design, livros, tipografia e referências

Archive for March, 2011

Nescau rétro

Latas de Nescau estilo rétro

E a onda de relançar produtos com visual rétro não para. Dessa vez a Nestlé investiu na linha pra comemorar seus 90 anos. São as latas da linha atual (tamanho, material) “vestidas” com os rótulos de 1932, 1960, 1986 e 1998. Achei o resultado interessante por ter caráter colecionável. Um pecado que eles cometeram foi não reduzir o logo suficiente pra dar pra ler a palavra Nescau inteira com a lata de frente. Em todas as versões ele “come um pedaço”. O Leite Moça também manteve o formato atual na sua edição especial rétro. Já no caso do Chá Matte Leão rétro as embalabens ficaram como corroídas pela açao do tempo. As latas de Nescau rétro para ver os detalhes, uma a uma:

Latas de Nescau estilo rétro

Latas de Nescau estilo rétro

Dos lados esquerdo e direito do logo tem ilustrações no estilo clássico dos anos 1950/60:

Latas de Nescau estilo rétro

Latas de Nescau estilo rétro

Latas de Nescau estilo rétro

E você, qual achou a lata mais legal?

Tags:
Postado por Rogério Fratin em Embalagem e tem (16) Comentários

iPad versus Adobe Reader: a luta do século

- No canto direito, com tela de 9,7 polegadas, processador Dual-core A5, resiste a 10 horas de uso contínuo: IPAD.. “The Tablet”… DOIS! … DOIS! (clap clap clap clap! êeeeeeeeeee!)

- No canto esquerdo, pesando 70Megabytes, gratuito, funciona em qualquer computador e especialista em ler PDFs: ADOBE… “The Reader”… READER! …READER! (uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!)

iPad versus Adobe Reader

Round 1: Fight!

Vi coisas bem legais em iPad, principalmente livros interativos, que usam a plataforma como algo diferente de um livro impresso, coisa, que obviamente, ela é. E não falo só do iPad, não. Falo de todos os tablets que estão no mercado ou vindo por aí .Tenho acompanhado algumas revistas nacionais e gringas em suas versões pro iPad. Que calamidade. Tudo me lembra a internet precária de 1997 e a falta de visão de narrativas digitais de quem produzia o conteúdo. Era uma tentativa natural de reproduzir o meio físico, já que a base dos menus e paginação vieram daí. Mas espera um pouco, 1997 já passou, as pessoas que produzem conteúdo pra meios digitais já aprenderam bastante (pelo menos deveriam) e ainda insistem em reproduzir exatamente o que vêem no papel. Lamento informar, mas o iPad não é feito de papel. Desculpe dar essa má notícia assim, tão seco, tão direto, como um soco na cara. O Adobe Reader também não, mas nunca foi tratado como. iPad caiu, foi salvo pelo gongo.

Round 2 – Os usuários

As pessoas colaboram bastante com a falta de uso criativo do iPad. Tudo que vejo são extensões das mídias sociais (como se não bastasse ter um computador, um notebook e um celular com Twitter, Facebook…). Além disso sempre percebo no Starbucks iPads sendo sacados por pessoas solitárias com pinta de bem sucedidas ou descoladas, e logo a Wired ou a Esquire pinta na telinha. A reação é sempre a mesma: Folheada de leve, girada da tablet, folheada neurótica e… TWITTER! INSTAGRAM! FACEBOOK! Pra quem viveu nos anos 1980, é como ter um Aquaplay, só que digital. Oh, quanto status! Quanto glamour! E lá voltamos a cambalear na questão das novas tecnologias pessimamente utilzadas. O Adobe Reader permanece em pé,  intacto, abrindo PDFs como se deve e de graça, não cai no Twitter nem no Facebook numa “curtida” porque quem usa em teoria quer ler.

Round 3 – Os veículos de comunicação

Quem tem colaborado bastante pras não-mudanças na apresentação do conteúdo e o uso da mídia, na minha opinião, são os veículos de comunicação. Calma, não tô contando aqui dos livros de alto nível de interatividade e construídos pro suporte que serão feitos. Falo das revistas. Aparece a tablet, todos querem aparecer primeiro com suas publicações mensais, quinzenais e semanais. Tudo no pique da revista, que gera exatamente o que é produzido na versão impressa. E que também tem igualzinho no site. Aí alguém fala “ah, mas eu vi uma revista que não era igual, não, eu passava a mão no carrinho e ouvia o barulho do motor e o farol acendia!”. É? E daí? O que isso, enquanto experiência, muda quando alguém “lê” o conteúdo do iPad? Temos plataformas poderosíssimas (literalmente) nas mãos e tudo que se tem são navegações de baixo nível de interação em abinhas bonitas (como o Flash poporcionou a partir de 1999), splashes que piscam e uma mulher que fala comigo na capa da revista invés de uma foto estática? Não tem diferença experiencial entre o PDF que você lê no teu Adobe Reader e o que tem sido feito pela maior parte dos veículos de comunicação. E os leitores ainda babam nesse PDF de luxo sem luxo. K.O! Adobe Reader venceu a luta por nocaute!

