Na posição de designer e também (ex) webmaster, eu colecionei ao longo do tempo detalhes que tiram qualquer webmaster do sério e as vezes podem ser evitados. Esses dias um grande amigo (e webmaster) foi até a minha mesa para lamentar as derrapadas (e QUE derrapadas!) que o designer fez nos lays que ele estava codificando. Aí comecei a relembrar da minha “coleção de detalhes” que ajudaria ambos os lados, além de permitir que o projeto ganhe em desenvolvimento e performance, principalmente em sites de conteúdo editorial. Aí vão os “10 mandamentos do webmaster feliz”, baseados em lays que virarão páginas HTML:
1. Cantos arredondados
O Firefox, Safari e Opera já tem interpretação para comandos CSS que fazem isso de modo bem simples, mas o Internet Explorer (até a versão 8 do navegador) não lê isso nem com reza, o que exige ser feito com imagem. Se todos os boxes nesse formato forem do mesmo tamanho até que não causa tanto problema. Entretanto se o “box” precisar aumentar e diminuir de acordo com a quantidade de texto/imagens de dentro, são necessárias várias imagens, o que gera mais requests de servidor e mais linhas de código para serem executadas. Se o projeto não perder TAAAANTO assim com cantos retos, dê preferência a eles.
2. Degradês
Os lineares horizontais e os verticais, tudo bem. Radial, cônico ou lineares em diagonal podem te custar um dente ou um nariz quebrado. A revolta se dá porque não existe código pra isso e o uso de imagens, muitas vezes desnecessárias, é necessário.
3. Drop shadow/Outer e inner glow
Além de qualidade visual duvidosa/forçada as sombras que são tão fáceis de serem feitas no Photoshop podem requerer linhas e linhas de código e diversas imagens para confeccioná-las. Se atrás desse elemento tiver uma textura ou cores diferentes, mais problemas ainda pela frente: As imagens transparentes (em PNG24 no Photoshop ou PNG32 no Fireworks) são mais pesadas e indigestas (pelo Internet Explorer 6) do que as opacas. Do mesmo modo das sombras “dropadas”, não existe glow em CSS. Tudo bem se ficar sem?
4. Tipografia no Photoshop x Tipografia no navegador
Os diversos tipos de suavização de texto no Photoshop nunca casam direitinho com o jeito que os browsers renderizam as páginas (as vezes tem até diferenças entre os browsers na renderização). Eu gosto de usar o “sharp” ou até o “none”, depdendendo do público alvo/browser mais utilizado do projeto.
5. Mapa de estilos
O sujeito que vai codificar a sua página não tem o olho treinado como o seu para identificar entrelinhas ou entreletras diferentes, tamanhos de fontes que mudam 1 ou 2 pixels nem as distâncias certinhas dos elementos do seu projeto digital. Criar uma imagem em GIF, JPG ou PNG com um mapa de estilos de todas as páginas ajuda o webmaster, otimiza o projeto e não te dá dores de cabeça póstumas, já que todas as medidas foram explicadas direitinho. Isso vale pra tudo: Dimensão das imagens, corpos de texto, títulos, links com e sem mouseover etc. Ah, também é legal alinhar as medidas do Photoshop com o webmaster (Edit, Preferences, Units & Rulers). Eu sempre uso em pixels. Um exemplo de elemento numa folha de estilos:

6. Desapego com a “arte”
Sei que os alinhamentos, posicionamentos e tudo mais são extremamente importantes, só que as vezes dá pra abrir mão de 2 ou 3 pixels (quando não ficam com aparência de falta de acabamento) num final de página ou numa diferencinha no crossbrowsing, não dá?
7. Transparências
Imagens transparentes com boa qualidade geralmente são em PNG24 (ou 32, no Fireworks). São mais pesadas e precisam de scripts pra funcionar no Internet Exploerer 6. Se remover a transparência não for tão grave quanto espancar a carinha angelical da sua filha de 6 anos, poupe o trabalho do webmaster e o peso do seu projeto. Boxes com contorno e preferencialmente de uma cor só pra cada podem ser feitos com CSS, levinho e feliz.
8. Grids
Especifique os grids do seu projeto e passe as medidas pro webmaster. Evite usar muitas variações de grid ao longo do site e delimite sempre o espaço do topo, mídias e rodapé. Cuidados especiais merecem as imagens com “anti alias”, pois elas as vezes aumentam um pixelzinho aqui ou acolá e a gente não percebe, mas na hora de recortar pode causar um desalinhamento ou até estrago de “quebrar a página”, principalmente quando as medidas estão bem justas.
