design, livros, tipografia e referências

Archive for October, 2010

Ícones, conceitos e mudanças tecnológicas

O tempo passa, a tecnologia muda assustadoramente a cada curto espaço de tempo. Ok, ok, sei que isso todo mundo fala. Antes de qualquer dúvida esse não é um texto sobre escravidão tecnológica e nem acredito que você vai ser um Zé Ninguém daqui a dois anos se não tiver uma geladeira com entrada USB, wireless e que tuíta sozinha quando você pega uma cerveja.  Nem gosto desse blá blá blá. Além dos produtos (muitas vezes geniais, outras nem tanto) que a tecnologia nos oferece, existem também mudanças conceituais que cada um ou o conjunto deles podem acarretar. E, refletindo um pouco, comecei a questionar elementos visuais presentes na vida de (quase) todo mundo que opera um computador, seja no trabalho, na sua casa, numa LAN house. Será que esses elementos farão sentido daqui alguns anos? Será que as próximas gerações entenderão o que cada um deles realmente significa? Nós, como designers, precisamos pensar a respeito. Podemos carregar um paradigma ou estar na zona de conforto.

Ícone "Meu Computador", no Windows 95 Ícone "Meu Computador", no Windows Millenium Edition Ícone "Meu Computador", no Windows XP

Repare como o ícone Meu computador mudou com o tempo nas versões 95, Millenium e XP do Windows. Apesar das diferenças, não é bem desse tipo de mudança que falo. Nesse caso não houve uma mudança conceitual, praticamente só o reflexo da tecnologia. O monitor ganhou cores junto com as placas de vídeo e depois o gabinete horizontal muda para o formato torre, junto com o monitor de LCD. Fim.

Ícone "Salvar", do Microsoft WordQuando dava aulas de informática (em 1997) meus alunos com mais idade questionavam por que tinham que clicar num botão com o desenho do disquete para salvar algo na Área de Trabalho ou então em Meus Documentos. E tinha tudo a ver essa pergunta, não? Eles não viam o ícone como representação do ato e sim como o local. O tempo passou e o problema cognitivo desse ícone, a meu ver, “aumentou”: Agora ele continua sem representar o local onde o arquivo será salvo, como também traz um objeto que praticamente caiu em desuso.  Responda rápido: Quanto tempo faz que você não vê um disquete? E quando comprou o último? Eu não lembro. Tenho certeza de que pelo menos há 5 anos. Ou eu resolvia o transporte por email ou então numa pen drive. O fato é que eu, como muitos outros, não usamos mais disquetes mas sabemos o que é. E as crianças com 5 anos de idade que daqui outros 5 estarão extremamente ativos no meio digital, o que um botão com disquete significará? Nada. Seria a hora de quebrar o paradigma do disquete como ícone e pensar em alguma outra coisa?

Ícone Meus DocumentosQual será a ideia de documento daqui a um tempo? Hoje, pra mim (nascido em 1980), penso em documentos como papéis dentro de uma pasta, é assim que fica lá em casa. Numa pasta ficam os pessoais, tipo certidão de nascimento, Carteira de Reservista… Noutra ficam as contas, aluguel, água luz, contratos e afins. Vejo programas de redução do uso de papel nas empresas, até o Tribunal de Justiça está digitalizando todos os seus processos e calculando quantas árvores eles vão salvar daqui pra frente. Ouvi papos que existem planos para as próximas eleições, não sei se em 2 ou 4 anos, de usarmos as digitais ao invés do Título de Eleitor. RG, CPF e Carteira Nacional de Habilitação dividem o mesmo pedacinho de papel. E também veremos o dia que receber contas em papeis em casa não faz muito sentido. Pra uma geração desacostumada com a ideia de documento como é a minha, imagino se Meus documentos num futuro não tão distante, não precise ser outra coisa. Quem sabe até haja uma inversão, como se os documentos digitais, que foram inspirados nos físicos, passem a ter o significado de documento, mesmo. Acredito que cada vez menos usaremos pastinhas cheias de papeis em casa. Representaria o ícone Meus Documentos a mesma coisa em 2015 que representa agora?

Ícone imprimirCom todo o movimento sustentável, como o Planeta Sustentável por exemplo, entre tantos outros, junto com os equipamentos como iPad, Kindle e todos os outros “livros/revistas digitais”, imagino que a cultura de poupar papel será cada vez mais forte. Meu primo, por exemplo, 10 anos mais novo que eu, lê quadrinhos na tela do computador sem o menor problema, o que pra mim é impossível. Ler um quadrinho começa na saída de casa rumo à banca de jornal. E tem a textura, o cheiro, o tamanho, tudo. Ler quadrinhos, livros, revista é experiencial, contextual. Mas pras novas gerações não é assim. O famoso e tão usado ícone imprimir permaneceria exibido numa época de poucas impressões ou será que a melhor coisa, para facilitar, seria deixá-lo em algum menu, como algo menos importante? O designer John Maeda, em seu livro As Leis da Simplicidade, fala sobre isso.