(Designices) – Vamos agora falar com o vencedor, Adobe Reader, como se sente após esse duelo tão esperado?
(Adobe Reader) – Eu nem esperava lutar com o iPad. Não somos da mesma categoria. Achei que continuaria nos Macs e nos PCs, nos celulares e pronto. Mas as pessoas e os veículos de comunicação nos propuseram lutar… e eu aceitei. Tô feliz com a vitória. Gostaria de mandar um beijo pra minha mãe: Acrobat, eu te amo!
(Designices) – Obrigado, Reader!

(Designices) – Estamos agora com o derrotado de hoje, o iPad2. iPad, o que pretende fazer pra revanche que teremos daqui uns meses?
(iPad2) – Olha, fui colocado pra lutar onde não sou especializado. Me jogaram aqui. Fui preparado pra muitas coisas, pra revolucionar as relações das pessoas com os equipamentos de informática. Assim como toda minha equipe da academia “Tablet Tiger Fighters”. Mas os organizadores insistem em nos usar com o mínimo que temos, aí perdemos no custo benefício. Afinal, quem precisa de um baita processador, tela high-definition e tudo o mais pra apenas ser usado com aplicativos engraçadinhos e ler PDFs? Mas vamos nos reunir com o Professor Steve e nos preparar muito pro próximo duelo. Espero ganhar…
(Designices) – Também espero, iPad… também espero…

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (31) Comentários

Linguagens do design

Linguagens do Design - Compreendendo o design gráfico

 

Vira-e-mexe gosto de pesquisar novas referências de design, grandes autores, projetos muito, pouco ou nada famosos. E também preciso de leituras curtas que abrem o leque de opções pra eu seguir no meu tempo e com a profundidade que eu achar viável. Quando encontrei essa publicação das Edições Rosari achei exatamente o que precisava: um grande guia com infinidade assuntos do jeito que precisava. Além dos textos do autor Steven Heller também tem muitos outros de designers famosos e importantes, como a Paula Scher, Stefan Sagmeister, Neville Brody e Paul Rand. Os assuntos são os mais variados, desde o símbolo da paz até a suástica nazista, ingressos de cinema japoneses, capas e identidades de revistas, campanhas publicitárias, cartazes, ilustrações, trabalhos manuais, tipografias dos mais diferentes tipos, tratamento gráfico em livros, logotipos, panfletos, outdoors…

Foi por causa desse livro que fui atrás dos Phillumenies (rótulos de caixas de fósforos) e, além deles, acabei enconrando fine prints japoneses do século XVIII, capas de livros vintage do Jules Verne (no Brasil, Júlio Verne), cartazes da Primeira Guerra Mundial, cartazes de propaganda dos Cigarros Camel e muitos outros. A leitura não precisa ser linear porque cada um dos artigos é independente. Ótimo pra abrir ao acaso e ler o tema que cair, o livro é grosso (452 páginas), cair no mesmo tema duas vezes é difícil =D

Aí vai o sumário (tem coisa pra caramba!):

1 ¶ PERSUASÃO

15] Pôster Simplicissimus – Thomas Theodore Heine
18] Neue Jugend – John Heartfield
21] Nie – Tadeusz Trepkowski
23] Bombas de papel
26] O Símbolo da Paz
29] Nuvens em forma de cogumelo
34] Poder negro/Poder branco – Tomi Ungerer
37] Acabe com o mau hálito – Seymour Chwast
41] Homens sem lábios – Robbie Conal
43] Pôsteres Grapus – Grapus
46] Pôsteres da Glasnost
49] Anúncios de cigarros
52] Panfletos religiosos
56] Racismo – James Victore
61] Ashcroft… você é o próximo – Micah Wright

2 ¶ MÍDIA DE MASSA

64] Jugend e Simplicissimus
66] PM e AD – Production Manager & Art Director
69] Revistas ilustradas da década de 1930
77] Direction – Paul Rand
80] Os mapas da Dell
82] Capas de livros – Edward Gorey
86] Portfolio – Alexey Brodovitch
88] Industrial Design – Alvin Lustig
91] Holiday – Frank Zachary
93] Vogue – Alexander Liberman
97] Scope – Will Burtin
100] Herald Tribune – Peter Palazzo
103] Life
107] Esquire – Henry Wolf, Robert Benton, Sam Antupit
111] Seventeen – Cipe Pineles
114] Eros e Avant Garde – Herb Lubalin
116] Push Pin Graphic – Seymour Chwast, Milton Glaser, Reynold Ruffins, Eduard Sorel
119] Evergreen e Ramparts – Ken Deardorf e Dugald Stermer
125] East Village Other
128] Rolling Stone – Fred Woodward
130] Paródias da MAD
133] Zap Comix
140] Spy – Stephen Doyle
142] Tablóides culturais
147] The Face – Neville Brody
151] Emigre – Rudy VanderLans e Zuzana Licko
154] Raw – Françoise Mouly e Art Spiegelman
158] Beach Culture – David Carson
161] Colors – Tibor Kalman