9. JPG, GIF e PNG
Se você não quiser ter surpresas com a falta de cores de um GIF ou de um imagem granulada pela compactação de um JPG que deveria ser PNG, por exemplo, vale especificar o formato de saída que as imagens devem ter.
10. Aprenda HTML e CSS
Calma! Calma! Pô, que mancada xingar minha família! Eu sei que você odeia programar, mas nenhum desses dois é programação, só uma marcação, uma codificação. Não espero que você saia produzindo páginas e páginas, mas saber as dificuldades e limitações de ambas podem poupar retrabalhos e aumentar a produtividade entre designers e webmasters.
Evidente que nada disso eu acredito ser REGRA, apenas dicas. Você acha mesmo que existirão projetos que sombra e inner glow num box transparente com preenchimento degradê radial sejam necessários? Quero dizer… Se um dia você precisar disso tudo mesmo, pense com carinho se não tem algo errado com a sua vida. De qualquer modo, acredito que dependendo do projeto você designer possa abrir mão de alguma coisinha pra ajudar nossos amigos webmasters e espero que eles façam o mesmo.
Mas e você amigo webmaster e amigo designer? Tem mais dicas pra compartilhar? Então documenta isso nos comentários, vai?! ![]()
Leia também o post póstumo “6 dicas para o webmaster não ser morto pelo designer“


#1 by daninho on November 12th, 2009
Quote
Fala, Roginho! Gostei do post! To comentando esse aqui do celular procê heim! Acho que vou ter que pedir pra você me mostrar um radiano com sombra e água fresca num bosque com inner circle em algo demodé, pra ver como fica… Tem como? Bjos!
#2 by Jak on November 12th, 2009
Quote
Roger, o designer amigo dos webmasters! Óun… Bem legal o post. =)
#3 by Leopoldo on November 12th, 2009
Quote
Grande Roginho… muito bom o post meu caro. Nada como todo mundo estar por dentro das regrinhas de boa convivencia ()
Abs
#4 by Fábio ZC on November 12th, 2009
Quote
Excelente post! Sou formado em design digital, tenho minha empresa de design, fiz e faço muitos layouts. Mas meu foco é essa codificacao e estruturacao das paginas. Concordo 100% com tudo que vc falou!
#5 by Nina on November 13th, 2009
Quote
Roginho! Mesmo o seu blog não tendo absolutamente nada a ver com a minha área, eu acho uma delícia de ler!
Mas também posso usar essas dicas para manter meu humilde blog, não é? Adorei esse post!
Beijos! NINA
#6 by Daninho on November 14th, 2009
Quote
Desapego com a “arte” é o melhor. Gostei mais desse! Esse é o mandamento mais foda!
PS. QUE PORRA DE FOTO É AQUELA DO LÉO??? PQP!!!
#7 by Marco Moreira on November 14th, 2009
Quote
Achei demais também! aliás esse blog tá ficando viciante. Os assuntos são muito pertinentes e acho que quem trabalha na área deve se identificar muito com o que vc posta aqui.
Bom, eu trabalhava com design e ainda amo design, mas virei Arquiteto de Informação e agora mais do que nunca meu trabalho está 100% focado no usuário e no negócio e investimento do cliente.
Infelizmente a maioria dos designers não pensam no final, no resultado, na audiência e no retorno sobre o investimento, por isso é que nós vemos muitos shadows, bordas e emboss em demasia. A maioria dos profissionais trabalham com uma banda larga boa, num micro de processamento bom, mas dependendo do público a realidade não é assim e público é uma coisa que o designer normalmente tb não pensa, se pensasse as coisas seriam muito diferentes.
Aliás a atribuição da culpa não é só do designer. O cliente muitas vezes quer ver algo super show, sendo que o que ele vai pagar para fazer, não é nem pra ele, mas para o cliente dele. Então deve ser pensado não no cliente, mas no cliente do cliente, que é quem verdadeiramente vai acessar a coisa.
Um teste de usabilidade numa máquina do seu Zé das Colves com um óculos fundo de garrafa e com uma deficiência no ombro direito no interior da paraíba seria um bom aprendizado pra todos.
Sem falar do público que cada vez mais utiliza o celular, smartphones e iphones para acessar. Este usuário paga a cada byte baixado. Lotando de imagens só iria prejudicá-lo.
