamos para os clientes? Como nossos chefes nos vêem?

Fiz essa (pré) pesquisa pra tentar identificar alguns pontos que julgo interessantes. São apenas dez questões, leva menos de 5 minutos para responder. Pode me ajudar? Fique à vontade pra compartilhar com quem quiser, Twitter, Facebook, tudo.

Em breve aqui no blog vou divulgar os resultados. É legal pros designers e pra quem trabalha com eles.

Muito obrigado!

Create your free online surveys with SurveyMonkey, the world’s leading questionnaire tool.

A ideia, depois dessa, é pegar os pontos principais e aprofundar outra pesquisa. Nada melhor do que um ambiente e clima propício para o trabalho, né?
;)

Postado por Rogério Fratin em Pesquisa e tem (2) Comentários

Cartazes vintage de filmes B de “o retorno”

E pra firmar ainda mais o retorno do DESIGNICES (não sabia que tinha parado? voltei com esse post) eu resolvi juntar essa volta com os famigerados cartazes de filmes B que vira-e-mexe eles pintam aqui no DESIGNICES. De Dracula ao Ultraman, de Michael Myers ao Homem-Macaco. Só coisa linda nessa mistura que, como se não bastasse, também tiveram seu retorno:

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Cartaz de filme B com o tema "o retorno"

Todos esses cartazes foram baixados do site Wrong Side of the Art, numa busca por “return”

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Postado por Rogério Fratin em Ilustração,Inspiração e tem Sem comentários

Restrospectiva + TOP5 2011 e a volta do DESIGNICES

O ano foi bem bom pra mim. Saí da Editora Abril depois de cinco anos, palestrei na Cásper Líbero sobre um ebook que participei, freelei, fui pra outro emprego, conheci dezenas de pessoas legais por causa do meu trabalho e do blog, fiz cursos incríveis e acredito ter evoluído bastante. E li livros, muitos livros. E fiz posts, muitos posts. Engraçado que o post-vovô O que é design? foi o mais acessado em 2011. Os Cartazes de Cigarro de 1920 a 1950 e Cartazes de Fique em Silêncio da Segunda Guerra Mundial também foram bem. Mas dos posts feitos em 2011, aí vai o TOP5:

5. Por que você [ainda] é designer?

Muita gente respondeu e questionou qual é o real “mojo” de ser designer

4. Quando e como você virou designer?

Como tudo começou? Comentários e comentários deixaram esse post bem rico e com muitas histórias interessantes e completamente diferentes.

3. Futura-Ferrugem

O segundo experimento da série Trocadilhos Tipográficos rendeu bastante acesso e foi chamado por blogs gringos. Até no Japão teve uma editora de livros de design que seguiu o passo-a-passo e fez por lá. Depois de meses corroendo as chapas eu fotografei novamente e atualizei o post.

2. O design nas mídias sociais (no ebook grátis “Para Entender as Mídias Sociais”)

Participei desse ebook maravilhoso e muita gente fez download dele por aqui. Aliás, você já fez? Demorô, o trabalho da Ana Brambilla foi nota 1000. Por conta desse livro veio o post Paradigmas gráficos no design pra web, não foi TOP5 mas teve bons acessos.

1. Cada vez que um designer…

O meio-post-meio-brincadeira agradou bastante gente, incomodou alguns e bombou de comentários. Foi, de longe, o primeiro lugar.

;)

A volta

A volta do DESIGNICESO DESIGNICES parou em outubro, mas junto dessa retrospectiva ele vai voltar. Com força total? Não sei ainda, mas vai voltar. Aliás, voltou! Descobri que não consigo ficar sem o blog. Não consigo ficar sem postar. Um dia eu procuro ajuda profissional pra resolver isso, hihihi!

Passei meus últimos dias do ano de 2011 inteirinhos arrumando o novo visual depois de um bom tempo sem andar nada com isso. No final das contas meu tema ferrou o WordPress e não havia gnomo no mundo que fizesse funcionar de volta. Tive que pedir restauração do backup, inclusive. Mas nada disso importa. Não tem layout novo mas tem muitas ideias novas, DESIGNICES de volta e vamo que vamo. As suas sugestões podem cabem muito bem nos comentários, não?

MUITO obrigado a todos pela força, valeu mesmo. E vamos juntos, novamente.

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (6) Comentários

o DESIGNICES vai parar um pouco

Pois é. Vou parar um tempo. Não sei se um mês, dois ou cinco, mas preciso. O blog precisa de um cuidado com o estrutural, conceitual, tudo precisa ser pensado novamente, com mais carinho e dentro da minha atual realidade, ganhar uma [nova?] cara, faxina nos posts que ficaram perdidos no tempo e não mais fazem sentido. Como sou sozinho nessa, o tempo que levo pra fazer o UX, layoutar e programar tudo, fazer os ajustes de SEO… É coisa pra caramba. O DESIGNICES vai parar um poucoEstruturar o conteúdo, bater as fotos, criar as imagens, transformar tudo isso em posts e me preocupar com todo o redesign do blog ficaria, pra mim, inviável.