E outros tantos ícones, como o da caneta marca texto, copiar, colar… Até as pastas que organizam os arquivos dos sistemas operacionais, o que vai acontecer com isso tudo? Manteremos a mesma imagem icônica embora conceitualmente prejudicados por quem desconhece esses elementos ou quebramos o paradigma e criamos novas propostas? E quais seriam essas propostas? Eita, quantas perguntas…

Deixa uma resposta aí nos comentários, vai? :)

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Criar Grids

Capa do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Hoje em dia eu não sei como, em algum momento da minha vida, eu consegui trabalhar sem grids. A manutenção, as mudanças, o desenvolver do projeto e suas modificações inesperadas e a continuação do trabalho de outro designer num projeto desconhecido. Essas são só alguns dos motivos que eu sou do time que veste a camisa do “Time dos Criadores de Grids“  :)

Embora muitos defendam o contrário e que usar grid “prende” o designer, acredito que fique preso apenas aqueles que não entenderam direito como funciona. O grid é a liberdade criativa embelezada pela unidade, pela sequência, pela lógica e pela quebra de tudo isso.

Bem, a Editora Blucher (veja os posts com a tag Editora Blucher | siga a @EditoraBlucher no Twitter) trouxe a coleção desses livros de fundamentos do design. Em “Criar Grids – 100 Fundamentos de Layout” tem, bem explicadinho, todos esses macetes pra não errar na hora de estruturar um projeto. O (longo!) sumário das 100 dicas do livro:

Introdução

Elementos de um Grid
Conhecer os Componentes

Diagrama Básico de Grid
Aprender as Estruturas Básicas

Determinar o Grid Apropriado
Avalie o Conteúdo

Formatando o Texto
Primeiro, As Coisas mais Importantes; Calcule

Hierarquia da Informação
Vá com Calma com o Leitor

Grid e Imagem
Determine uma Ordem

Combinando Grid, Tipografia e Imagem
Considere todos os Elementos

Cor
Defina Espaço com Cores

Espaço
Comunique Usando o Espaço

Ritmo e Fluxo
O Ritmo Marca o Tom

Uma Coluna
Dê uma Cara ao Assunto
Design com Margens Amplas
Trabalhe com Proporção

Duas Colunas
Atribua Equivalência às Colunas
Design como Função
As Linhas Mandam!
Use Toda a Área
Use a Tipografia para Definir Zonas no Grid
Misture Peculiaridades com Consistência
Alterne Formatos

Três Colunas
Faça Parecer Simples
Defina Colunas Tipograficamente
Evite Amontoar
Abaixe as Colunas
Alterne os Tamanhos

Múltiplas Colunas
Agite o que for Reto e Estreito
Misture Tudo
Controle a Diversidade de Elementos
Acompanhe a Tradução; Seja Claro
Bases para Websites

Modular
Divida em Partes
Deixe Alguma Área de Respiro
Seja Racional
Opte por um Mundo Organizado
Módulos não Precisam ser Quadrados

Tabelas e Gráficos
Pense no Gráfico como um Todo
Ilustre os Gráficos
O Design além do Esperado
Delimite Discretamente as Caixas
Ultrapasse os Limites

A Cor como Elemento Dominante
Use a Cor para Obter Atenção
Defina uma Paleta de Cores
Deixe a Cor ser a Informação
Junte a Cor com a Tipografia

Cores como Princípio Organizador
Controle as Cores
Use Cor na Tipografia como Ênfase
Coloque a Informação em Cores
A Cor como Código
Separe o Conteúdo com Cores
Use Tons para Obter a Cor

Hierarquia Horizontal
Quebre a Sinalização em Seções
Junte as Semelhanças
Deixe o Espaço Definir seus Horizontes
Ilustre Linhas do Tempo
Trabalhe Acima e Abaixo da Dobra (Horizontal)

Quando os Tipos Formam o Grid
Faça Barulho
Gire na Vertical
Compacte os Elementos
Brinque com o Grid
Envolva o Espectado

Repleto e Funcional
Com Ordem, Faça Margens Pequenas Funcionarem
Seja Direto
Evite Apinhamento
Faça o Espaço Valer
Projete um Ponto-de-Vista Equilibrado
Guie o seu Leitor

Arejado, mas não Pobre
Entre no Ritmo
Crie um Oásis
Deixe as Imagens Brilharem

Sem um Grid Aparente
Faça um Esboço a Mão
Hierarquia Implícita
Use Princípios de Organização
Favoreça a Fluidez