Vejam só este blog. É bonito, não tem firulices, nem exageros, é leve e as pessoas interagem bastante. O que é mais importante que a audiência do seu público-alvo interagindo em seu site? 365 milhões de cores no fundo?
Hoje, o que importa para mim é a clareza na comunicação com seu público (bom texto), legibilidade (fontes e cores), eficiencia no sistema/código (eu consigo postar algo sem erros de script?), usabilidade e utilidade (é útil e fácil de usar?), leveza (carrega rápido?).
#8 by Mariel on November 16th, 2009
Quote
Putz, a regra 8 me mata.
Adoro fazer layout no Photoshop, mas sempre tem uma sobrinha de imagem que precisa ser empurrada 0,1px
=/
Vc sabe alguma soluçao pra isso?
#9 by Rogério Fratin on November 16th, 2009
Quote
Ô, Marquito! Seu comment tá bem melhor que meu post! Acho que vou inverter, rapá! Mas eu tive uns MSNs e Twitts de gente que achou que nesse post eu podo a criatividade… enfim, talvez eu não tenha me explicado direito, né?
#10 by Marco Moreira on November 16th, 2009
Quote
Cara, a criação nasce da limitação. Este é o desafio e o papel do designer. Criar um visu bacana em cima de um problema e não ao contrário.
A palavra “desafio” só existe pq tb existe outra chamada “obstáculo” e esta que nos faz criar para vencê-lo. Obstáculo é o problema, sem ele não existem desafios e a vida fica chata…rs
Designers de produto não criam uma cadeira só pensando na beleza. Pensam em quem vai usar, como vai sentar, em que material será feito e como será fabricada.
A palavra design significa a grosso modo projeto e este feito para alguém. Todos os designers, tanto de produto, de embalagens ou de web deveriam seguir o mesmo pensamento. Parece até que essa história de produzir com “foco no usuário” é nova ou que é coisa de Arquiteto, mas não é, designers sempre tiveram esse papel, mas este ainda é muito confundida com “arte”.
Se é para cuidar só da estética e não da função que o produto tem que ter em si o webdesigner pode ser designer gráfico, assim ele pode fazer quandos dropshadows ele quiser, pois ninguém vai depender de browser para ver, ninguém vai precisar “carregar” a sombra! ou então pode virar artista plástico, assim ele pode fazer as coisas só para ele e nem precisa pensar no público! Uhu!
(Quem diria hein, um designer de web falando isso)..rsrs
#11 by Murilo Quesada on December 7th, 2009
Quote
Muito bom o artigo concordo com QUASE tudo, mas a regra “6. Desapego com a arte”, desculpa mais NÃO ROLA, se precisar arrumar 1px vai ter que ralar pra conseguir, ainda mais se for 2 ou 3px! Sem pixels a mais, por favor! rs
#12 by Chris Benseler on December 9th, 2009
Quote
Bah, deixa eu repassar esse texto pra diretora de arte!
Mto bom, parabéns!
#13 by Dine Oliveira on December 9th, 2009
Quote
Muuuuuuito bom o post, tão bão que eu enfrentei minha preguicinha e estou cá a comentar!
Vou aproveitar a oportunidade e desabafar quanto aos formulários.
Caramba, por que essa necessidade absurda de ser diferente ? Como explicar a eles que o input radio e o select não são tão simples de codificar quando desenha-lo no photoshop?
#14 by Rafael Lazarini on December 9th, 2009
Quote
Adorei esse post… espero que ajude muitos designers a entender que o Photoshop não é tudo…
Posso desabafar tb?
Por favor, não façam box de erros flutuantes… isso mata e é muito treta de fazer… (até hoje eu tenho um site que sofre por causa disso!!!)
Abraços!
#15 by Ricardo Senna on December 9th, 2009
Quote
Post + cometários do Marcos Moreira, simplesmente sensacional.
#16 by Nicholas Pufal on December 10th, 2009
Quote
Gostei muito do teu post.
É uma pena que muitas empresas que se entitulam “agências digitais”, dentre outros termos extremamente “marketeiros”, só sabem vender dessa maneira… Na prática, na hora de colocar a mão na massa, são pouquíssimas as empresas que realmente trabalham pensando em conceitos como usabilidade, acessibilidade, SEO, padrões web, etc. Muitas ainda pegam modelos prontos, e só sabem mesmo é usar estes termos para vender.
Eu penso como você. Inclusive acho extremamente mal planejados sites que abusam de flash. Flash não foi feito para ser 100% a tecnologia de um site.