3 ¶ TIPOGRAFIA

166] Blackletter
169] Bauhaus e a Nova Tipografia
172] Tipografia para crianças
176] Peignot – A. M. Cassandre
178] Cooper Black – Oswald Cooper
182] Tipografia norte-americana da década de 1960
184] Letras feitas à mão – Joost Swarte
187] Mrs. Eaves – Zuzana Licko
192] Pussy Galore – Teal Triggs, Liz McQuiston e Sian Cook
196] O lettering da ACME Comics – Chris Ware
201] Template Gothic – Barry Deck
204] Manson/Mason – Jonathan Barnbrook

4 ¶ LINGUAGEM

208] Com o navio que carrega chá e café – Karel Teige
211] Depero: Futurista – Fortunato Depero
214] Inspirations da Westvaco – Bradbury Thompson
217] Lorca: as três tragédias – Alvin Lustig
220] Sobrecapas decorativas – W. A. Dwiggins
224] Livros de Merle Armitage – Merle Armitage
228] About U.S. – Lester Beall, o escritório Brownjohn Chermayeff Geismar, Herb Lubalin, Gene Federico
230] Quem ri por último, ri melhor – Lou Dorfsman
232] Going Out – Gene Federico
234] Man with the Golden Arm – Saul Bass
237] Os (parêntesis) do código de área – Ladislav Sutnar
240] Pôsteres suíços – Armin Hofmann
245] Capas de brochuras modernas
251] Capas de bestsellers – Paul Bacon
257] A soprano careca – Robert Massin
262] Electric Circus – Ivan Chermayeff
265] Blues Project – Victor Moscoso
268] The Best of Jazz – Paula Scher
271] Basel Kunstkredit/Feira de Arte da Basiléia 1976/77 – Wolfgang Weingart
274] Cranbrook – Katherine McCoy
279] O Discreto charme da burguesia – Yuri Bokser
282] Modernismo radical – Dan Friedman
284] Design genérico

5 ¶ IDENTIDADE

290] Flight – E. McKnight Kauffer
294] Selos postais
296] Capas de brochuras da McGraw-Hill – Rudolph de Harak
299] Dylan – Milton Glaser
301] NeXT – Paul Rand
305] Dr. Fantástico – Pablo Ferro
309] Restaurante Florent – M&Co./Tibor Kalman
311] Sinalização do Disney World – Sussman/Preja
316] Pôsteres do The Public Theater – Paul Davis
319] The Public Theater – Paula Scher
323] Logo da Altria – Paul Bacon

6 ¶ INFORMAÇÃO

328] Acredite se quiser
331] O design de catálogos técnicos – Ladislav Sutnar
333] O meio é a mensagem – Quentin Fiore
336] O mapa do metrô de Nova York – Vignelli & Associates

7 ¶ ICONOGRAFIA

340] A suástica
344] Ícones heróicos
350] Feira Mundial de Nova York – 1939/1940
354] Força Aérea Norte-americana – Joseph Binder
357] Miras de tiro ao alvo
359] Creme dental Darkie
362] Does It Make Sense?/Isso faz sentido? – April Greiman
365] Jambalaya – Stefan Sagmeister

8 ¶ ESTILO

370] Tipografia inovadora
373] Ingressos de cinema japoneses
376] Gargântua e Pantagruel – W. A. Dwiggins
379] Capas da Vanity Fair e da Fortune – Paolo Garretto
383] Artone – Seymour Chwast
386] O amante – Louise Fili
389] French Paper Company – Charles Spencer Anderson
392] Propaganda – Art Chantry

9 ¶ COMÉRCIO

396] Cartazes de rua
398] Embalagens de lâminas de barbear
401] Caixas de fósforos japonesas
404] Pôster do fósforo Priester – Lucian Bernhard
407] Golden Blossom Honey – Gustav Jensen
409] Leques publicitários
411] O outdoor da década de 1930
413] Anúncios em forma de tiras em quadrinhos
416] O primeiro disco – Alex Steinweiss
418] Cheap Thrills – R. Crumb e Bob Cato
422] Sobrecapas das décadas de 1920 e 1930
424] Selos de propaganda
426] Átomos para a Paz – Erik Nitsche
429] Wolfschmidt – George Lois
433] NYNEX – Chiat/Day/Mojo