Formas Orgânicas
Planeje Pausas
Permita Dramaticidade
Use Silhuetas para Avivar a Composição
Deixe a Intuição Prevalecer

O Grid Suíço
Construa um Sistema
Use Peso e Medidas
Use Helvetica
Use Linhas
Aplique Hierarquias Verticais e Horizontais

Grid Interrompido
Construa com o Inesperado
Varie os Tamanhos
Deixe a Foto Falar
Destaque com Barras Laterais

Grid Reconstruído
Observe os Mestres
Amplie!
Mude as Fronteiras

Grid em Camadas
Faça Complexo
Pense em Mais de Uma Dimensão
Pense Globalmente

Grids e Movimento
Crie uma Estrutura que Sustente Várias Mídias
Venda
Faça se Mexer
Faça-o Modular

Quebrando as Regras
Faça com Clareza
Siga o Futuro
Siga o seu Coração
Esqueça as Regras

Basicamente cada página dupla tem uma das “dicas” de como criar um bom grid. No meu primeiro contato com o livro, eu senti que ele era “não-linear”, que eu poderia ler as dicas de grid em qualquer ordem. Mas percebi ao final que no começo o autor “pega mais leve”, é bem básico e depois vai ficando mais complexo.

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Além do texto principal, as imagens têm legendas que definem ainda mais o conceito do grid utilizado:

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

É bem interessante que os exemplos de grids são bem variados e as “caras” e a complexidade dos layouts também, além das explicações dos grids tem muita coisa que dá pra usar como referência visual também:

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Exemplo de página do livro Criar Grids, da Editora Blucher

Quarta capa do livro Criar Grids, da Editora Blucher

E você? Tem alguma outra dica de grid? Veste a camisa ou acha que ele prende o designer? Fala aí nos comentários!

Postado por Rogério Fratin em Livro e tem (8) Comentários

15 fine-prints japoneses do século XVIII

Fine-print japonesa criado/publicado em 1711

Fine-print japonesa criado/publicado em 1712

Fine-print japonesa criado/publicado em 1715

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1716 e 1736

Fine-print japonesa criado/publicado em 1736

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1736 e 1741

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1741 e 1751

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1744 e 1751

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1760 e 1772

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1767 e 1769

Fine-print japonesa criado/publicado em 1770

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1770 e 1775

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1775 e 1778

Fine-print japonesa criado/publicado entre 1794 e 1796

Fine-print japonesa criado/publicado em 1796

Todas as imagens são “public domain” e foram baixadas do site Library of Congress

Postado por Rogério Fratin em Ilustração e tem (4) Comentários

Inscrições 3º LIDE

3º LIDE: Linguagem, informação e design editorial - Inscrições abertas!

Já estão abertas as incrições para o 3º LIDE, grande evento de linguagem, informação e design editorial. Fui no ano passado no 2º LIDE (veja o folder do 2º LIDE) na companhia do camarada Marco Moreira e foi incrível (ele postou no MAGELSTUDIO a respeito). Ótima oportunidade de rever amigos, conhecer mais gente do mercado e aprender bastante com as experiências dos colegas palestrantes.

Nessa edição, que acontecerá na Editora Globo (Av. Jaguaré, 1485 – veja o mapa do local), no dia 6/11, das 10 às 15.

Para se inscrever, acesso o site: http://weblide.org/ (espero que ainda tenha vaga!)

No 3º LIDE a programação será:

Tempo x Qualidade, com Marcos Marques e Alexandre Lucas (Revista Época/Editora Globo)
Infografia na TV, com Júlio Balasso (TV Record)
Decifrando o jornalista, com Emiliano Urbim e Renata Steffen (Revista Superinteressante/Editora Abril)
Infografia e jornalismo on-line, com Daniel Lima, Carlos Lemos, Fabio Sales e Tcha-Tcho (Jornal O Estado de S. Paulo)
“Luana não tem mais Dado em casa” e outras capas do Meia Hora, com Henrique Freitas (Meia Hora)

Vejo todos lá! :)

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Postado por Rogério Fratin em Evento e tem 1 comentário

Chá Matte Leão retrô

Embalagem de Chá Matte Leão retro

E cada vez mais o visual retrô parece dar certo. Depois do Leite Moça retrô, das latas de panettone Bauducco retrô, entre tantos outros, agora chegou a vez do Chá Matte Leão fazer duas latas, uma inspirada na década de 1930 e outra na década de 1940. O visual das latas, muito bonitas por sinal, vem com sinais de “desgaste pelo tempo” e os logos antigos. Cada latinha + 50 saquinhos de chá sai em torno de R$ 5,00. Preço bem justo, né? :)

A seguir, mais detalhes de cada uma das latas:

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Embalagem de Chá Matte Leão retro

Mandaram bem, não?