A indexação fica com sérios problemas, a acessibilidade, usabilidade… Tudo piora, por mais que ele tenha sido extremamente bem feito, perde recursos muito importantes tanto do browser como potenciais da web.
Tem gente que ainda pensa que a web é um circo, e que quanto mais pisca, + capta a atenção.
Muitos ainda defendem “Mas o nosso público-alvo gosta disso, e então…”. Besteira. Muitos que dizem, mas nem sabem qual é o seu público-alvo, e não fazem análise alguma. Já saem criando, e se colar com o cliente colou. Tanto é verdade que conceitos como “user experience” só vendo sendo realmente aplicados por empresas grandes, é pelos dias de hoje.
Bom, não quero criar um post muito polêmico porque vim em missão de paz heheh Mas é isso aí mesmo, sou a favor de uma web + clean, mais minimalista, onde o conteúdo é facilmente acessado, e a informação facilmente compartilhada.
Afinal, esse é o conceito básico por trás de página/sistema, não é?
Abraços!
Pingback: Como enlouquecer um fotógrafo | Magel Studio
#17 by Leandro Corso on March 4th, 2010
Quote
Muito bom artigo, só não estou muito certo sobre o termo “webmaster”. Essa palavra tem um significado um tanto controverso. Mas os pontos levantados são altamente relevantes e geram mesmo muitos retrabalhos. Parabéns!
#18 by Bruno Bincoletto on March 4th, 2010
Quote
Texto de Designer Front-end NOOB!!!!
Se não sabe resolver os pepinos de um layout de arte complexa simplismente não se arrisque!!
Escumungos a parte rs…
Está certo parcialmente, os Designers de criação poderiam ter um pouco de senso e colaboração na hora de criar o layout, porém não podemos pensar tão limitado assim, uma borda ou outra, transparencia em um lugar aqui e ali não faz mau a ninguém, afinal pra tudo isso tem solução, apenas da mais trabalho de fazer.
E se todo designer resolvesse criar layout pensando em html e css? teriamos sites quadrados e com cores chapadas, creio que isso limitaria muito a beleza da web não concorda?
E não!!!! quem é designer de criação não tem que aprender html/css, cada um tem sua função por esse motivo existe as duas categorias, além do mais se começar aparecer designer de criação que saiba fazer front-end meia boca que seja, vai surgir outra guerra com os que sabem de verdade o que é um front-end, usabilidade, acessibilidade, semântica, diagramação de código, bla bla bla…
Já falei d+ -.-”
@brunobincoletto
#19 by Leandro Corso on March 4th, 2010
Quote
Eu sei que você tem algo a dizer. Pode digitar aqui!
Desculpa Bruno tenho q discordar com vc em alguns pontos: Bom pra começar web design não é desgin gráfico. Assim como design de moda não é design de produto e etc. O suporte, é completamente diferente. Digamos q isso muda TUDO se tratando de projeto! Esse papo de que um Web Designer é um Designer que faz Web não é bem assim. O Web Designer tem que saber o mínimo de programação sim, pelo menos para conhecer as limitações que o suporte oferece, assim como o Designer Gráfico deve conhecer as limitações do processo gráfico. Agora dizer q os sites vão ficar monótonos por conta disso é miopia sua, desculpe! O que limita a inovação é a falta de conhecimento e criatividade que quem está projetando a peça. Isso vale para qualquer profissão.
#20 by Bruno on March 4th, 2010
Quote
Em algum momento disse que designer gráfico é web designer? bom não me lembro disso.
Estranho é você chamar Designer front-end de Webmaster.
Outro ponto é que não quis dizer que outros profissionais não devem conhecer outras tecnologias e sim que não é recomendavel ser aquele tipo de profissional “faz de tudo um pouco”, pelo fato desse profissional saber um pouco de cada coisa e acabar não sabendo fazer nada realmente certo.
Conhece algum neurocirurgião que saiba projetar prédios? pode até existir claro, mais creio que ele saiba fazer melhor uma cirurgia do que uma planta.
Agora conhecer as limitaçõe sim é interessante, porém essas limitações é dever do profissional que vai receber o trabalho informar e não ao contrario.
Tenho certeza que se você chegar para o cara que vai fazer o layout e que não tem a minima noção do que seja html/css/js e falar “seguinte, evite usar muitas bordas, variações de tamanho, degrade, etc.. por causa disso, disso e disso” tenha certeza que ele vai entender.
