As leis da simplicidade [John Maeda]

As Leis da Simplicidade, de John Maeda
Logo na descrição da orelha do livro tem uma frase que define todo o necessário para que você sinta vontade de ler o livro: SIMPLICIDADE = SANIDADE. Simplificar um projeto é bem mais difícil do que torná-lo completo/complexo. É nisso que John Maeda se apoia pra fazer em dez (capítulos) leis, suas considerações sobre a simplicidade na vida, nos negócios, em tecnologia e no design. São elas: Reduzir, Organizar, Tempo, Aprender, Diferenças, Contexto, Emoção, Confiança, Fracasso e A única. Depois ele trata de três soluções, que são Distanciamento, Abertura e Energia. A grande maioria dos exemplos ele pega de experiências e problemas reais, com produtos reais de empresas reais e soluções também reais. É a teoria baseada em experiência e estudos de casos, não somente em academia e outras publicações.

Por alguns momentos eu sinto o livro meio como “papo-de-avô” demais, ele leva bem a sério o subtítulo do livro, principalmente a parte “vida”. Ele cita exemplo de criancinha que fez sei lá o que, de velho que falou “A” frase mais sábia do mundo no vestiário do clube e coisas do tipo. Como eu sou como um velho rabugento, você não deve ligar pra isso e ler “As Leis da Simplicidade” porque vale muito a pena, mesmo sendo a publicação mais comercial do John Maeda. Não importa se você trabalha com web, gráfico, celular, widgets. Legal é entender que um projeto pode ser mais valorizado e ocasionalmente mais interessante/usável por ser mais simples. Acho bom parar por aqui, meu post tá muito complexo… :)

5 comentários sobre “As leis da simplicidade [John Maeda]

  1. Eu li o livro, que aliás foi o senhor que me indicou.
    A leitura serviu para fazer uma resenha crítica do livro para um trabalho da minha pós.

    Eu recomendo muito a leitura também, não só para quem é designer. Acho que clientes que demandam jobs, pessoas do marketing que adoram deixar um produto complexo para poder vendê-lo por um preço maior, etc.

    Muitas vezes o Maeda fala nisso, que o valor de um produto não está na complexidade, mas sim na simplicidade e facilidade do uso. Fazendo um paralelo com a vida (já que Maeda trata disso) e deixando o comentário um pouco mais complexo, aquelas pequenas coisas da vida tem um valor enorme e nem todos conseguem enxergar.

    Maeda cita algumas coisas que são simples mas possuem uma grande complexidade por trás, como a Busca do Google, o iPod e uma simples flor que tem um complexo organismo que a faz crescer e sobreviver.

    “Less is more” ;)

  2. “Menos é mais”. Quer dizer, o livro não retrata o minimalismo, mas discute maneiras de simplificar projetos e torná-los melhores, principalmente na usabilidade deles.

    O designer do Twitter cita muitas partes desse livro em algumas entrevistas. Inclusive eu só conheci esse livro por causa dele.

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