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Postado por Rogério Fratin em Embalagem e tem (18) Comentários

Não-piadas com designers

O tempo passa e cada vez mais surgem piadas “do mundo dos designers”. Inclusive até como se nós fizéssemos parte desse outro “mundo”. E o mais curioso, são os próprios designers que fazem essas piadas e repassam, via todas as redes sociais, email, papo de boteco, tudo. E sempre rodam em torno dos mesmos assuntos: baixos salários, comportamento geek (como se ser designer fosse algo geek), trabalhar pelas madrugadas a troco de nada, parentes que não sabem o que ele faz e um certo autismo, já que os próprios designers se vêem como pessoas de um mundo próprio. Aí entra outra questão importantíssima: E os profissionais de marketing, jornalismo, fotografia e todos os outros que também lêem todas essas “piadas”, como ficam? Será que todos entendem a ironia? Duvido. E cada vez que aparece um “ganhar pouco mas se divertir” aumentam mais as chances deles pensarem que com qualquer trocado o designer trabalha. Aí oferecem uma merreca anti-ética por um trabalho e o designer, como tá acostumado a aceitar e se orgulhar disso, topa fazer. E fala de novo. E outros ouvem ou lêem. E tudo se repete pra sempre.

Tem um mês que vi um panfleto que entrou na lista de impressos mais infelizes que já vi, e era de uma das maiores construtoras do Brasil, oferecendo apartamentos a partir de R$ 600.000. É, R$ 600.000 por um ap e não querem gastar R$ 2.000 ou R$ 3.000 pra um freela decente fazer. E aí depois vem gente defendendo a regulamentação da profissão, o ensino do design, cursos e afins, como se isso resolvesse. Até podemos ter problemas macro, mas antes precisamos resolver os problemas micro, de cada profissional.

Defender e propagar esse tipo de coisa é até contra um procedimento de pesquisa de design, que deveríamos saber de cor. Quando começamos um projeto, não temos que pegar referências, ver quais são os melhores benchmarks? Então… Quem reclama dessas coisas, tem quais “designers como benchmarks”? Sério… Dos que eu tenho, nenhum é desse jeito. Paula Scher, Ellen Lupton (veja os posts), Roger Black, Ian White, John Maeda (veja os posts), Sagmeister, Claudio Rocha (veja os posts) , Alexandre Wollner (veja os posts), Claudio Ferlauto (veja os posts), Marcos Mello (veja os posts), Alceu Nunes, Gustavo Piqueira (veja os posts), Hugo Kovadloff. Pergunto de novo: algum deles é esse estereótipo “lunático-geek-autista”? Também respondo: Não.

E se invés dessas bobagens todas, nós designers que pretendemos dar valor à profissão, mostrássemos quão importante podemos ser num projeto? Que tal mostrar como temos visão apurada e holística, interdisciplinar e requerida nos redesenhos disso ou daquilo? Talvez inclusive podemos provar. É só ler jornais ou revistas. O que não faltam são pesquisas que demonstram o design como profissão da próxima década e os motivos disso. E o design estratégico (design thinking), ninguém vai falar nada a respeito?

Então aí vou eu, listar não-piadas de designers. Espero que não sejam engraçadas. Ser designer é:
1. Valorizar tanto o novo como o antigo e saber pegar o que tem de mais legal em cada na hora certa e pra cada aplicação
2. Dar soluções para problemas ambientais com projetos de sustentabilidade
3. Melhorar a ergonomia e quebrar paradigmas que podem ajudar as pessoas a terem menos contusões no trabalho
4. Transformar um supertexto em um “supertexto que dê supervontade de ler”
5. Dar valor aos produtos, sejam eles quais forem, com bom gosto e visual impecável
6. Poder fazer projetos pessoais e sociais que envolvem comunicação e educação
7. Estar um passo a frente por trabalhar com diversas áreas interligadas
8. Ter o cinema, teatro, exposições de arte, literatura e muitas outras “formas de diversão” como referência para trabalhar melhor
9. Usar o design estratégico para guiar um projeto, unindo intuição e algoritmos, alcançando resultados diferentes dos convencionais
10. Tornar tudo mais bonito, usável e agradável, dentro das especificações necessárias para cada um desses projetos
11. Fazer com que um livro seja mais agradável de segurar, carregar e principalmente de ler
12. Criar a identidade pra uma revista que atraia a atenção e desperte vontade nas pessoas em ler e, decerto, ganhar mais conhecimento

E você? Tem alguma não-piada de designer? Deixe nos comentários, por favor.

(veja os posts)
Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (42) Comentários