Sobre as limitações ainda bato o pé, porque temos que nos adaptar, arrumar maneiras para fazer o que for necessário e não querer facilidades de uso, já imaginou que simples seria ter sites apenas em html/css? seria ótimo, rápido, simples, agil, SIM para um portal de noticias, para um blog!! mais seria bom para um hotsite comercial? (não me venha com história de flash é pra isso por favor).
Os desafios estão ai, as soluções também, se fosse fácil, mais pessoas saberiam e se mais pessoas sabem, menos empregos teriamos.
Bom, opnião minha, pode não ser certa, mais eu gosto de discordar =D
Abraço.
#21 by Leandro Corso on March 4th, 2010
Quote
Bruno, designer de front-end é coisa nova pra mim, confesso. Eu conheço designer de interface, designer de interação, mas designer de front-end eu vi escrito em alguns lugares mas não fui à fundo. O que eu disse é q não concordo com o termo webmaster, portanto é claro pra mim que designer de front-end não é igual a webmaster.
No segundo parágrafo vc chegou no ponto que eu queria. O cara “faz de tudo um pouco”! Vc leu o livro “Design para a Internet” do Felipe Memória? Nesse livro ele trata disso nos primeiros capítulos, é esse carinha “tudo em um” que ele chama de webmaster, pra ele (e pra mim também) esse cara tá literalmente morto! Justamente pq não tem foco na carreira. Bruno, é exatamente isso que eu disse. Agora, se o cara se propõe a criar materiais para a Web, ele deve realmente conhecer esta plataforma à fundo, faz parte do foco que ele quer dar na carreira dele. Saber programar em html e css faz parte disso. Por isso que não dá pra misturar Design Gráfico com Web Design, o foco é diferente para cada vertente do Design. Agora, se um designer gráfico q não tem a mínima intimidade com o suporte “web” cria um layout no photoshop a chance é muito grande de que não dê pra fazer tudo o que ele queria. Pq ele não conhece css e nem html. O meio é a linguagem, não dá pra fazer na web o q se faz com papel, é incompatível. Se um web designer planeja este layout o resultado final estará bem mais próximo do que foi desenhado no photoshop. Se ele criar efeitos (ou defeitos rss), ele saberá aplicálos, entende? Agora se ele só faz coisas quadradonas… precisa de familiarizar melhor com a realidade da profissão ou mudar de foco.
Ja q vc tocou nesse mérito, eu crio hotsites e sites comerciais com html e css à anos, não gosto de usar Flash e geralmente meus trabalhos ficam com todos os efeitos gráficos que planejei, tenho tido muita aceitação com isso e não crio sites “quadradões”. Acho q é vc quem não conhece muito de css hein! rss
Abraço.
#22 by Rogério Fratin on March 4th, 2010
Quote
Bom… A ideia é sempre promover trocas de opiniões e argumentos. Que bom que o post conseguiu cumprir isso.
Muito obrigado pelos comentários, gente!
E prossigam, por favor, com as defesas de casa opinião. É assim que funciona, assim que gera reflexão.
Abraços a todos,
Rogério Fratin
#23 by Bruno Henrique Peitl on March 4th, 2010
Quote
Algumas dessas coisas são pertinentes, que ajudam o site a fica mais leve, rápido e tal.
Já outras eu diria que é coisa de desenvolvedor preguiçoso. Se é possível fazer e não vai deixar o site mais pesado então deve ser feito mesmo que dê mais trabalho.
Vocês desenvolvedores / programadores, etc são pagos pra isso mesmo.
#24 by Lipe on March 4th, 2010
Quote
Bom, achei legal a iniciativa, acho que pode ser muito útil para aqueles que estão começando com o design voltado pra web, mas num contexto mais avançado, falando com relativo embasamento que adquirí com o tempo, é fato que o designer vai ter, que uma hora ou outra aprender Css e HTML…
Não apenas aprender, digitar o seco. Mas PRINCIPALMENTE pra otimizar a qualidade do trabalho e a velocidade. O designer pode ajudar muito o programador se entregar o site prontinho no html com os estilos numa página separada, organizados, enfim…
Não acho também que seja necessário abrir mão de efeitos de sombras (bem feitos, claro), podendo usar um png de 1×10 px e deixando isso integrado no layout em html… não tem porque dar dor de cabeça ao programador.
Diálogo em primeiro lugar. Acho muito importante saber do fluxo de trabalho, trijeitos, método do profissional com quem se está trabalhando. Respeito pelo trabalho um do outro, valorização, enfim, ética profissional não são uma opção, mas sim uma certeza.
80% de dores de cabeça a menos, para ambos.