Esse, provavelmente, será o último post antes do DESIGNICES 3.0. Digo provavelmente porque pode ser que aconteça alguma coisa [MUITO] extraordinária. O meu twitter [http://twitter.com/rfratin] vai continuar bem ativo com o que há de mais legal na minha timeline e tudo aquilo que cavoco e encontro nos sites por aí, principalmente dos meus grandes amigos. É provável que vez ou outra eu requente um postzinho daqui ou dacolá, cartazes, livros ou boas discussões, pra matar a [minha] saudade. Espero vê-los com conteúdo e layout novos ainda nesse ano.

E como o mais legal daqui são os comentários, não poderia deixar essa pausa acontecer sem eles. Sem muitos deles! Uma pergunta com um toque de “me ajude“:

Quais sugestões pro novo DESIGNICES, seja em layout, temas dos posts e suas profundidades?

Outras sugestões e tudo que puder melhorar o blog serão bem-vindo. Abuse dos comentários, vou precisar mesmo deles pra desenhar o novo.

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (11) Comentários

Sou enfermeira e quero fazer pós em design pra mudar de área

A senhorita que vá fazer a sua pós-graduação em design e mudar de área com isso no raio que o parta.

Obrigado.

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Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (22) Comentários

O ego do designer

O ego do designer. Foto: Rogerio Fratin

Há alguns anos que procuro identificar junto de profissionais de outras áreas, como jornalismo, desenvolvimento, marketing, publicidade, contabilidade, os principais problemas que existem junto de nós, designers, e a relação com nosso trabalho. As respostas sempre passeiam entre horários de entrada e saída, de falta de tato na hora de conversar, de vivermos em um mundo paralelo, mas o fator mais significativo [segundo as dezenas de pessoas que papeei] é o EGO do designer. É, EGO inflado. Aquele sentimento demais da conta que torna uma peça intocável, como uma obra de arte única, Renascentista. Confesso que eu mesmo já fiquei de bode de ego de designers que convivi, acredito que você também. Entretanto, não poderia ser preciso em dizer que nunca dei motivos pra acharem isso de mim. Me policio muito em relação a isso, mas pode ter escapado e eu nem me liguei. O Chico Homem de Melo fala disso no livro Os Desafios do Designer, e um dos parágrafos pode ser lido aqui.

De qualquer maneira, isso que eu chamo de EGO inflado pode ser muita coisa, inclusive a nosso favor, por exemplo para proteger as peças que desenvolvemos de avalanches de modificações pelo EGO inflado de outras profissões.

Mas e aí, como tratamos disso? O EGO inflado do designer é algo a ser corrigido, é apenas parte da profissão, uma defesa ou minha “pesquisa” tá errada? Detone nos comentários!

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (11) Comentários

O ensino de design e os “professores-vintage”

Me interesso bastante pelo meio acadêmico. Vira-e-mexe eu dou uma palestrinha aqui, faço banca de TCC (trabalho de conclusão de curso) ali, leio trabalhos de estudantes acolá. É uma boa maneira de me manter atualizado e não deixar a “pegada acadêmica” se perder no tempo. E me lembro da época que estudava a faculdade de Design Digital. E me lembro dos professores que tive, diversos deles muito bons, não somente que me ensinavam fundamentos do design, mas como aqueles que me encorajaram a ler filosofia, conhecer a cultura e a socidade, ver um filme europeu. Decerto que esse período foi um dos mais transformadores da minha vida.

Mas no meio de tanta boa vontade e dedicação de vários lá estava ele: o “professor-vintage”. Ok, “professor-vintage” é um apelido meigo e irônico pra um tipo específico de profissional que, pelo que tenho acompanhado, cresce assustadoramente em quantidade nas instituições de ensino. E não tem um único foco de atuação, eles atacam todas: as mais tradicionais, as moderninhas-inovadoras e as uni-bocas-de-porco. Mas o que seria, de fato, o “professor-vintage”?