Linguagens do Design - Compreendendo o design gráfico

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (3) Comentários

Comerciais vintage de TV da Coca-Cola (anos 1950 e 1960)

O mais engraçado é que eu vejo o vermelho Coca-Cola cada vez que ele não aparece… Aconteceu também contigo?
Os vídeos são public domain e foram baixados do site Internet Archive

Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (2) Comentários

Design Shot! #9 – Sobre a criação de logos

Sobre a criação de logos como o da Copa do Mundo de 2014:

“(…) é que o processo de fazer esse tipo de logo é complicado e geralmente o resultado é ruim mesmo. Conversando com Stefan Sagmeister há algum tempo, ele comentou bem isso. Todos os logos bons, que vêm durando muito tempo, foram criados por uma pessoa, não por uma equipe” – Julius Wiedemann, diretor de publicações digitais e responsável pela seleção dos títulos de design da editora Taschen, em entrevista na abcDesign # 34 (jan/fev 2011).

Design Shot! anterior »

Postado por Rogério Fratin em Design Shot! e tem (4) Comentários

Cartazes Musicais – Kiko Farkas

Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Imagina um cliente chegar pra você enquanto apresenta sua proposta de projeto e falar “Não é isso que eu quero. Eu quero que você enlouqueça”. Geralmente é o contrário que acontece, ne? Pois bem, no caso de Kiko Farkas (acesse o site dele) e a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), foi exatamente o que aconteceu. Os responsáveis da OSESP chegaram até ele por conta das formas e das cores dos projetos da Máquina Estúdio e desse contato saíram quase 300 cartazes entre 2003 e 2007 para divulgar os concertos. “Liberdade total: o maestro não recusou de sua exigência inicial e bancou todas as nossas experiências”, conta Kiko em um dos capítulos do livro.

Além de mais 100 desses cartazes,  tem também um texto da Paula Scher (a renomada designer da Pentagram) de título “Alguns pensamentos sobre os cartazes de Kiko Farkas, de uma concorrente invejosa” onde ela assume “Este conjunto de esplêndidos cartazes demonstra a validade persistente da forma. Quisera eu tê-los feito.” e a história do projeto pelo próprio Kiko Farkas no texto “Uma brincadeira séria”. O livro segue com “Imagens da música”, por Arthur Nestroviski (que é o diretor artístico da OSESP, acesse seu site) e “Da livre natureza dos sistemas”, por João de Souza Leite (designer premiado, formado pela ESDI em 1974 e que começou sua carreira como assistente de Aloísio Magalhães).

Alguns exemplos dos cartazes musicais de Kiko Farkas:

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

Página do livro Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

E na quarta capa do livro tem um trecho do texto da Paula Scher:

Capa do Cartazes Musicais, de Kiko Farkas

O que mais me chama a atenção nos cartazes é como Kiko e sua equipe interpretaram a música graficamente e não usou nenhum elemento de referência direta à orquestra, como instrumentos, músicos, maestro ou regente com uma batuta nem pautas musicais. Espero eu, um dia, poder atender um cliente tão bacana quanto a OSESP e ter a liberdade e ousadia que eles proporcionaram ao Máquina Estúdio. Enquanto esse dia não chega, me sinto sortudo posso ver todo esse trabalho bacana no livro da Cosac Naify

Se você gosta de cartazes:

Cartazes da Primeira Guerra Mundial #1
15 cartazes vintage de cigarros Camel
10 cartazes de cigarro das décadas de 1920 a 1950
20 cartazes de filmes B dos anos 1930
20 cartazes de filmes B dos anos 1940
Cartazes “fique em silêncio” da Segunda Guerra Mundial

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (7) Comentários

Design Shot! #8 – História da tipografia no Brasil

“(…) Só em 1808, o Rio de Janeiro recebe sua primeira oficina tipográfica (a tentativa de Antonio Isidoro da Fonseca em 1746 fracassou). (…) esses episódios ‘vade retro’ e a inauguração, os começos e o desenvolvimento que sucintamente relata e que, num certo sentido, é a própria história da política, da cultura e da ciência do Brasil independente.

(…) Já em 1809 era construído um prelo de madeira no Rio de Janeiro, destinado à Impressão Régia; em 1822 contava com 11 prelos e, em ’45, possuía seu primeiro prelo mecânico. Com o tempo, a denominação da oficina foi sendo mudada: ‘Imprensa Nacional’, ‘Typographia Real’, ‘Typographia Régia’, ‘Typographia Nacional’, ‘Régia Typographia’ e, finalmente, a atual que é ‘Departamento da Imprensa Nacional’.” – livro de 1979, do MASP, História da Tipografia no Brasil

« próximo Design Shot!

Design Shot! anterior »

Postado por Rogério Fratin em Design Shot! e tem Sem comentários