Professor-vintage é aquele sujeito que até pode parecer que conhece algo no começo, só que logo é desmascarado. Pode ou não ser showman. No caso de ser, alguns alunos o idolatrarão para sempre, sem se dar conta. É aquele que não atuou no mercado, não pode falar a respeito. Mas fala. É aquele que não tem conhecimento acadêmico pra nos transmitir e proporcionar experimentos livres de influências mercadológicas. Mas transmite e proporciona. É aquele infeliz que te passa livros pra ler da época que foi aluno sem nunca tê-los questionado. Sorte a sua se o professor dele não for um professor-vintage também, senão tu tá lascado, meu amigo: leu coisas que não fazem sentido há anos. Penso nas indicações de livros de design que tive na faculdade, logo no início do curso, em 2002. Acho que não aproveitaria nada ou quase nada. E nem é tão difícil ter essa noção: basta entrar numa boa livraria e futricar umas prateleiras. Dezenas de livros de cada assunto, coisa que 10 anos atrás era muito mais difícil. Fundamentos do design? Muitos de qualidade, de diversas editoras. Traduções minunciosas e cuidado com o papel, encadernação, tudo nos mínimos detalhes. Eu acho atualmente um tremendo absurdo recomendar o livro “Design para que não é designer” (da Robbin Williams) para iniciantes da área, já que temos “Novos fundamentos do design” (da Ellen Lupton), “Ensopado de design gráfico” (de Timothy Samara) ou “Layout” (de Allen Hurlburt) fáceis de serem encontrados em qualquer livraria física e online. Tipografia? Temos de dúzias. Mas ler seria uma tarefa muito chata para nosso astro enganador. É aquele que se contenta com seu conhecimento antigo e só se vale disso, nunca se atualiza. É do tipo que vangloria desse fato com o valor de um artefato vintage (aliás, sabe qual a diferença entre vintage e rétro?). É um charlatão que gosta de ser bajulado pelos alunos, de ser chamado de professor, de falar que é professor da instituição tal. Muitas vezes os professores-vintage falam com tanta convicção que só damos conta da falta de conhecimento do sujeito anos depois, quando estamos no mercado de trabalho [ou em meio acadêmico, dependendo do caso]. É aquele que deixa alunos com falhas de aprendizado por conta de sua incompetência e falta de respeito pelo tempo e grana dos alunos, pela instituição e pelo seu cargo.

Só na minha época (e na minha profissão) tinham professores assim? Você tem (ou teve) algum professor-vintage? Os casos serão bem-vindos (sem citar nomes nem as instituições, por favor) nos comentários.

 

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (14) Comentários

2 anos de DESIGNICES!

Quando eu notei: PIMBA! O blog faria dois anos e nem tempo de fazer um especial eu consegui. Também pudera, passou tão rápido. Mas foi bem legal.

DESIGNICES: 2 anos!Durante o segundo ano do DESIGNICES muitas coisas novas surgiram, como os posts mais “engraçadinhos” que deram picos de acesso e ainda ficam no top5 dos últimos 365 dias, como as Não-piadas com designers e o recordista Cada vez que um designer. Essas brincadeiras eram pra espantar um pouco o teor carrancudo e rabugento que eu passei com o Ícones, conceitos e mudanças tecnológicas. Muita gente legal contou nos comentarios Como/quando virou designer [você já? vai lá e comenta, oras!]. Profissionalmente eu também mudei: Deixei a Editora Abril, depois de quase 5 anos, pra freelar e tocar projetos pessoais, mas logo depois entrei no Terra Networks e minha vida institucional voltou.

Também começaram os experimentos tipográficos. O mal-sucedido TRIPOGRAFIA foi legal, mas enojou alguns, em compensação o FUTURA FERRUGEM foi até pra seleção de trabalhos em sites nacionais e gringos.

Outro acontecimento muito importante foi a palestra “pocket” que fiz na Faculdade Cásper Líbero pra falar de um ebook. A galera de lá foi tão bacana que fiz o post Paradigmas gráficos do design pra web, pra continuar a saudável discussão.

Pra quem gosta de coisinhas com cara de antigas também teve bastante material e o maior sucesso foram as lindas latinhas de chá Matte Leão Rétro.

E os cartazes antigos? Nossa, foram muitos. Todos com algo relacionado ao que gosto, como os Cartazes vintage de circo.

Curioso é ver conteúdo requentado rendendo acessos e comentários. O post-piada Dicionário de marketing para designers, de 2009, teve um baita monte de acessos do nada esses tempos. Vai entender, né? O que é design?, onde uso definições com as referências dos livros, é o post mais lido do último período de um ano.

E quanta gente legal veio opinar aqui, hein? Nossa, perdi a conta do números de comentários que o blog teve. E comentário DE VERDADE, parrudos, embasados. O povo daqui não gosta de falar apenas “Ai, adorei!” ou “Lindos!” como tem nos blogs miguxos de esmaltes de unha. Tive a sorte de ter leitores nota 1000 que turbinaram o blog, somaram no Twitter e participaram bastante no Facebook. Muitos emails, muitos contatos, tudo gente boa.

Me desculpem por não ter o SUPERESPECIALMEGABLASTERDESIGNICES2ANOS, mas prometo pro terceiro aniversário. Até lá sigo com a ótima companhia que sei que tenho aqui.
Muito obrigado!

AAAAAHHHHH! Achou que ia passar por aqui sem ter que falar nada? Ra, ra, ra. Imenso engano! Mas hoje pego leve:
Qual o post mais bacana do segundo [21/09/2010 - 20/09/2011] ano do DESIGNICES, hein?
O sistema de comentários está aquecido, prontinho para trabalhar bastante!
;)

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (10) Comentários